Brasileirão - 5ª Rodada: Inter 4 x 1 Atlético-PR - Enfim vitória em Casa
Por: Bruno Rodrigues
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Por: Bruno Rodrigues
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Por Luciano Bonfoco Patussi
29 de maio de 2010
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A demissão de Jorge Fossati é um marco para a temporada do Internacional. Ou a equipe colorada não será campeã da Libertadores e confirmará a regra de que na grande maioria das vezes não adianta mudar o treinador, ainda mais em meio a uma disputa importante; ou, por outro lado, a alteração na comissão técnica, neste momento, se mostrará eficaz e importante para o time colorado, dando ao time da Padre Cacique a possibilidade de conquistar a Libertadores da América. Mais do que isso, agora o Internacional deverá trabalhar, visando alcançar um padrão tático para a equipe, melhorando suas atuações e sua posição na tabela de classificação do campeonato brasileiro. Essa pelo menos é a ideia.
Sou um dos maiores defensores da manutenção de trabalhos à longo prazo, sem que hajam alterações nas comissões técnicas em curto prazo. Qualquer profissão precisa de sequência para obter resultados. Afinal de contas, uma comissão técnica, para ser escolhida, com certeza teve diversos critérios e histórico de trabalho avaliados. Ou seja, um treinador, quando escolhido, tem aval da sua direção. Por outro lado, sei reconhecer que, às vezes, é importante que haja reavaliação no trabalho que vem sendo feito, visando a correção de possíveis desvios e equívocos ocorridos no planejamento. É aquela velha história: se há a convicção de que os resultados esperados não serão alcançados no médio e nem no longo prazo, então é preciso tomar alguma atitude, visando uma mudança imediata nos planos.
Com base nisso, a direção do Internacional demitiu Jorge Fossati. Caso a vitória fosse mantida no Rio de Janeiro, contra o Vasco, tudo estaria como antes: time classificado na Libertadores e em recuperação no campeonato brasileiro. Entretanto, a derrota por 3x2, após o Inter estar vencendo por 2x0, foi extremamente irritante aos olhos da maioria do torcedor colorado. Pelo jeito, foi também indigesta para a diretoria do clube. Devido ao último jogo e considerando que o time colorado já não vinha apresentando um padrão tático aceitável nas últimas partidas, Jorge Fossati não é mais treinador do Inter.
Não é admissível perder do Vasco da Gama da forma como o Inter perdeu: após vitória parcial por dois gols, o time perdeu Fabiano Eller - expulso de forma inaceitável para um jogador com sua experiência - recuou demasiadamente, cedeu espaços, tomou gols em sequência, perdeu o jogo e deixou três pontos em São Januário. Esta atuação foi o estopim para uma reavaliação e a convicção da mudança.
Concluindo, repito que não gosto de mudanças no planejamento. Isso porque um planejamento realizado é feito - ou pelo menos deve ser - da forma mais minuciosa e detalhada possível. Mas reconheço quando alguma atitude emergencial é tomada, visando corrigir algum equívoco no planejamento. A direção colorada definirá, em breve, o novo comandante do time colorado. Nas próximas rodadas, Enderson Moreira, treinador do time B do Inter, comandará interinamente a tentativa de reação colorada no brasileirão.
O Sport Club Internacional divulga o Balanço Financeiro de 2009. Clique aqui para ver o arquivo em PDF

Balanço Financeiro auditado do ano do Centenário Colorado é divulgado
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Por: Bruno Rodrigues
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Por Luciano Bonfoco Patussi
27 de maio de 2010
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Nesta noite, o Internacional enfrentará o Vasco da Gama no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. Este confronto, independentemente do momento que as equipes atravessam, é um dos maiores clássicos interestaduais da história do futebol brasileiro. Atualmente, o Vasco da Gama, que volta a jogar na primeira divisão nacional, enfrenta momentos de avaliações internas, na busca por uma campanha de afirmação. Isso quer dizer que, aos poucos, o clube busca o resgate da confiança que transformou a entidade em uma das maiores agremiações esportivas do mundo. Sob o comando de Celso Roth, os vascaínos lutarão pela vitória, o que representaria seu primeiro triunfo no campeonato brasileiro de 2010.
