Quinta-feira, Abril 28, 2011

Peñarol 1 x 1 INTER


Por: Bruno Rodrigues

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Jogo de ida das Oitavas de Final da Libertadores e fora de casa. Resultado bom ou ruim ? ? ?

Considero um resultado razoável. Isto porque temos mais time e poderíamos ter saido com a vitória. Contudo, não foi ruim, pois foi um jogo típico de Libertadores - pegado, difícil e nervoso.

O Peñarol começou melhor devido ao fator campo. O Inter demorou uns 10 minutos pra equilibrar e começar a se impor. O primeiro tempo teve uma leve superioridade Colorada, apesar de algumas vaciladas da zaga que não podem ocorrer em hipótese nenhuma. Nessas horas Renan se destacou.

O gol do Peñarol foi um gol que tomamos por pura falta de fundamento da zaga. Pura inexperiência. Só esqueceram de marcar o jogador adversário. Mas tudo bem, futebol é assim mesmo. Se fosse tudo perfeito nem precisaria jogar, já saberíamos do resultado.

Depois do intervalo o Inter acertou os pequenos detalhes e voltou com mais vontade.

Damião. Sempre ele. Jogada individual, chute de fora da área e golaço - contando com um pequeno desvio na zaga. Mas matador e artilheiro também tem que ter sorte.

Empate com gol fora. Boa vantagem pra decidir em casa. Antes temos a final do Segundo Turno do Gauchão. É vencer e motivar pro jogo de volta.

Saudações Coloradas.

Segunda-feira, Abril 25, 2011

POR UM RIO GRANDE 40 VEZES COLORADO

Por: Luciano Emiliano
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Que jogo, que desempenho, jogando ontem pelas semi-finais da Taça Farroupilha o 2º Turno do Gauchão 2011 na cidade de Caxias do Sul na Serra Gaúcha contra o Juventude no clássico juveNAL o INTER conseguiu uma grande vitória por 2 x 1 jogando boa parte do 2º tempo com um jogador à menos, para o INTER marcaram o Argentino Bolatti em um golaço de fora da área no 1º tempo, o mesmo Bolatti que acabou sendo expulso na 2ª etapa do jogo, e Tinga que havia entrado no lugar de Rafael Sóbis, após grande jogada de Leandro Damião na linha de fundo aplicando a chamada "lambreta" no defensor do Juventude. Com a vitória o INTER garantiu vaga na final do 2º Turno onde fará mais um clássico greNAL no próximo final de semana no Gigante da Beira-Rio, para essa decisão o INTER não poderá contar com a presença do volante Bolatti suspenso, mas em compensação terá á volta do seu maestro o meia articulador Andrés D'Alessandro que adora aprontar em greNAL clássico com o perfil do craque Argentino.


Vitória, classificação com um futebol ofensivo e ao mesmo tempo muito competitivo aliado à Garra Colorada, fizeram do INTER nesse domingo (ontem) um time muito comprometido, aumentando ainda mais o otimismo da Nação Colorada em um grupo muito qualificado que aos poucos vai começando á mostrar uma nova cara, à cara do seu novo treinador e grande ídolo Paulo Roberto Falcão.


E não importa quem comece jogando, o que importa é a doação em 100% daqueles jogadores que estiverem em campo vestindo à Camisa Colorada, o INTER é um grupo no qual todos são importantes, inclusive à massa Colorada, sem esquecer de todos os funcionários, direção e comissão técnica.


E assim seguiremos, em busca de fazer à América Tri Vermelha, mas sem esquecer é claro de lutar "por um Rio Grande 40 vezes Colorado".


"A Paixão Colorada não conhece distância..."
Saudações do Colorado de Garanhuns - PE
Luciano Emiliano

Sábado, Abril 23, 2011

A ESPERA DO NOVO INTER DE FALCAO

O Inter de Falcão era tão fantástico nos anos 70, que para encaixar os melhores,cogitou-se até recuá-lo novamente,após o bi em 76!

Por João Munari


A coisa que mais espero no novo Inter de Falcão,sinceramente,ainda não percebi:o abafa na saída de bola. Acho que ainda marcamos muito atrás,o que até é natural, afinal não se muda uma cultura de futebol em pouco mais de 10 dias.


