Quinta-feira, Março 31, 2011

INTER 3 x 0 Jorge Wilstermann



Por: Bruno Rodrigues

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Vitória em casa e com uma boa atuação. Esse é o Inter da Libertadores, que joga fácil e dá show sob o comando do talismã Oscar.

Sempre digo que contra time fraco tecnicamente temos a obrigação de golear. Tentamos mas a bola teimava em não entrar. Ficamos no 3 a 0, mas poderíamos ter feito mais, ter feito um saldo maior em busca da melhor ou das melhores campanhas na primeira fase. Ainda tem muita bola pra rolar, mas não podemos deixar pra outro jogo o saldo podemos fazer hoje.

Desta vez Damião não marcou e a vitória ficou a cargo dos meias. Destaque para a boa partida de Bolívar e Wilson Mathias. Será que o general está devolta com aquele futebol que o consagrou no Campeão de Tudo ? ? ? Tomara que sim.

Em compensação Nei deixou muito a desejar. Todos sabemos de suas limitações, porém é um jogador que pode render um pouco mais. Parece que falta um pouco de força de vontade.

Outro detalhe importante é a falta de estímulo que é dado aos jogadores por parte da comissão técnica. Se não era nesse jogo que Cavenaghi deveria entrar e tentar mostrar seu futebol, não sei quando será. Complicado...

A vitória nos garante uma certa tranqüilidade e mostra que somos o melhor time do grupo e que se tudo correr como esperado fecharemos a primeira fase em primeiro e com folga.

Saudações Coloradas.

Terça-feira, Março 22, 2011

Parceria: menor risco em longo prazo


Por Luciano Bonfoco Patussi
22 de março de 2011
Publicado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Os conselheiros do Internacional optaram, em reunião na noite desta segunda-feira (21.03.2011), por dar sequência as obras de reforma do estádio Beira-Rio através de um contrato de parceria com uma construtora. Não acompanhei a reunião citada, mas a repercussão que ela teve e as colocações que foram divulgadas nos veículos de comunicação deixam claro uma situação: ao mesmo tempo em que a decisão demorou a ser tomada, ela foi compartilhada com todos dentro do clube e, depois de analisada sob todos os aspectos, se obteve a melhor posição possível para o presente momento.

Caso o Internacional optasse por dar andamento às obras através de seus próprios recursos, e sabendo que o clube apresenta déficit ao final de cada temporada, haveria um risco enorme. Assim sendo, duas situações norteariam o caminho a ser trilhado, ambas as opções sendo insatisfatórias e insuficientes: ou faltaria dinheiro para dar andamento às obras e elas ficariam em segundo plano, o estádio seria “remendado” e concorreria em desvantagem com arenas modernas que estão programadas para ser erguidas, não só a do Grêmio, mas também em nível nacional, como a do Palmeiras, a do Corinthians, entre outras; ou ainda, mesmo com a falta de verba, se daria andamento as obras, em ritmo lento, e isso acarretaria em uma drástica redução nos investimentos realizados no futebol. O time, em campo, passaria a dar volta olímpica com a obtenção de vagas.

Com a parceria, o Internacional negociará com a Andrade Gutierrez e também com outras construtoras que venham a realizar propostas nos próximos dias, colocando sua posição para as empresas, buscando uma negociação boa para todos os lados. Assim, se chegará a um meio termo. Ou seja, ao invés de a construtora explorar os espaços comerciais do entorno do estádio por 20 anos, talvez se chegue a um consenso de 15 temporadas. Quem sabe, até 25 anos, desde que gradativamente o Internacional comece a receber percentuais dos lucros já nas primeiras temporadas. Há ainda a questão da utilização do ginásio Gigantinho, que pode ser sugerido como opção de exploração para o parceiro do clube. Mais ainda: o Internacional terá o seu tão sonhado e fundamental Centro de Treinamento.

A partir deste momento, a questão é negociar. A melhor decisão possível foi tomada pelos conselheiros, pensando no longo prazo e nas situações que representam menor risco para o clube. Isso sem citar a questão dos jogos da Copa do Mundo, que é um evento importante, sem sombra de dúvidas, mas em minha visão fica em segundo plano neste momento fundamental na definição do rumo que o clube tomará nas próximas décadas. Sabemos que há agremiações concorrentes que estão mobilizadas, em todas as frentes, para levar partidas da Copa do Mundo para o seu campo de jogo. “Eles” não divulgam isso de forma clara, mas vários acontecimentos polêmicos dos últimos dias, envolvendo, além de alguns clubes, a confederação de futebol do país, mais a maior emissora televisiva nacional, comprovam essa situação. Basta um pouco de senso de análise para se concluir isso. Mas este é um assunto para outra oportunidade, até para não perdermos o foco do tema GIGANTE PARA SEMPRE.

O Conselho Deliberativo do Sport Club Internacional está, neste caso, de parabéns pela decisão tomada. A direção, que também merece ser elogiada pela clareza demonstrada, conclamou a todos para tomar uma decisão de relevância gigantesca, e a resposta a esta convocação foi satisfatória, atendendo a maior parte das expectativas. O torcedor colorado pode ficar tranquilo. O melhor para o clube será feito!

Direitos da TV definirão o estádio da Copa em Porto Alegre?

por Gerson Sicca
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Segundo o jornal esportivo "Lance", o rápido acerto entre Globo e Grêmio, que só pode ter ocorrido dessa forma para isolar Fábio Koff, reconhecidamente ligado ao time gaúcho, teria como contrapartida a escolha do estádio gremista para a Copa.
A CBF nega, o que não quer dizer nada.
Afora a discussão sobre o modelo adotado para o Beira-Rio, o fato é que o Internacional entrou em um jogo perigoso. Valorizou muito a Copa, fez o alarde e agora pode perder os jogos do Mundial graças a uma articulação de bastidores de interesses absolutamente subalternos, caso confirmado o boato.
Em suma, se a Copa for para o Grêmio, será a hora de perguntar se não valeria a pena ter ignorado desde o início o Projeto 2014. Certamente, uma discussão cuja conclusão não se obtém de forma fácil.

Sexta-feira, Março 18, 2011

Jorge Wilstermann 1 x 4 INTER

Por: Bruno Rodrigues

http://twitter.com/vininews
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Altitude que nada. No Inter é Atitude e Goleada.

Parece que a lição foi aprendida. Contra o Emelec poderíamos ter vencido e o "tio" Celso fez o que todo mundo sabe. Agora foi completamente diferente. Time fraco tem que ser goleado. Seja em casa ou fora, seja na altitude. Não importa. Time que é o atual Campeão e está em busca do Tri tem que se impor e fazer saldo.

O jogo começou quente pro JW. Partiram para o ataque e levamos muita pressão. Menos de 5 minutos e Lauro já havia salvado um gol certo do JW. A pressão boliviana continuou até marcarem o gol, aos 15 minutos. Depois disso o Inter acordou e dominou a partida. Confesso que nos primeiros minutos de jogo achei que a coisa ia se complicar pro nosso lado.

Pela primeira vez na temporada tivemos um aumento significativo de pontos positivos e diminuição, também significativa, de pontos negativos.