Pelos lados do Beira-Rio, o momento é de buscar afirmação em um trabalho que é contestado por parte da imprensa gaúcha e por uma parcela do torcedor colorado. Particularmente, vejo que o momento não é de mudanças no comando técnico do Inter, mas respeito às opiniões contrárias. O atual momento é de buscar afirmação. É lógico que é preciso, dia após dia, haver avaliação do trabalho realizado, tais como verificar o desempenho do time, os objetivos alcançados, as carências no elenco, as possibilidades de reforços, entre outros aspectos diversos. No início da temporada 2010 foi definido pelos responsáveis do futebol do Internacional que a comissão técnica seria uruguaia, comandada por Jorge Fossati. Mais do que isso, todos os dirigentes destacaram que o projeto para 2010 era vencer a Copa Libertadores da América, ou pelo menos entrar forte nesta competição, alcançando os resultados e buscando chegar ao topo. Para isso Jorge Fossati foi contratado. Entretanto, embora muitos torcedores, inclusive eu, às vezes possamos ficar insatisfeitos com uma ou outra má jornada do time, ou ainda com alguma escalação que não é de nosso agrado, é preciso refletir.
No ano de 2009 temos um exemplo dado pelo nosso vizinho, sobre com não proceder. É bem verdade que o Grêmio jogou aquela Libertadores, até às quartas-de-final, contra adversários sem grande tradição no cenário esportivo sul-americano. Mas quem joga Libertadores sabe das dificuldades que podem ser impostas por qualquer adversário. Após três derrotas no gauchão, em clássicos contra o Inter, a diretoria tricolor, que fazia discurso de que tinha foco na Libertadores, demitiu Celso Roth, que o destino colocou como adversário colorado hoje à noite. O tricolor iniciou o ano com um foco, perdeu clássicos regionais em sequência, mas alcançava seus resultados na Copa Libertadores. Não falo em desempenho, mas em resultados. Celso Roth foi demitido. Adiantou? Na grande maioria dos casos, mudar treinador em meio a alguma competição não leva à título. Pode até levar a uma mudança repentina no comportamento tático do time e no aproveitamento de alguns jogadores. Às vezes, a mudança até é necessária. Mas só em último caso. Títulos e boas campanhas, de fato, são conquistados com sequência de trabalho. Essa é a regra, logicamente há exceções.
Embora seja torcedor, tenho minhas convicções sobre futebol. Procuro sempre avaliar e crescer também, não só como torcedor, mas também como analista de fatos. Sei que futebol é dinâmico e que amanhã posso ter outra opinião, caso uma sequência de resultados negativos possa se colocar diante do Internacional, fazendo com que o principal objetivo do ano não seja alcançado. Mas se há convicção, que se siga o trabalho. Também é necessário termos opinião própria. Exemplificando, particularmente não gosto de esquema com três zagueiros e apenas um atacante. Em determinadas ocasiões, o Internacional tem utilizado apenas um jogador como atacante de ofício. Ainda assim, precisamos analisar os fatos:
Neste ano, o gauchão não era prioridade do clube, embora seja lógico que o Inter e sua torcida queriam vencê-lo mais uma vez. Dizer o contrário seria muita hipocrisia. Alguns torcedores de outras equipes adotam essa prática. Eu, não. Independentemente disso, em três clássicos, o time colorado venceu dois. Perdeu um. Foi derrotado no derradeiro, é verdade. Foi vice-campeão. Temos que saber que futebol nada mais é do que um esporte e nem sempre se vence. Bola para frente. Na Copa Libertadores, o Inter seguiu adiante, eliminando nas oitavas e nas quartas-de-final, respectivamente, o Banfield – um clube não mais do que médio na Argentina, que tem obtido destaque nacional apenas nos últimos anos, quando foi campeão do seu país – e o Estudiantes – que dispensa comentários, pois é simplesmente o atual campeão da América, sendo também um dos clubes mais tradicionais do continente.