Este abafa a que se refere Falcão, para quem viu o time nos anos 70, era algo horrível para os adversários que mal tinham tempo para respirar e tudo o que queriam era livrar-se da bola o quanto antes.



Nas rodas de chopp com os amigos é onde podemos levantar as mais variadas teses sobre o futebol. Com o passar dos anos desenvolvi 2 teses que se Falcão um dia pelo menos tentar algo parecido, eu já estarei realizado:


1- Na casa do adversário começar marcando adiantado e com abafa na saída de bola. Os tecnicos apenas especulam ou ,quase sempre, armam verdadeiros ferrolhos, que nós chamávamos antigamente de coisa de time pequeno,mas que hoje todos fazem ,sem cerimônia. Acho que isto poderia ser algo diferente,pelo menos um pouco mais ousado;


2- Após fazer um gol na casa do adversário,não permitir em hipótese alguma que o time recue.Pelo contrário, atacar de maneira mais aguda. E agora a teoria da hora do chopp: se a ordem não for cumprida,substituição imediata,mesmo que no primeiro tempo e vencendo fora de casa!!


Claro que algumas culturas estão naturalmente entranhadas no nosso futebol. Qualquer time fora de casa ,após fazer um gol,acaba recuando.


O que me dá uma certa esperança,sem os devaneios da minha tese acima, é que Falcão não irá tolerar que o time fique atrás.


Me agrada muito quando ele refere que o time adiantado está mais perto da área do adversário do que da nossa.Uma idéia autêntica, basta um pouco de tempo e que as pessoas pensem na mesma direção.


Avante Falcão!

Terça-feira, Abril 19, 2011

INTER 2 x 0 Emelec



Por: Bruno Rodrigues

http://twitter.com/vininews
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Última partida pela fase de grupos da Libertadores 2011. Jogo difícil e nervoso - como serão os mata mata - e vitória em casa.

O primeiro tempo foi bem complicado. O Emelec vinha jogando bem e o Inter não conseguia tirar o zero do placar. O novo esquema adotado por Falcão ainda não foi bem assimilado pela equipe e isso prejudicou - em parte - o desempenho Colorado.

Quando as coisas não estão saindo como o esperado a torcida Colorada sempre fez a diferença e empurrou o time. Mas no final do primeiro tempo não foi bem o que vimos. Vaias surgiram de parte da torcida e deixaram um clima tenso. Não concordo com essas atitudes que em nada ajudam. Devemos apoiar sempre, pois assim como temos onze jogadores defendendo o nosso amado Internacional, do outro lado temos o adversário com o mesmo objetivo que o nosso.

Veio o intervalo e o time se acertou. E ainda dizem por aí que o fator vestiário não pode mudar os rumos de uma partida.

Sóbis marcou o gol da tranqüilidade, do alívio, pois o time vinha crescendo de produção e o segundo gol seria uma questão de tempo. E quase que Guiñazu marcou o segundo. Ficou no quase, mas na sobra Damião guardou.

Inter em primeiro do Grupo 6 da Libertadores 2011. Que venha às Oitavas.

Saudações Coloradas.

Terça-feira, Abril 12, 2011

A camisa 5 tremula na casamata


Por Luciano Bonfoco Patussi
12 de abril de 2011
Postado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Quando todos consideravam “zebras” os clubes sediados no sul do Brasil, o Inter tratou de mudar a história. Calou o Maracanã, apenas 25 anos após o “Maracanazzo”. Imobilizou Rivelino. Trancou o forte time do Fluminense, que se viu sem reação. Impotente. Um mágico facho de luz iluminou a história que o futebol gaúcho escreveu além do Mampituba em 1975. Figueroa testou para o fundo da rede a desconfiança e a descrença, dando ao Internacional o seu primeiro título nacional. Falcão estava lá. Explodiu o Beira-Rio!

Em 1976, o Clube do Povo reeditou sua maior conquista até então. Se um título, em muitos casos, pode ser considerado um acaso do destino, dois é a confirmação sobre quem é o melhor. O protocolo carimbado. A glória. Falcão e Escurinho que o digam. Falcão. Escurinho. Falcão. Magia! A tabela aérea que encantou o Brasil colocou o Inter na decisão. Méritos para o grupo e, logicamente, para Falcão. Esquadrões diferenciados e inesquecíveis em nível planetário, isso é para poucos! Inter 76, o melhor time do mundo na época!