Vamos começar pelos poucos negativos. Lauro começou bem o jogo fazendo boas defesas e depois acabou tomando o gol por ter ido atrasado na bola. Aliás, esta foi a maior dificuldade do nosso "camisa 1", a falta de adaptação à altitude. Nossa zaga apresentou não foi bem no início e depois que havíamos virado pra 3 a 1. Apresentou alguma desatenção mas não comprometeu. Tinga e Bolatti tiveram atuações discretas, não rendendo o mesmo que o time estava apresentando.

Oscar jogou o que sabe e mais uma vez se destacou. Damião fez o importante gol da virada em uma das suas principais características, além da roubada de bola e o presente para Zé Roberto marcar. Este último, por sinal, se tivesse com o pé calibrado tinha feito mais uns Dois gols e umas Duas assistências. Andrezinho foi outro que entrou bem e fez uma boa participação com seus passes sob medida.

Quando o jogador não vai bem, nós sempre comentamos e criticamos. Dessa vez nosso "amigo" Wilson Mathias entrou bem e contribuiu positivamente para o time. Marcou bem pelo lado direito e - enfim - merece nossos aplausos.

Por último o verdadeiro destaque do jogo: Juan Ignacio Brown. O zagueirão foi sem duvida nenhuma "o cara". Marcou a favor, marcou contra, cochilou e deixou Damião roubar a bola pro gol de Zé Roberto. Aposto que na próxima rodada da Libertadores em que o Inter receberá o próprio JW, Brown não sairá do Beira Rio sem a Carteira de Sócio. Valeu amigão.

Saudações Coloradas.

AS OBRAS DO GIGANTE




Por João Munari
A foto acima dá a idéia de que mesmo Falcão, um dos maiores ídolos da história colorada, tambem como torcedor engajava-se no mutirão das obras do nosso Gigante.
Hoje em dia, tenho a impressão de que nós sócios, ou torcedores em geral, não somos tão convocados assim a opinar sobre as questões da reforma do Beira Rio.
Muitos interesses estão em jogo e há muita divergência a respeito.
Já imaginaram se lá atrás fosse realizado uma enquete com os sócios para saber se o Inter deveria candidatar-se a sediar a Copa 2014? E se torcida votasse contra? Certamente isso iria desagradar a muitos setores da economia,principalmente na área da construção civil.
Volto a ratificar a minha opinião: a única coisa que considero fundamental é justamente a que menos dão bola, a cobertura do estádio!
De nada adiantam suítes climatizadas se pego chuva e frio quando vou com meu filho ao estádio!
Porem,como dizem os dirigentes: isso não está no caderno de encargos da FIFA!
Lembrem-se disso,senhores do poder!
Boa semana.
João Munari

Sexta-feira, Março 11, 2011

Os Primeiros Clássicos do Colorado (Década de 10)

POR: Raul Pons

Alguns adversários colorados na primeira década de vida. O principal rival, por ter uma história razoavelmente conhecida, não vai aparecer aqui.

Fussball Club Porto Alegre: foi fundado em 15.09.1903, pelos ciclistas da Sociedade Blitz (Rodforvier Verein Blitz). Alguns fundadores: C. Rosenfeld, Guilherme Trein, Hugo Brenner, Oscar Matte, Otto Niemeyer e Rodolfo Campani. Seu campo se localizava em um terreno cedido pelo Dr. Luiz Englert, na rua Voluntários da Pátria. Em 1911 a prefeitura abriu uma nova rua, que cortou o campo ao meio. Mudou o nome para Football Club Porto Alegre, em 1917, por força da I Guerra Mundial. Viveu dois grandes momentos, em 1923, quando classificou-se para a final do campeonato municipal, que nunca ocorreu, e em 1928, quando contratou Eurico Lara e ganhou o Torneio Início, mas fracassou no municipal. O clube chegou a ter um bom estádio, a Chácara das Camélias, mas perdeu força e desapareceu no início dos anos 1940.

Grêmio Foot Ball 7 de Setembro: foi fundado em 15.08.1909, com as cores branco e verde. Entre seus fundadores, algumas pessoas e famílias ligadas ao Internacional: Lothario Kluwe, João Kluwe, Archymedes Fortini e Guilherme Kluwe. Participou da fundação da Liga de Foot-Ball Porto Alegrense, em 1910. Seu campo ficava no Menino Deus. Após um desentendimento com os demais clubes, retirou-se da Liga em 1912, desaparecendo pouco depois.

Militar Football Club: Clube formado por alunos da Escola de Guerra, em julho de 1909. Ganhou o primeiro campeonato municipal, em 1910, mas foi extinto no início de 1911, com a transferência da Escola para o Rio de Janeiro.

Fussball Manschaft Frisch Auf: Clube ligado à atual Sogipa, há discordâncias sobre o ano de fundação, 1908 ou 1910. Desapareceu em 1917. Suas cores eram o branco, preto e vermelho.

Sport Club Nacional: Fundado em 07.08.1909 por Henrique Desjardins, José Luiz Fagundes e Arlindo Ramos, entre outros. Participou, em 1910, da fundação da Liga de Foot-Ball Porto Alegrense. Era alvi-negro. Em 1912 levou 16x0 do Internacional (maior goleada colorada). Fechou as portas no mesmo ano.

Sport Club Colombo: Já estava em atividade em 1911. Disputou alguns campeonatos municipais, fechando as portas em 1915 ou 1916.

Sport Club Americano: Fundado em 04.07.1912. Demorou para ingressar na liga oficial, mas obteve alguns bons resultados na década de 1920, quando foi campeão municipal em 1924, 1928 e 1929, e campeão gaúcho em 1929. Tinha seu campo na Rua Larga, próximo ao HPS. No início da década de 1940, enfraquecido, tentou uma fusão com um grupo de estudantes, passando a chamar-se Americano-Universitário. A fusão deu errado e o time faliu.



No início de 1913, a sala de troféus colorada já contava com uma taça disputada em um torneio interno, em 1911, com o troféu ganho no amistoso contra o União, de Pelotas, em 1912, e com a Taça 12 de Abril, do campeonato municipal de 2º quadros de 1912. Mas faltava ainda um título oficial.

Nessa temporada, seria disputado o 4º campeonato da cidade. Em 1910, o extinto Militar levantara a taça, e nos dois anos seguintes o Grêmio sagrara-se campeão. Em 1913 novamente o Tricolor da Baixada surgia como favorito, mas o Internacional prometia endurecer a disputa.

Além da dupla Gre-Nal, disputavam o campeonato as equipes do Colombo, Frisch Auf e Fussball. Retornavam à liga o Frisch Auf (que se desfiliara no final de 1910) e o Fussbal (que abandonou o campeonato de 1912), enquanto o Colombo estreava na competição.

Na sua primeira partida, o Colorado já teve pela frente o mais forte rival. Jogando em casa, na Chácara dos Eucaliptos, o Internacional perdeu por 2x1. Ainda não seria dessa vez que derrotaríamos o Grêmio.

O campeonato prossegue com mais alguns jogos, em que Grêmio e Internacional vão se mostrando superiores aos demais. A terceira força do campeonato era o Fussball. No jogo entre Internacional e Fussball, houve desavenças em relação à arbitragem. O árbitro da partida, sócio do Grêmio (os árbitros, na época, eram sócios dos clubes), foi acusado pelos atletas colorados de favorecer o Fussball, na partida que terminou empatada em 1x1. Inconformados com a acusação, Fussball e Grêmio abandonaram a liga.