Resumidamente, respeito à todas as opiniões que são emitidas favoráveis a demissão de Jorge Fossati neste momento. Respeito é fundamental. Mas discordo totalmente. O momento não é de mudanças e sim de afirmação no Inter. Gerenciar futebol não é fácil e é por isso que o Internacional tem profissionais competentes para avaliar o time, tanto tecnicamente quanto fisicamente e clinicamente. Detectar problemas, de forma leviana, geralmente é fácil. Difícil é apontar soluções viáveis e acompanhar o trabalho realizado diariamente pelos profissionais. Muitos críticos baixaram o nível nas análises direcionadas ao Internacional nos últimos dias. As críticas davam conta de que o Internacional colocou time misto contra o Cruzeiro pelo brasileirão e que tanto o time mineiro quanto o Estudiantes jogaram com todos os seus titulares em seus campeonatos nacionais. Esse era o exemplo utilizado pelos críticos. Ninguém, entretanto, fez questão de ressaltar que o semestre do Estudiantes acabou sem título porque faltou preparo para a sequência de jogos e que o Cruzeiro perdeu a Libertadores. Não estou dizendo que as decisões colocadas pelo Internacional são verdades incontestáveis, nem que o time segue adiante na Libertadores por ter poupado titulares no campeonato nacional. Enquanto torcedor, também contesto algumas situações do Inter, que agora não vem ao caso. Mas algum respeito à diretoria e a comissão técnica merecem, devido a esses fatos. O objetivo principal, até o momento, foi alcançado. Parcialmente, é verdade. Mas foi alcançado.
Concordo também que, às vezes, a melhor saída é demitir o treinador e dar um novo ânimo ao clube. Assim como no ano passado. Em 2009, chegou um momento que foi impossível manter Tite no comando do time. Acho Tite um bom profissional, mas chegou um momento em que o time colorado degringolou e não havia mais resultados nem motivação do grupo. Era preciso mudança. Entretanto, demitir treinador a cada crise ou a cada revés do time não dá resultado. Isso só gera transtorno, falta de confiança nos atletas e na torcida, dívidas estratosféricas acumuladas. Isso tudo leva uma equipe a perder sem parar e, sem confiança, sem torcedor participativo e sem títulos, forma-se uma fila de anos de espera por um título de grandeza expressiva. O próprio Internacional já viveu essa realidade. É de se pensar.
Jorge Fossati é um bom treinador. Tem decisões que, às vezes, não agradam à todos. Mas vem alcançando seus resultados na competição objetivo do clube. Como vem alcançando? Independentemente de qualquer observação, treinador e time estão trabalhando. E os resultados estão sendo satisfatórios na Copa Libertadores. Não estou falando de atuação, e sim de resultados. Mas, agora, Libertadores é só depois da Copa do Mundo. Haverão algumas madrugadas de espera, de dúvida, de crença e de angústia. Mas o momento, agora, é de afirmação.
Quinta-feira, 27 de maio de 2010. Campeonato brasileiro. Estádio São Januário. Vasco da Gama e Internacional se enfrentarão, pela afirmação de ambos no campeonato nacional. O momento é de seqüência de trabalho. Grande jogo à vista! Força, Inter!
POR: TIAGO VAZ
Segue uma notícia relacionada ao grande jogo do último sábado e que decidiu a final da Liga dos Campeões da Europa.
Dentro de campo a Inter de Milão, do grande zagueiro Colorado Lúcio, foi perfeita e levantou o caneco, mas fora de campo de jogo - no campo dos negócios - a vitória foi do Bayern que faturou quase 100 milhões de euros a mais que o time Italiano.

Dois modelos de economia completamente diferentes estarão frente a frente em Madrid.
54% do volume de negócios do Bayern de Munique vem do patrocínio e do marketing. Os campeões alemães conseguiram ganhar quase 160 milhões de Euros comercialmente, um volume muito mais alto do que o do rival Inter, onde as receitas de patrocínios representam apenas 26% do total da recita do clube (52,6 milhões de Euros).
O Bayern recebe 20 milhões de Euros da T-Home, quase o dobro dos 11,5 milhões de Euros recebidos pelo Inter por parte da Pirelli, isto em termos de patrocínios nas camisolas. A situação é completamente diferente em termos de receitas de transmissão televisivas. Em receitas de transmissão o Inter ultrapassa os 115 milhões de Euros, correspondendo a 60% do total da receita. O Bayern gera somente 25% do seu rendimento com a televisão.
Em termos de receitas, o Bayern já venceu o Inter de Milão: graças à excelente estratégia comercial, os bávaros ganharam quase 100 milhões de Euros a mais do que seus rivais italianos.