Não bastassem duas conquistas, era preciso carimbar o “S”, o “C” e o “I” como sendo uma “glória do desporto nacional” no decorrer de uma década inteira. Falcão sempre foi diferenciado. Em 1979, foi simplesmente Falcão. O Palmeiras e o Morumbi sucumbiram diante de sua atuação de gala. O Vasco da Gama e o Beira-Rio presenciaram o belo gol de Falcão na partida em que a terceira estrela dourada foi bordada sobre o peito. Inter 79, “O Time que Nunca Perdeu”, imortalizado em gols e na obra de Falcão na literatura colorada!

Em 1980, pouco antes de ser negociado na maior venda de atleta brasileiro para o exterior, Falcão ajudou o Internacional a cumprir sua primeira grande jornada fora do Brasil. Após eliminar Vélez Sarsfield e América de Cali, o Inter de Falcão foi vicecampeão da Copa Libertadores. Nem sempre vence o time com maior potencial. Talvez o Nacional, que mereceu a conquista, tenha apenas se tornado o responsável por ajudar Falcão a reescrever sua história vermelha na Libertadores, décadas mais tarde. Tudo está no seu devido lugar!

Na Roma, Falcão se tornou unanimidade. Foi coroado “Rei de Roma”. Ajudou o tradicional clube da capital italiana, de fiel e fanática torcida, a reconquistar o título nacional, após décadas de espera. Falcão disputou duas Copas do Mundo e inclusive esteve na seleção brasileira de 1982, um dos times que jogou o futebol mais vistoso da história. Mais tarde, quando estava no São Paulo, abandonou o gramado. O futebol jamais voltaria a ver, ao vivo, os desfiles do “maior camisa 5” de todos os tempos. Tudo tem seu tempo.

Como treinador, Falcão ajudou a renovar o elenco da seleção brasileira em 1991. Na Copa América, o Brasil foi segundo colocado, perdendo o título apenas no saldo de gols para a seleção argentina, que vivia um momento diferenciado tecnicamente em sua história. Em 1993, o Inter estava em um momento difícil. Fez várias contratações, algumas de qualidade técnica duvidosa. Mesmo assim, Falcão foi o treinador e fez um trabalho razoável, mantendo o time vermelho vivo até a última rodada do campeonato nacional.

Falcão treinou a seleção japonesa. Deu sequência a apaixonante mania do futebol, que iniciou de forma mais avassaladora com Zico e invadiu por completo a terra do sol nascente. Foi técnico do América, um dos clubes mais populares do México. Em todas as suas aparições, fez trabalhos razoáveis. Não foi campeão, mas também não teve grandes fracassos, no que tange a avaliação sobre toda a realidade envolvida em cada situação. Jamais foi demitido de seus clubes e seleções.

Em determinado momento, Falcão optou por seguir carreira jornalística, sendo comentarista, colunista e agregando qualidade às informações e análises passadas para seu público, tudo graças a seu conhecimento e a busca constante pela qualificação. Como comentarista, Falcão também foi diferenciado. Neste meio tempo, buscou informação e maior conhecimento, estudou, conversou com ícones do futebol mundial e, finalmente, decidiu voltar para o futebol no campo. Agora em pé, ao lado do gramado.

Em 10 de abril de 2011, foi anunciado como treinador do Internacional. Dia 11, foi apresentado oficialmente. A partir de agora, como ele mesmo diz, perseguirá títulos e recordes. Buscará um futebol ofensivo e equilibrado, algo que vem bem ao encontro dos valores históricos do Clube do Povo do Rio Grande do Sul. O vento gélido sopra na beira do Guaíba, invade as arquibancadas e adentra o gramado. A camisa 5 tremula na casamata. A história não se apagará jamais. Falcão, o mito, agora é treinador do Internacional!