Sem adversários a altura, o Internacional passeou no restante do campeonato, goleando os dois clubes remanescentes. Na abertura do returno, em 24 de agosto de 1913, o Internacional venceu o Colombo por 6x0, conquistando o título por antecipação.

O time-base colorado, neste campeonato, foi: Russomano; Ary e Simão; Barbieri, Carlos Kluwe e Pedro Chaves; Túlio, Galvão, Bendionda, Müller e Vares.

Destacavam-se na equipe o lateral-esquerdo Pedro Chaves, o centroavante Bendionda e o ponteiro-esquerdo Vares, que muitos diziam só não ter chegado à Seleção Brasileira, nos anos seguintes, porque atuava no sul do país. Mas o craque da equipe e líder dos jogadores era Carlos Kluwe, talvez o primeiro grande herói colorado.

Partidas:

1º Turno

22.06 Internacional 6x0 Colombo

10.08 Internacional 10x1 Frisch Auf

31.08 Colombo 4x0 Frisch Auf

2º Turno

24.08 Internacional 6x0 Colombo

28.09 Internacional 5x1 Frisch Auf

05.10 Colombo 5x1 Frisch Auf


A partida entre Colombo e Frisch Auf, do 1º turno, ocorreu após iniciado o 2º turno.

Além destas partidas, o Internacional jogou mais duas, que foram desconsideradas por seus clubes terem abandonado a liga.
08.06 Grêmio 2x1 Internacional

06.07 Internacional 1x1 Fussball

Classificação final - pontos ganhos (considerando apenas as equipes que disputaram o campeonato até o final):

1º Internacional - 8

2º Colombo - 4

3º Frisch Auf - 0

Nota: Equivocadamente, algumas listas consideram o Grêmio campeão citadino de 1913 pela Associação de Foot-Ball Porto-Alegrense. Esta entidade, no entanto, só foi criada no 2º semestre de 1914. Após abandonarem a Liga, Grêmio e Fussball limitaram-se a disputarem amistosos, no restante do ano de 1913.

Quinta-feira, Março 10, 2011

NIKE OU ADIDAS NO INTER,PORQUE NÃO?




Por: João Munari
Nestes dias de amenidades em que o nosso time somente treina deparei-me a rever gols do final dos anos 70 e uma lembrança surgiu: como era bonito quando a ADIDAS desenhava os nossos uniformes!
Nesta mesma semana ,curtindo uma ressaca pós carnaval assisti a Barcelona X Arsenal e me chamou a atenção os uniformes da NIKE que as duas equipes utilizavam.
Então deparei-me com uma questão:
Se o colorado é considerado o clube da década e vem conquistando titulos internacionais desde 2006,como que empresas desta envergadura não estão próximas ao clube?
NIKE ou ADIDAS não gostariam de estampar suas logomarcas num clube vitorioso que está sempre chegando desde 2005?
ADIDAS e NIKE não conseguem superar a proposta da atual fornecedora de material esportivo do clube?
Estranho..
Não temos acesso a muitas questões comerciais que envolvem os contratos de uma fornecedora com o clube, mas sabemos que uma NIKE ou ADIDAS tem muito mais poderio financeiro do que qualquer outra empresa de material esportivo que conhecemos.
Vendo os jogos da Libertadores notei que o Libertad é patrocinado pela NIKE.. Será que aquele clube paraguaio tem mais bala na agulha ou tem mais visibilidade que o INTERNACIONAL?
Duvido muito.
E sigo achando muito estranho.
Mas chegará o dia em que o nosso INTERNACIONAL ,por sua grandeza, terá seus uniformes desenhados por uma diferenciada fornecedora de material esportivo. Assim será.
Boa semana

Segunda-feira, Março 07, 2011

OS ESTRANGEIROS DO INTERNACIONAL

A conquista do Bicampeonato da Libertadores da América com a qualidade de Andréas D'Alessandro e a raça de Pablo Guiñazu chamou atenção de todos para o grupo de brasileiros, argentinos e uruguaios de alto desempenho montado pelo Internacional para essa nova conquista.

Porém o Internacional não é de hoje que trabalha com muitos estrangeiros em seus grupos. Os grandes títulos sempre tiveram sotaque estrangeiro. Já no primeiro título gaúcho em 1927 tinha o uruguaio Donaldo Ross no ataque. Tivemos o memorável Rolo Compressor com o argentino Villalba entre os artilheiros. Dom Elias Figueroa, o capitão campeão brasileiro. Ruben Paz o craque dos anos 80. Gamarra o craque dos anos 90. A lista é muito grande.

Veja a relação de todos os estrangeiros que já vestiram a camisa do Internacional.

JOGADORES

Alemanha

Bahr (Zagueiro, 1910)
O alemão With Bahr chegou ao Inter em junho de 1910, juntamente com os compatriotas Friedrich Heier e Frankenreiter. Por algum motivo, estes últimos não chegaram a jogar no Inter em 1910. Primeiro estrangeiro a jogar com a camisa do Internacional, natural de Baden, estreiou em 26 de junho de 1910, no quinto jogo da história do Internacional, contra o S.C. Nacional pelo Campeonato Citadino, vitória por 5x0.

Argentina

Amelli (Zagueiro, 2002)
Horacio Andrés Ameli (Rosario, Santa Fé, 7 de julho de 1974) foi zagueiro do Internacional em 2002. Começou sua carreira profissional em 1994, defendendo o Colón (ARG). Jogou também no Rayo Vallecano (ESP) e San Lorenzo (ARG) até transferir-se para o Internacional em 2002. Ficou pouco tempo no Clube, apesar de boas atuações. Em 2002 ainda foi jogar no São Paulo (BRA). No Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho de 2002.

Beresi (Meio-Campo, 1948)
Mario Beresi (Rosário, 19 de abril de 1918), foi tirado do Grêmio, e atuou no Inter em 1948, fazendo 27 jogos, sem marcar gol. Jogou pelo Inter no Gre-Nal dos 7x0, maior goleada do Inter em clássicos.

Bolatti (Volante, 2011-atual)
Mario Bolatti (La Para, 17 de fevereiro de 1985) é atual volante do Internacional. Iniciou a carreira no Belgrano com estréia em agosto de 2003. Destacou-se no campeonato argentino e foi comprado pelo Porto (POR) em 2007, ano de sua primeira convocação para a seleção argentina. Em 2010 foi dele o gol salvador da Argentina nas eliminatórias da Copa do Mundo, na vitória de 1x0 sobre o Uruguai em Montivideo. Estava na Fiorentina (ITA) quando foi contratado pelo Internacional.

Cavenaghi (Atacante, 2011-atual)
Fernando Cavenaghi (O'Brien, 21 de setembro de 1983) é atual atacante do Internacional. Contratado para a temporada 2011, jogador revelado pelo River Plate (ARG) tem passagens na Seleção Argentina e também pelo futebol europeu. Estava emprestado no Mallorca (ESP) quando foi contratado por empréstimo pelo Inter, antes atuou no Spartak Moscou(RUS) e Bordeaux (FRA).

Claudio Garcia (Atacante, 1995)
Claudio "Turco" García (24 de agosto de 1963) foi um atacante de apenas um jogo no Inter. Jogador de Seleção Argentina, em 1995, estreou o badalado Cláudio Garcia. Visivelmente fora de forma, atuou em apenas uma partida (um empate em 0x0 com o Olímpia, pelo Torneio Rei Dada, que não terminou, pois os organizadores fugiram com o dinheiro). Garcia não passou no exame médico e foi dispensado.