Comparação financeira entre Bayern Munique e Internazionale
Comparação financeira entre Bayern Munique e Internazionale
Bayern Internazionale 289.500.000 € Receita Total 08/09 196.500.000 € 69.600.000 € Direitos Televisivos 08/09 115.700.000 € 159.300.000 € Comércio 52.600.000 € 60.600.000 € Bilheteira 28.200.000 € 20.000.000 € Patrocínio na Camisola 11.500.000 € 159.600.000 € Aquisição de Jogadores (últimos 3 anos) 189.400.000 € -89.900.000 € Balanço das Transferências (últimos 3 anos) -60.200.000 €
A receita de bilheteira também diverge bastante: a capacidade de uso no estádio de futebol do Bayern, a Allianz Arena, é de 100% para jogos domésticos. O novo estádio do FC Bayern vendeu todos os bilhetes nas últimas três temporadas com uma receita média de 60,6 milhões de Euros por ano. O estádio do Inter de Milão, San Siro, ao contrário, só chegou a ficar 68% cheio. Não deixa de ser positivo, comparando as assistências médios italianos, mas com 28,2 milhões de Euros gerados em média por jogo, ainda há muito espaço para melhorias.
A receita de bilheteira é impressionante para o Bayern e representa 22% do total, quase igual à receita de transmissão, obviamente, um novo estádio para o Inter de Milão ajudaria a reduzir a diferença e a trazer mais fãs para os jogos, gerando mais dinheiro para o clube."
Não só os 5,9 milhões de fãs do Inter na Itália e os 8,3 milhões de fãs do Bayern na Alemanha estarão nos clipes da final da Liga dos Campeões em Madri: todos os fãs de futebol na Itália e na Alemanha irão cruzar os dedos para o seu próprio time, já que o vencedor atingirá o coeficiente da UEFA para qualificar 4 clubes do seu próprio campeonato local para a edição da Liga dos Campeões de 2012.
Até agora, o Bayern e o Inter ganharam 22,5 milhões de Euros por alcançarem a final. Quem ganhar a final, ganhará mais 9 milhões de Euros, mas certamente também mais fãs ao redor do mundo, mas também mais patrocinadores.
Fonte: SPORT+MARKT
O prefeito José Fortunati reuniu-se ontem (24) com o ministro das Cidades, Marcio Fortes, para formalizar a inclusão de mais R$ 130 milhões nos recursos destinados ao financiamento para as obras de mobilidade urbana para a Copa2014 em Porto Alegre. O encontro ocorreu no gabinete do prefeito, no Paço Municipal. Ao todo serão 10 obras de qualificação do trânsito e transporte da cidade, totalizando investimento de R$ 524,9 milhões. Na ocasião, além dessas obras, o ministro destacou as negociações para a construção do aeromóvel, que ligará o Aeroporto Internacional Salgado Filho à Estação Aeroporto do Trensurb. Segundo ele, o projeto está no Congresso aguardando a liberação de recursos. A estimativa é que o processo licitatório ocorra até o final do ano, com investimento federal de R$ 30 milhões. O prefeito José Fortunati enfatizou a importância do acordo firmado com o governo federal em ações fundamentais para a qualificação da cidade. "São obras que há muito a cidade planejava, mas estão ganhando novo ritmo graças à Copa do Mundo", disse. OBRAS DE MOBILIDADE URBANA Fonte: http://www.copa2014.org.br
Extensão da avenida Severo Dullius
Duplicação da avenida Voluntários da Pátria
Obras de arte da Terceira Perimetral (um viaduto e quatro passagens de nível)
Complexo da Rodoviária
Programa de monitoramento dos corredores de ônibus
Sistema BRT Protásio Alves
Sistema BRT Assis Brasil
Sistema BRT Bento Gonçalves
Duplicação e complementação da avenida Tronco
Duplicação da Padre Cacique e extensão da avenida Edvaldo Pereira


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Mais uma partida histórica, mais uma vitória, mais uma semifinal, a Cruzada Colorada passou por mais uma grande batalha e a guerra vem chegando a seu final, estamos a 4 batalhas do fim, onde vamos buscar do grande sonho a reconquista das Américas.
E o Saci fez a sua parte e espalhou fumaça e o resto todos sabem...

Em mais uma das ações de marketing do Inter visando à Copa Libertadores, alguns sócios do Inter estão recebendo uma ligação do meia Paulo César Tinga. Na mensagem gravada, o ídolo se diz colorado e pede que os torcedores apoiem o time, e não vaiem, na partida de ida contra o Estudiantes, marcada para as 20h15m desta quinta no Beira-Rio pelas quartas de final da Copa Libertadores.
– Saudações coloradas. Aqui é o Tinga. Voltei porque sou colorado como vocês e quero ajudar o Inter a superar este grande desafio. Por isso, conto com a união de todos os colorados, incentivando sem parar, para vencer o Estudiantes e ir em busca da classificação. Torça, apoie e acredite até o final. Sem vaias, por favor – pede o meia na mensagem.