Quarta-feira, Abril 06, 2011

Jaguares 1 x 0 INTER

Por: Bruno Rodrigues

http://twitter.com/vininews
http://espacocolorado.blogspot.com



O Inter entrou em campo, não jogou e deixou escapar a possibilidade de ficar com a melhor campanha da primeira fase. É lamentável, mas futebol tem disso. Perder para o lanterna do campeonato mexicano é mais preocupante do que parece.

A classificação ficou para o próximo jogo diante do Emelec. Coisa que não preocupa nenhum pouco, desde que o Inter volte a ser o Inter.

Parece que o fuso horário pegou os jogadores em cheio e eles entraram em campo numa hora que estão acostumados a dormir. Foi difícil ver o jogo em que o time não tinha objetividade, a zaga "com o freio de mão puxado", laterais estáticos e - por incrível que pareça - D'Alessandro e Oscar muito abaixo da média.

Bom, não há muito o que falar. Os problemas são os mesmos há tempos e quando perdemos por esses motivos não há a mínima inspiração para escrever. É esperar o Emelec e por enquanto ir descontando essa "raiva" no Gauchão.

Saudações Coloradas.

200 VEZES GUIÑAZUUUUUUUUUUU


Por: Luciano Emiliano
http://coloradodegaranhuns.blogspot.com/




Hoje o Guerreiro Colorado, o "Gladiador dos Pampas" completa 200 jogos com o manto sagrado do nosso INTER, 200 jogos de muita garra e luta, um verdadeiro exemplo de raça e amor a sua profissão. Com a camisa do INTER Guiñazu já provou ser ídolo e ajudou o Colorado a conquistar vários títulos, Gauchão, Dubai Cup, Copa Suruga, Sulamericana e Libertadores.

Parabéns Guiñazu você realmente é fora do normal, parabéns Colorados, nós é que temos que comemorar...









Segunda-feira, Abril 04, 2011

UM ESTÁDIO EM MOSAICO OU TODO VERMELHO?

Por João Munari Amigo, sei que aproxima-se o jogo contra o Jaguares e que o nosso time ainda procura a melhor mecânica de jogo. Sobre a zaga colorada, não quero bancar o diferente mas sinceramente, ao lado do Bolívar eu colocaria o Juan ou o Rodrigo Moledo. Aliás, o Moledo causou-me uma ótima impressão no Inter B: seguro, forte e rápido. Falta-lhe talvez, uma única chance para atuar neste time titular. Acho que nunca mais sairá do time. Se a chance um dia chegar.. A foto acima? AH! Eu não vou desistir tão fácil. Tudo farei para que a atual direção ,pelo menos, avalie a hipótese de termos um estádio inteiramente vermelho, a exemplo do estádio do Manchester. Acho muito mais bonito do que o tal mosaico que temos no nosso Gigante. E como estamos em processo de reformas parece-me a hora certa de testarmos ou ouvirmos a opinião da nossa torcida. Um abraço e siga teu rumo de vitórias ,Alvi Rubro !

Sexta-feira, Abril 01, 2011

Clemer: do Maranhão para o mundo


Por Luciano Bonfoco Patussi
01° de abril de 2011
Postado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

No início de 2002, o Internacional reformulava completamente o seu elenco de atletas. Sem títulos desde 1997, o clube necessitava dar uma resposta positiva ao seu torcedor, no menor prazo possível. Para dar segurança ao gol colorado, Carlos Germano foi contratado. Campeão da Copa Libertadores de 1998 pelo Vasco da Gama, Germano já treinava no Beira-Rio, apesar de faltar a liberação da Justiça do Trabalho, visto que o arqueiro estava em litígio com o Santos. João Gabriel, outro goleiro do elenco rubro, sofreu uma lesão. Desta forma, o Inter não poderia aguardar, ainda mais, a liberação de Carlos Germano, que já se tornava uma novela com ares dramáticos. Desistiu de sua contratação. Para reforçar o gol de forma urgente e com menor risco de errar na reposição, o Inter repassou ao Flamengo o guarda-metas Renato, jogador que não teve sucesso em sua passagem pelo Beira-Rio. Deu ainda, ao rubro-negro carioca, mais uma quantia financeira. Em troca? Clemer foi liberado pelo Flamengo e anunciado como novo reforço do Internacional em março de 2002.