D'Alessandro (Meio-Campo, 2008-atual)
Andrés Nicolás D'Alessandro (Buenos Aires, 15 de abril de 1981) é atual meio-campista do Internacional. Contratado em 2008, D'Alessandro foi revelado nas categorias de base do River Plate (ARG), Clube que teve grande destaque. Antes de chegar no Inter, ainda atuou no Wolksburg (ALE), Portsmouth (ING), Real Zaragoza (ESP) e San Lorenzo (ARG). No Inter chegou para substituir Alex que seria negociado em 2009, tempo suficiente para os dois juntos conquistarem a Copa Sul-Americana 2008, com um 2009 de altos e baixos, em 2010 virou o grande craque que a torcida esperava, fundamental na conquista da Libertadores da América, grandes atuações que levaram de volta a Seleção Argentina. Em dezembro de 2010 foi eleito o melhor jogador da América em 2010 pelo jornal El País do Uruguai, prêmio tradicional na América do Sul. No Internacional conquistou a Copa Sul-Americana 2008, Campeonato Gaúcho 2009, Copa Suruga Bank 2009 e Copa Libertadores da América 2010.

Escobar (Meio-Campo, 1942)
Vilson Palmo Escobar, passou mais tempo atuando nos aspirantes. Pelo time principal disputou uma única partida em 18 de outubro de 1942, na vitória de 7x3 contra o Armour.

Fandiño (Meio-Campo, 1947)
Jogou na segunda metade da década de 40, participou de 4 clássicos Gre-Nal, todos em 1947, com 3 vitórias e 1 empate. Fez um gol em Gre-Nal.

Goycochea (Goleiro, 1995-1996)
Sergio Javier Goycochea (Lima, 17 de Outubro de 1963) foi goleiro do Internacional entre 1995 e 1996. Também atuou pelo River Plate (ARG), Cerro Porteño (PAR), Olímpia (PAR), Millonarios (COL), Velez Sarsfield (ARG), Newell's Old Boys (ARG) e Racing (ARG). Foi goleiro da Seleção Argentina na Copa do Mundo de 1990.

Guiñazú (Volante, 2007-atual)
Pablo Horacio Guiñazú (General Cabrera, 26 de agosto de 1978) é atual volante do Internacional. Na Libertadores 2006 chamou atenção seu bom futebol pelo Libertad (PAR), time que o Inter enfrentou na semifinal do campeonato. É canhoto, e tem como características a marcação, garra e a grande movimentação em campo. Antes do Inter e do time paraguaio atuou pelo Newell's Old Boys (ARG), Perugia (ITA), Independiente (ARG) e Saturn (RUS). Em 2007, desembarcou em Porto Alegre para ocupar o lugar de Tinga na equipe colorada. Titular absoluto, El Cholo Loco, conquistou a Copa Sul-Americana 2008, os Campeonatos Gaúchos 2008 e 2009, Copa Dubai 2008, Copa Suruga Bank 2009 e Copa Libertadores da América 2010.

Herbella (Zagueiro, 2004)
Juan Manuel Herbella (Buenos Aires, 3 de maio de 1978) foi zagueiro do Inter em 2004. Formado em medicina, tinha o apelido de "El Doctor", porém não conseguiu nunca mostrar bom futebol no Clube e sempre ficou na reserva.

Montaño (Atacante, 1959)
Hélio Montaño disputou apenas um amistoso em 21 de abril de 1954, 4x4 com o Botafogo (BRA) onde fez um gol, antes mesmo de assinar o contrato. Depois da partida, onde foi um dos destaques, o jogador pediu Cr$ 400 mil de luvas e mais Cr$ 25 mil por mês. O Internacional recusou-se a pagar estes valores e dispensou o atleta. Jogava no Peñarol (URU), na época, e antes havia atuado no Boca Juniors (ARG).

Pato Abbondanzieri (Goleiro, 2010)
Roberto Carlos "Pato" Abbondanzieri (Bouquet, 19 de agosto de 1972) foi goleiro do Internacional durante apenas um ano. Transferido em 2010 para o Inter, antes atuou por Rosário Central (ARG), Boca Juniors (ARG) e Getafe (ESP). Foi goleiro da Seleção Argentina na Copa do Mundo de 2006. Muito carismático, foi titular até as semifinais da Libertadores 2010. Despediu-se do futebol no Mundial de Clubes 2010, quando entrou na decisão do terceiro lugar entre Internacional e Seognam da Coréia do Sul. No Internacional conquistou a Copa Libertadores da América de 2010.

Rubén Dário (Meio-campo, 1994)
Rubén Dário Piaggio (General Villegas, 2 de abril de 1970) foi um meio-campo que chegou para o Internacional em 1994, atuou apenas uma partida, contra o Naútico, pelo Brasileiro de 2004. Ficou pouco tempo no Clube.

Silenzi (Volante, 1938-1939)
Cayetano Luis Silenzi foi volante do Internacional em 1938 e 1939. Foi o primeiro argentino a defender o Internacional, mas antes foi campeão nacional em seu país em 1931, pelo Boca Juniors (ARG), no primeiro campeonato profissional da Argentina, clube que atuou entre 1931 e 1933, jogou também no Talleres (ARG), All Boys (ARG) e Independiente (ARG), antes de ingressar no Internacional, em outubro de 1938. Estreiou em um amistoso em Bento Gonçalves contra o Esportivo (BRA), placar de 4x4. Sua estréia em Gre-Nal não poderia ocorrer em melhor partida: no Gre-Nal de 01 de novembro de 1938, que o Internacional venceu por 6x0 e o árbitro anulou mais 5 gols colorados. Atuou no Internacional até abril de 1939, despedindo-se em mais um Gre-Nal, que terminou empatado em 1x1. Jogador de futebol técnico, deixou saudade nos Eucaliptos, mas preferiu retornar à sua Buenos Aires querida.

Villalba (Atacante, 1941-1944 e 1946-1949)
José Villalba (San Tomé, agosto de 1919) foi um dos maiores atacantes da história do Internacional, chegou ao Colorado em 1941, vindo do pequeno San Tomé (ARG). Foi parte integrante do grande Rolo Compressor e ficou no Clube até 1944 quando partiu para o centro do país, jogando no Atlético Mineiro (BRA) e no Palmeiras (BRA). Retornou ao Internacional em 1946, jogando até 1949. É o segundo maior artilheiro colorado em Gre-Nais, com 20 gols, e em um Cássico Gre-Nal de outubro de 1948 fez 4 gols na vitória de 7x0 do Internacional. Encerrou a carreira no Rio Grande (BRA), em 1954, e tornou-se funcionário do Internacional até sua morte, em 1987. No Internacional conquistou os Campeonatos Gaúchos de 1941, 1942, 1943, 1947 e 1948.

Chile

Eros Pérez (Lateral, 2001)
Eros Roque Pérez Salas (Santiago, 3 de junho de 1976) foi lateral esquerdo do Internacional em 2001. Esteve no Inter sob o comando de Carlos Alberto Parreira, porém não aprovou.

Figueroa (Zagueiro, 1971-1976)
Elías Ricardo Figueroa Brander (Valparaíso, 25 de outubro de 1946) foi um dos maiores jogadores da história do Internacional. Considerado o melhor jogador de futebol da história do Chile, também foi eleito o melhor zagueiro da Copa de 1974. Seu lema era: " A grande área é minha casa. Aqui só entra quem eu quero". Figueroa chegou ao Internacional em novembro de 1971. Antes, havia jogado pelo Wanderers (CHI), Unión La Calera (URU) e Peñarol (URU). Vestindo a camisa colorada, Figueroa fez 26 gols em 336 jogos. Disputou 17 clássicos Grenal, tendo perdido apenas um e nunca foi expulso ao longo de sua carreira. Autor do "Gol Iluminado" aos 11 minutos do segundo tempo de 14 de dezembro de 1975, na final do Campeonato Brasileiro de 1975 entre Inter e Cruzeiro. No Internacional conquistou os Campeonatos Brasileiros de 1975 e 1976 e os Campeonato Gaúchos de 1971, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1976.

Letelier (Atacante, 1990)
Juan Carlos Letelier Pizarro (Valparaíso, 20 de maio de 1959) foi atacante do Internacional em 1990. Chegou veterano e com fama de ser um dos maiores artilheiros da Seleção Chilena, na qual disputou a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. No Inter ficou pouco tempo, porém fez um gol muito importante na vitória de 1x0 contra a Portuguesa em novembro de 1990, evitando o rebaixamento Colorado.

Colômbia

Bustos (Lateral, 2008 e 2011-atual)
Rubén Dario Bustos Torres (Villa del Rosario, 28 de Agosto de 1981) foi lateral direito do Inter em 2008 e um futebolista colombiano. Iniciou sua carreira no América de Cáli (COL) e destacou-se na Libertadores da América 2007 pelo Cúcuta Deportivo (COL) com ótimas cobranças de falta e apoio de qualidade. Em julho de 2007 transferiu-se para o Grêmio (BRA). Pouco aproveitado pela equipe tricolor, Bustos vivia um bom momento pela Seleção Colombiana. No ínicio de 2008, Bustos foi apresentado pelo Internacional, mas não teve boas atuações, foi reserva e acabou dispensado do grupo principal, passando por empréstimos e treinos em separado. Em 2011 voltou e está incorporado ao Inter B que disputará o Campeonato Gaúcho. No Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho 2008.

Cristian Borja (Atacante, 2007)
Cristian Martinez Borja (Quibdó, 1 de janeiro de 1988) chegou ao Inter em 2006, ainda para as categorias de base. Integrou o time B do Clube, porém foi aproveitado apenas em 2007 no Campeonato Gaúcho quando os titulares ainda estavam em férias. Atuou em 01.02.2007 na vitória de 2x1 conra o Glória, quando substituiu o Gustavo, e em 04.02.2007 na derrota por 2x1 para o Juventude, quando entrou no time no lugar do nigeriano Abu.

Hurtado (Meio-Campo, 1999-2000)
Héctor Hugo Hurtado Salazar (Cáli, 21 de setembro de 1975) foi um meia que jogou no Inter de 1999 a 2000. Destaque do América de Cali (COL) em 1998 quando foi um dos artilheiros da Copa Merconorte de 1998, logo foi contratado pelo Inter, porém fracassou.

Orozco (Zagueiro, 2007-2008)
Andrés Felipe Orozco Vázquez (Medellín, 18 de março de 1979) foi zagueiro do Internacional em 2007 e 2008. Contratado em 2007 para compor o grupo, teve apenas medianas autações, sua grande atuação no Inter foi na final da Copa Dubai contra a Internazionale. No Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho 2008 e a Copa Dubai 2008.

Rentería (Atacante, 2005-2006)
Wason Libardo Renteria Cuesta (Quibdó, 4 de julho de 1985) foi atacante do Internacional em 2005 e 2006. Costuma festejar os seus gols dançando o Ruque Raque e também imitando o Saci, símbolo do Internacional. A sua apresentação no Mundial Sub-20 de 2005 chamou a atenção de muito clubes em nível mundial e o Inter conseguiu sua contratação. Ídolo da torcida, irreverente, sempre entrava nos jogos e fazia gols. Fez um dos gols mais bonitos da história do Clube em 27 de Abril de 2006, jogando em Montevidéu, quando deu um lençol no adversário e concluiu de primeira. Na campanha campeã do clube em 2006, marcou ainda outro gol, desta vez contra a LDU do Equador na partida de volta das quartas-de-final, realizada no Beira-Rio. Uma lesão há dez dias do embarque para o Japão o tirou do grupo que foi campeão do Mundial de Clubes 2006 e encerrou seu ciclo na equipe colorada. No Internacional conquistou a Libertadores da América 2006.

Vargas (Volante, 2006-2007)
Fabián Andrés Vargas Rivera (Bogotá, 17 de Abril de 1980) foi volante do Internacional em 2006 e 2007. Vargas começou jogando em seu país pelo América de Cali (COL). De lá, jogou por sete anos pelo Boca Juniors (ARG), porém no meio desta história foi emprestado em 2006 ao Internacional para a disputa do Mundial de Clubes FIFA. Devido a lesões e constantes convocações pela seleção colombiana, o Inter decidiu não comprar o passe do jogador, e Vargas retornou ao time titular do Boca Juniors. No Internacional conquistou o Mundial de Clubes FIFA 2006.

Equador

Bolaños (Atacante, 2009)
Luis Alberto Bolaños León (Quito, 27 de março de 1985) foi atacante do Internacional em 2009. Chegou ao Inter pelo grupo DIS (Sonda) após passagem ruim pelo Santos (BRA). Antes havia passado por times equatorianos, em destaque para a LDU Quito (EQU) onde conquistou a Libertadores da América 2008. Logo no seu primeiro jogo pelo Inter no Beira-Rio, Bolaños marca três gols, numa partida contra o Coritiba pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Porém fracassou na sequência e sendo dispensado do grupo em 2010, emprestado para o Barcelona (EQU). Em 2011 foi novamente emprestado, agora para o LDU (EQU).

Nigéria

Abu (Atacante, 2006-2007)
Abubakar Bello-Osagie (Benin City, 11 de agosto de 1988) foi atacante do Internacional de 2006 a 2007, porém neste período praticamente atuou na equipe B, tendo apenas no início do Campenato Gaúcho 2007 algumas oportunidades no time principal em virtude das férias dos jogadores que foram ao Mundial de Clubes 2006. Abu teve passagens pelo River Plate (ARG) antes de vir para o Inter em uma parceria com o empresário Marcelo Housemann que também trouxe o nigeriano Obinna que nem chegou a jogar pelo Clube e abandonou o país.

Paraguai

Benítez (Goleiro, 1977-1983)

José de La Cruz Benítez Santa Cruz (Assunção, no dia 3 de maio de 1952) foi goleiro do Internacional entre 1977 e 1983. Também atuou pelo Olímpia (PAR) e Palmeiras (BRA). No Internacional conquistou o Campeonato Brasileiro de 1979 e os Campeonatos Gaúchos de 1978, 1981, 1982 e 1983.

Brites (Atacante, 1987)
Felix Amado Brites Roman (Assunção, 24 de março de 1967) atuou no Internacional em 1987 na campanha da Copa União quando o Internacional foi vice-campeão. Não teve boas atuações, porém destacou-se na semifinal contra o Cruzeiro (BRA), quando formou ataque com Amarildo e eliminaram a equipe mineira em pleno Belo Horizonte.