Na época eu havia completado 20 anos de idade. Colorado apaixonado, fanático e louco que era, fiquei um tanto desconfiado. Não era um admirador do futebol de Clemer. Embora o arqueiro tivesse muita experiência e alguns títulos conquistados na carreira, era uma contratação que, em um primeiro momento, não me agradou. Gosto e convicção, cada um tem os seus. Certo ou errado, isso é outro assunto. A grande verdade é que o tempo passou e Clemer ganhou a confiança de boa parte dos torcedores. Até a Copa do Brasil de 2004. Nesta competição, Clemer foi expulso da partida contra o Vitória, após arremessar a bola contra um gandula que estava retardando o reinício da partida. Prejudicou o time, que foi eliminado. No instante do apito final, completamente transtornado em frente a um aparelho de televisão que, em miragem, via como um alvo convidativo à guerra, decretei: “o Inter nunca vai vencer com este goleiro”. Frases populares, como por exemplo, “nunca diga nunca”, são sábias verdades.

O tempo passou e eu posso dizer, contrariando totalmente as palavras por mim anteriormente escritas, “nunca”. Nunca esquecerei que Clemer sempre brigou pelos interesses do Internacional, acima de qualquer suspeita; nunca esquecerei da defesa praticada por Clemer, já nos acréscimos de um dramático final de partida contra a LDU, jogo este que foi um dos mais aguardados da história e que plantou, em todos os corações colorados, madrugadas inesquecíveis de angústia, esperança e paixão; nunca esquecerei dos minutos finais do jogo derradeiro contra o São Paulo, partida em que Clemer fez defesas que traziam à mente um filme retroativo sobre os anos que passei ao lado do Inter e que fez enxugar, mesmo que parcialmente, as lágrimas da decepção de 2005, sentindo o emocionante sabor de uma grande conquista; nunca esquecerei do “vai que é sua, Clemer”, nos chutes de Deco, Ronaldinho Gaúcho e companhia Ltda, em um jogo que mostrou, à todos, os valores que o vermelho e o branco do Inter representam. Inter do Rio Grande. Inter do Brasil. O Inter é o Brasil, para o mundo inteiro assistir!

Clemer Melo da Silva é um vitorioso que atropelou a desconfiança de alguns torcedores para gravar o seu nome na história. Defendeu o Inter em 354 jogos durante 8 anos como goleiro e ergueu mais de 10 troféus. Podem não gostar. Podem não simpatizar. Podem qualquer coisa. Mas é preciso reconhecer e respeitar todos os grandes momentos que o goleiro mais vitorioso da história do Inter proporcionou para todos os colorados e coloradas espalhados mundo afora. Recentemente, Clemer foi anunciado como treinador da categoria 94 das equipes juvenis do Inter, isso após curta passagem como treinador de goleiros. Só o que podemos, neste momento, é desejar sucesso nessa nova empreitada do “camisa 1” colorado, além de ficar na torcida para que ele possa alcançar os seus sonhos. Agora, como treinador de futebol.

PRINCIPAIS TÍTULOS DE CLEMER NO INTER

Copa do Mundo de Clubes: 2006.
Copa Libertadores da América: 2006.
Copa Sul-Americana: 2008.
Recopa Sul-Americana: 2007.
Campeonato gaúcho: 2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009.

Além destes títulos, Clemer ajudou o Inter na conquista da Dubai Cup em 2008, nos Emirados Árabes Unidos, e ganhou ainda a Suruga Cup em 2009, no Japão. Foi o preparador de goleiros do time colorado na conquista do bicampeonato da Copa Libertadores da América em 2010. Agora, a nova jornada deste vitorioso cidadão, que saiu do Maranhão para conquistar o mundo, será na casamata, comandando a equipe juvenil do Internacional. Sucesso, Clemer! A nação colorada agradece por toda a colaboração que prestaste nos grandes títulos recentes da história do Clube do Povo do Rio Grande do Sul!

DESTAQUES

ESPECIAL DO CENTENÁRIO:
História Colorada e Fotos Antigas

ENTREVISTA: Delegado Poppe

O INTER NA REVISTA PLACAR

POESIAS COLORADAS

ALEXANDRE PATO NO INTER


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