Enciso (Volante e Lateral, 1996-2000)
Julio César Enciso Ferreira (Capiatá, 5 de Agosto de 1974) foi volante e lateral direito durante o período de 1996 a 2000 quando atuou com a camisa do Internacional. Também atuou na Copa do Mundo de 1998 e nas Olimpíadas de 2004, onde conquistou a medalha de prata, pela Seleção Paraguaia. No Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho 1997.

Espínola (Zagueiro, 1997-1998 e 2000-2001)
Arnaldo Andrés Espínola Benitez (Assunção, 3 de maio de 1975) foi zagueiro do Internacional entre 1997 e 1998 e depois em 2000 e 2001. Chegou para ser o substituto de Gamarra, porém teve dificuldades para ser titular. Saiu do Inter em 1998 para o Cruzeiro (BRA), retornou em 2000.

Fernández (Goleiro, 1991-1993)
Roberto Eladio Fernández Roa (Assunção, 9 de setembro de 1954) foi goleiro do Internacional entre 1991 e 1993. Também atuou Cerro Porteño (PAR), Palmeiras (BRA), Español (ESP), Deportivo Cali (COL). Foi goleiro da Seleção Paraguaia na Copa do Mundo de 1986. No Internacional conquistou a Copa do Brasil de 1992 e o Campeonato Gaúcho de 1992.

Gamarra (Zagueiro, 1995-1997)
Carlos Alberto Gamarra Pavón (Ypacaraí, 17 de fevereiro de 1971) foi um dos maiores zagueiros da história do Internacional. Muitos especialistas colocam ele no melhor Inter de todos os tempos formando a zaga com Figueroa. Gamarra iniciou sua carreira no Cerro Porteño (PAR) em 1991 e, em seguida, passou pelo Independiente (ARG), antes de retornar ao Cerro. Em 1995, quando Gamarra assinou contrato com Internacional, que sua carreira realmente começou a deslanchar. Técnico, líder, ótima colocação e com forte poder de antecipação transformou-se no maior ídolo Colorado nos anos 90. Foi titular da Seleção do Paraguai na Copa do Mundo de 1998, considerado o melhor zagueiro da competição. No Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho 1997.

Gavilán (Volante e Lateral, 2003-2005)
Diego Antonio Gavilán Zarate (Assunção, 1 de Março de 1980) foi volante e lateral direito no período de 2003 a 2005. Gavilán iniciou sua carreira no Cerro Porteño (PAR), em 1998. Volante, de marcação, rapidamente, chegou à Seleção Paraguaia. Em 1999 foi negociado com o Newcastle, mas não teve muitas oportunidades, sendo emprestado para UAG Tecos (MEX), Internacional, primeira passagem no início de 2003, e Udinese (ITA). Finalmente, em 2004, acabou sendo contratado pelo Internacional, aonde foi muito irregular durante sua passagem. Em 2005, mudou-se para a Argentina, aonde passou a defender o Newell's Old Boys (ARG). No Internacional conquistou os Campeonatos Gaúchos 2003, 2004 e 2005.

Jacquet (Lateral, 1989)
Justo Pastor Jacquet Muñoz (Assunção, 9 de Setembro de 1961) foi lateral esquerdo do Internacional no final dos anos 90. Não conseguiu destaque e acabou sendo reserva na curta passagem pelo Internacional.

Zaballa (Zagueiro, 1990)
César Zabala Fernandez (Luque, 3 de junho de 1961) foi zagueiro do Inter em 1990. Participou da Copa do Mundo 1986 pela Seleção Paraguaia, porém não conseguiu render bom futebol no Internacional.

Peru

Hidalgo (Lateral, 2006-2007)
Emilio Martín Hidalgo Conde (Lima, 15 de Junho de 1976) foi lateral esquerdo do Internacional em 2006 e 2007. Hidalgo chegou por empréstimo ao Internacional, em agosto de 2006, para reforçar o time e substituir Jorge Wagner que havia saído após a Copa Libertadores da América. Atuou no Campeonato Brasileiro de 2006, onde foi vice-campeão, e foi titular da primeira partida do Colorado no Mundial de Clubes FIFA 2006. Com problemas na negociação do empréstimo com o Libertad (PAR), deixou o Inter no meio do ano. No Internacional conquistou o Mundial de Clubes FIFA 2006 e a Recopa Sul-Americana 2007.

Uruguai

Aguirregaray (Zagueiro, 1988-1989)
Óscar Aguirregaray Acosta (Artigas, 25 de outubro de 1959) foi um bom zagueiro no Internacional. Antes defendeu os dois grandes times de seu país, Nacional (URU) e Peñarol (URU), além do Defensor (URU). No Brasil também atuou pelo Palmeiras (BRA) e Figueirense (BRA), porém o mais marcante foi no Internacional onde fez boas atuações e participou do time vice-campeão nacional em 1988, participando do Grenal do Século, na semifinal da competição. Também estava na equipe que fez ótima campanha na Libertadores da América 1989 sendo que uma das reclamações dos Colorados até hoje é que ele deveria ter batido o pênalti durante o jogo na semifinal entre Internacional x Olímpia (PAR). Quem bateu foi Nilson e errou, gol que fez falta para o Inter que acabou eliminado.

Bruno Silva (Lateral, 2010)
Bruno Ramón Silva Barone (Cerro Largo, 29 de março de 1980) foi lateral direito do Inter. Chegou no Clube por indicação de Jorge Fossati, sendo emprestado pelo Ajax (HOL). Não teve boas atuações, perdeu a posição para Nei e depois para Daniel, tanto que nem foi relacionado no grupo para o Mundial de Clubes 2010. No Internacional conquistou a Copa Libertadores da América 2010.

Castillo (Atacante, 1935-1942)
Fabio Castillo trocou o Grêmio pelo Internacional em 1935. Jogou no Colorado até 1942. No Internacional foi campeão municipal em 1936, 1940, 1941 e 1942, campeão do Torneio Relâmpago em 1939 e Campeão Gaúcho em 1940, 1941 e 1942.

Diego Aguirre (Atacante, 1988-1989)
Diego Vicente Aguirre Camblor (Montevideo, 13 de setembro de 1965) foi um atacante de razoável sucesso no Interncional. Não fez um bom Campeonato Brasileiro de 1988, sendo reserva quase todo tempo, porém na semifinal contra o Grêmio, no Gre-Nal do Século, foi fundamental para a virada. Na Libertadores 1989 foi o goleador do Inter com 5 gols e boas atuações.

Félix Magno (Meio-Campo, 1928-1932 e 1939-1941)
Felix Magno (Las Piedras, 13 de abril de 1909) foi um volante que apareceu no futebol de Bagé e em 1928 transferiu-se para o Internacional. Em 1932 foi para o Nacional (URU) e retornou para o Internacional na montagem do Rolo Compressor no início da década de 40. No Internacional conquistou o Campeonato Gaúcho 1940.

Florêncio Ygartua (Zagueiro, 1910-1912)
Florêncio Ygartua Filho (Montevideo, 11 de setembro de 1892) fez sua estreia pelo Inter em 21 de agosto de 1910, no oitavo jogo da história do Clube, na derrota de 3x1 para o Militar F.C., jogo válido pelo Campeonato Citadino. Destacado e humanitário médico formado pela Faculdade de Medicina de Porto Alegre foi zagueiro famoso e titular da equipe quando acadêmico. Uma das principais ruas de Porto Alegre leva o seu nome como uma saudosa homenagem e como gratidão.

Ghizoni (Meio-campo, 1946-1950)
Rodolfo Ghizoni (Salto, 3 de outubro de 1924) atuou 73 jogos com a camisa do Internacional e fez 27 gols. Destacou-se no Gre-Nal pelo Torneio da ACEPA de dezembro de 1948 quando fez os dois gols da vitória, conquista que nos deu a Taça Porto Alegre da Associação dos Cronistas Esportivos.

Graham Bell (Zagueiro, 1937)
Armando Graham Bell atuou apenas em uma partida pelo Internacional, o último Gre-Nal de 1937, que perdemos por 4x3. Atuou em 1937 no Internacional, em uma zaga que Risada estava no auge de sua carreira. Também jogou no Botafogo (BRA), Corinthians (BRA) e Portuguesa Santista (BRA).

González (Zagueiro, 1950)
Rápida passagem pelo Clube, atuou apenas 4 jogos, sem marcar gols.

Henrique Lay (Meio-Campo, 1912)
Fez sua estreia pelo Inter em 2 de junho de 1912, na vitória de 4x3 contra o Fuss-Ball, jogo válido pelo Campeonato Citadino. Atuou 4 jogos pelo Clube.

Ica (Meio-Campo, 1964-1965)
Darci Pereira Pereira (Rivera, 1 de julho de 1936) foi contratado ao Floriano de Novo Hamburgo, jogou 48 partidas e fez quatro gols pelo Inter.

Julio Pérez (Meio-Campo, 1957)
Julio Gervasio Pérez Guitiérrez (Montevideo, 19 de junho de 1926) foi um meia-direita de grande técnica, e que teve atuações decisivas na campanha do bicampeonato uruguaio na Copa do Mundo de 1950. Jogou 22 partidas pela Celeste Olímpica entre 1950 e 1957 e também participou da Copa do Mundo de 1954. Foi um dos ídolos máximos do Nacional (URU). No final da carreira jogou no Internacional, atuou pelo Inter em 16 jogos e fez 3 gols.

Lamas (Volante, 1969)
Alfredo Luiz Lamas Ullda (Montevideo, 02 de março de 1946) jogou no Inter em 1969 sem muito destaque.

La Paz (Goleiro, 1954-1959)
Jorge Américo La Paz, goleiro de ótima colocação e agilidade atuou antes no Nacional (URU) e no Nacional A.C. (BRA). Teté, o Marechal das Vitórias, trouxe La Paz para substituir o goleiro Everton, titular da primeira metade da década de 50.

Perez (Meio-Campo, 1944)
Cacho Perez atuou pelo Rolo Compressor na campanha do pentacampeonato gaúcho de 1944. Teve destaque no Gre-Nal amistoso de fevereiro de 44 quando marcou dois gols na vitória colorada por 3x2, os dois únicos gols que marcou pelo Inter em 11 partidas. Em abril de 1945 transferiu-se para o Floriano (BRA), mas sua última partida pelo Colorado tinha sido em agosto de 1944.

Raul Díaz (Lateral, 1949-1950)
Lateral esquerdo jogou em 1949 e no início de 1950. Atuou apenas em um Gre-Nal, em maio de 1949, vitória do Inter por 4x2 na Timbaúva.

Rivarol Padilha (Meio-Campo, 1911)
Meio-campista que atuou nos primeiros jogos da história do Internacional. Atuou por 5 jogos e não marcou gols.

Rizzo (Goleiro, 1937)
Atuou pouco no Clube, em dois clássicos disputados, perdeu os dois jogos.

Ross (Atacante, 1925 e 1927-1931)
Donaldo Ross (Montevideo, 1904) veio do 14 de Julho de Passo Fundo (BRA) em 1927, ano da primeira conquista estadual do Internacional. Em 30 de maio de 1925 fez um amistoso como jogador convidado pelo Internacional contra a Seleção de Santana do Livramento. No Inter fez 52 jogos e 19 gols, centroavante titular e profissional “marrom”. Foi titular do ataque no Gre-Nal de inauguração do Estádio dos Eucaliptos, porém não fez gol neste Gre-Nal. Mas no Gre-Nal seguinte, válido pelo campeonato, nova vitória colorada (1x0 - gol de Ross), e uma confusão bem característica da rivalidade Gre-Nal: Faltando 5 minutos para o fim do jogo, Poroto e Ross, após dividirem uma jogada, começaram a brigar. A briga espalhou-se entre os jogadores, transformando a partida em uma batalha campal. A Guarda Civil interveio, agredindo com cacetetes a jogadores e torcedores, e a partida foi interrompida.

Rubén Paz (Meio-Campo, 1982-1986)
Rubén Walter Paz Márquez (Artigas, 8 de agosto de 1959) foi um craque no meio-campo Colorado. Considerado um dos melhores meias do mundo na década de 80, chegou no Inter em 1982, onde permaneceu até 1986. Em 1988, ele foi eleito o melhor jogador das Américas atuando pelo Racing (ARG). Disputou duas Copas do Mundo pela Seleção Uruguaia. No Internacional conquistou os Campeonatos Gaúchos 1982, 1983 e 1984.

Salomón (Zagueiro, 1978)
Francisco Amado Salomón Alzaga (Cerro Largo, 28 de setembro de 1950) havia sido eleito o craque do campeonato uruguaio, atuando pelo pequeno Defensor (URU) e em março de 1978 o Internacional decidiu contratá-lo para preencher a vaga ainda aberta com a saída de Figueroa. Salomon estreou em maio de 1978, no empate em 1x1 com o Coritiba, no Couto Pereira, pelo campeonato brasileiro. O zagueiro começou como titular, mas chegou a perder a titularidade durante algumas partidas, voltando ao time apenas nos últimos jogos. Salomon não adaptava-se ao futebol brasileiro. No Uruguai, ele era o zagueiro da sobra. Em 7 de setembro de 1978, um Gre-Nal pelo campeonato gaúcho, que não valia mais nada, os dois clubes já estavam classificados para as semifinais do turno e jogariam com reservas, mudou sua vida. Logo aos 8 minutos de jogo, o atacante Everaldo entrou na bola com o corpo de lado e o pé levantado, solando o lance. Salomon chutou com força, e o impacto do choque ocasionou fratura exposta da tíbia e perônio. O Internacional venceu por 1x0, e Salomon, que ficaria um longo tempo em recuperação, jamais jogaria pelo Colorado. Pelo Internacional, Salomon jogou 17 partidas (12 vitórias, 4 empates, 1 derrota), marcou 2 gols.

Sorondo (Zagueiro, 2007-atual)
Gonzalo Sorondo Amaro (Montevideo, 9 de outubro de 1979) é atual zagueiro do Inter. Sorondo surgiu para o futebol em 1998, jogando pelo Defensor (URU). Destacou-se no Mundial Sub-20 disputado naquele ano e logo se transferiu, aos 22 anos, para a milionária Internazionale (ITA). Em 2007, Sorondo retornou ao Uruguai, novamente para atuar no Defensor (URU), e após se destacar na Copa Libertadores do mesmo ano, o jogador foi contratado pelo Internacional. Teve séria lesão nos ligamentos do joelho esquerdo no segundo semestre de 2007, em partida contra o Vasco. Volta apenas em maio de 2008 a atuar, mas uma semana depois torce novamente o joelho esquerdo. Não consegue se firmar titular do time por causa da sequência de lesões. Em 2010 tem boas atuações, apesar de continuar na reserva. Decisivo nas quartas de final contra o Estudiantes (ARG) na vitória de 1x0, gol de Sorondo de cabeça. No Internacional conquistou os Campeonatos Gaúchos 2008 e 2009, Copa Sul-Americana 2008, Copa Suruga Bank 2009 e Copa Libertadores da América 2010.

Tomás Scabillon (Zagueiro, 1912-1913)
Tomás Scabillon estreiou no Internacional em 11 de agosto de 1912, na maior goleada da história do Clube, 16x0 contra o S.C. Nacional. Scabillon marcou um dos gols da partida. Atuou 4 vezes pelo Internacional. O zagueiro uruguaio no ano seguinte foi jogar em Bagé e acabou assassinado por outro jogador, em uma briga de rua.

Volpi (Meio-campo, 1944-1945)
Eduardo José Volpi foi contratado junto ao Nacional (URU). Meio-campista com forte chegada na frente, mas que não gostava muito de marcar e dividir as jogadas, destacou-se na sua estréia no Gre-Nal amistoso de 1944, na Baixada, marcado como a inauguração da bandeira do Grêmio. O Internacional venceu por 7x3 e Volpi marcou três gols no clássico. Sua última partida também foi um Gre-Nal em fevereiro de 1945, resultado empatado em 1x1. Disputou 15 partidas, marcando 6 gols pelo Colorado. Em abril de 1945, descontente com a reserva, pediu para sair do clube. .

Urruzmendi (Atacante, 1969)
José Urruzmendi (25 de agosto de 1944) foi um atacante da Seleção do Uruguai na Copa do Mundo de 1966. Participou da inauguração do Beira-Rio entrando no jogo contra o Benfica no lugar do Valdomiro. O mais marcante de sua passagem no Inter foi a grande briga do Gre-Nal de 20 de abril de 1969 onde apenas Dorinho (Inter) e Alberto (Grêmio) não foram expulsos.

Autoria e Fonte: Alexandre Limeira

Quarta-feira, Março 02, 2011

O que seria do Inter sem a Globo?

Publicado no blog Limpo no Lance.

Vendo essa disputa ferrenha pelos direitos de transmissão do Brasileiro, é possível chegar à conclusão de que o Clube dos 13 está morrendo justamente pela causa que os uniu durante tanto tempo: o dinheiro no caixa. O resto sempre foi o resto. Por isso o Clube dos 13 fracassou na promessa do seu discurso inicial, que pregava a moralização do futebol brasileiro. Os dirigentes continuaram atrás da grana, e no mais das vezes pouco se importaram com as barbaridades que se avolumaram no noticiário esportivo (e policial) ao longo dos anos. E como o dinheiro virou o único motivo, quando a briga é por dinheiro parece que as razões para andarem juntos foram pelos ares.
Pois bem, mas o assunto aqui é como ficaria o Inter se a Globo não tivesse mais o direito de transmissão de seus jogos.
É inegável que a Globo tem alcance brutalmente superior ao máximo que a Record pode oferecer. A Globo tem maior audiência, dita moda, tem padrão de produção e respeita a grade de horários.
Mas talvez os clubes do eixo Rio-SP tivessem muito mais a perder caso a Globo saísse derrotada da queda de braço.
O maior benefício que o Inter tem com a transmissão de seus jogos para o Rio Grande do Sul é o dinheiro. Se a transmissão passar para outro canal, a maior prejudicada será a RBS, pois o Estado inteiro mudará de canal.
Mas e a exposição na mídia nacional?
É claro que o Inter precisa de exposição na mídia nacional, mas o que hoje lhe é proporcionado pelas grandes redes não é algo determinante para optar-se por uma ou outra televisão. Nem mesmo em Santa Catarina o Inter consegue ter boa exposição na TV, e olha que há muitos colorados no Estado.
No âmbito nacional, transmitem-se jogos do Inter quando times do eixo Rio-SP vêm a Porto Alegre. Mas o interesse mesmo das redes nacionais são os times do centro, e esses precisam demais da exposição nacional, pois ao longo do tempo tornaram-se times considerados nacionais.
Assim, para o Inter perder a Globo certamente não lhe tiraria a audiência no Rio Grande do Sul, e talvez um bom acordo pudesse garantir que afiliadas transmitissem os jogos do Colorado para o interior de Estados como Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso, locais onde a torcida vermelha tem potencial de expansão.
Em suma, para o Inter o mais importante seria ter mais dinheiro. Não importa qual emissora. Quem desse mais que levaria a transmissão. Já que a Globo nunca dará ao Inter mais espaço do que dá atualmente, a projeção nacional não pode ser o principal objetivo do clube quando negocia o direito de transmissão.
Para finalizar, se a transmissão na Globo é fundamental para divulgar o clube, como se explica o fato de que uma década de títulos não garantiu ao Inter um grande patrocinador de fora do Rio Grande do Sul?
Em suma, sem a Globo o Inter continuará sendo o Inter de sempre, e talvez até melhor se alguma outra emissora vier a colocar mais dinheiro em caixa. Com Globo ou sem Globo, o que importa é aumentar a receita.

Terça-feira, Março 01, 2011

O QUE QUEREMOS DO GIGANTE..

Por:João Munari

Amigos,

fico impressionado com o turbilhão de discussões sobre os modelos que o Internacional deveria seguir: arcar inteiramente com as despesas de remodelação do Gigante ou ir atrás de uma parceria e não se envolver mais com estas questões em troca da exploração do estacionamento e das futuras suítes..

Polêmicas discussões..

Muitos atritos se aproximam..

O conselho irá ferver..

E nós torcedores e sócios/torcedores não somos consultados sobre um tema que semeia a nossa existencia desde que o estádio foi inaugurado..

o que realmente acalanta os sonhos de toda a torcida colorada até hoje,desde o distante dia da inauguração é um só:

queremos muito um estádio coberto!

Na inauguração dizia o canal 100 que éramos o quarto maior estádio particular do mundo!

Durante a década de 70 e 80 a palavra GIGANTE assombrava as equipes adversárias.. Mas ,no fundo, todos nós colorados, sempre sonhamos com um único luxo: A COBERTURA DO GIGANTE DA BEIRA RIO!

E hoje nos viram as costas sobre este tema. Com alegações de que isto nâo está no caderno de encargos da FIFA.. Não é prioridade.. Danem-se as prioridades!!

Chegou a hora de resgatarmos nossos sonhos mais íntimos: o que sempre nos faltou e sempre foi objeto do nosso desejo: a cobertura do nosso estimado GIGANTE DA BEIRA RIO!

Boa semana

Joao Munari

DESTAQUES

ESPECIAL DO CENTENÁRIO:
História Colorada e Fotos Antigas

ENTREVISTA: Delegado Poppe

O INTER NA REVISTA PLACAR

POESIAS COLORADAS

ALEXANDRE PATO NO INTER


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