Por Luciano Bonfoco Patussi
17 de maio de 2010
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Parece que pouco importa uma imponente vitória do Inter, de virada, sobre o Goiás. Não vale praticamente nada a bela atuação da equipe reserva colorada em Goiânia. Mas ela vale muito, tenha certeza disso. A virada no placar e a afirmação de jogadores como Walter, Everton e até mesmo Derley na equipe principal vermelha parecem ter pouco valor em um momento como este. Porém, de fato, é inegável a importância da vitória obtida na corrida pelo fim do jejum de títulos do Inter no âmbito nacional. Entretanto, neste momento, o torcedor colorado só respira e vive Estudiantes a cada minuto. Isso é inegável. É como se o atual campeão da Libertadores fosse oxigênio nos pulmões de cada torcedor vermelho. Vai ser difícil, tenha certeza. Mas nada é impossível.
Toda nação de apaixonados torcedores colorados passa, novamente, por momentos marcantes e inesqucíveis, iguais aos vividos em 2006 nas quartas de finais da Copa Libertadores da América. Mais de um mês de espera causaram angústia e foram decididos em quarenta e cinco minutos de luta contra a LDU. Com um calendário de espera menor do que o vivido quatro anos atrás, o colorado vive 2010 com lampejos de memória de um passado pouco recente. Naquela época, Sóbis, Alex, Tinga e Fernandão foram decisivos e abriram o caminho para momentos marcantes. Cabe a Walter, Taison, Alecsandro, D'Alessandro, Giuliano, Andrezinho e todos mais, lutar para tentar escrever, com suor, sangue e lágrimas, mais uma bonita história na galeria colorada de grandes façanhas, classificações e títulos.
Sofre quem espera. Tem esperança quem acredita. Esperar vale a pena. O sabor de uma vitória jamais se apaga. Não há como comparar momentos distintos, é verdade. Mas estes instantes servem de inspiração, é inegável. O Internacional vai à Argentina carregando milhões de torcedores nas costas. Todos acreditam em mais uma memorável jornada. O colorado sabe que, para ser campeão, precisa marcar época. Sempre. Jamais se viu um time sofrível ou mediano, do Inter, ser campeão. Para virar poster comemorativo, o time colorado precisa ser muito melhor do que seus adversários. Isso para ninguém jamais esquecer. Por isso torcer para o Inter é apaixonante. Um bom time do Inter é apenas vice-campeão. No máximo isso. Só. Por outro lado, uma memorável equipe colorada, quando consegue aliar técnica refinada com garra e padrão tático elevado, ninguém segura. É nessa filosofia que o time do Inter crê. É esse pensamento que seus torcedores seguem. É por isso que o Inter cresce a cada jogo e a cada fase ultrapassada.
Na próxima quinta-feira, vale a pena acreditar novamente. Contra todos que estiverem de lado oposto, o Internacional irá a campo contra o Estudiantes e lutará com todas as forças para buscar, mais uma vez, ficar entre os quatro melhores times da América. Se isso acontecer, com o Inter eliminando o atual campeão da Copa Libertadores, todo torcedor colorado viverá mais madrugadas de angústia, espera, sofrimento, crença e paixão. Assim como aquelas vividas em 2006. Passará mais uma Copa do Mundo. O relógio ficará paralisado. A televisão, emudecida. O torcedor colorado, inquieto. O Inter marcará época, novamente. Tudo valerá a pena, outra vez. Quinta-feira, Estudiantes e Internacional jogarão na Argentina. O Estudiantes é respeitável. O Inter, não é menos. Vai ser uma grande batalha! Colorado, acredite!
Por: Bruno Rodrigues.
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Por: Bruno Rodrigues
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Por: Luciana Carvalho
São Paulo - A administração de um clube deve ser igual à de uma empresa. É o que defende Vitorio Piffero, presidente do Sport Club Internacional, vice-campeão brasileiro de 2009. Com um faturamento de 163 milhões de reais no ano passado, atrás apenas do São Paulo Futebol Clube, a diretoria está sentindo falta de mais controle sobre a administração e, por isso, quer mudar.
"Nós conseguimos controlar muito pouco do que nós deveríamos. Sempre que há uma negociação ou novos contratos, temos a sensação de que a administração está recebendo menos do que deveria. O clube não consegue controlar na ponta do lápis as contas. Tem um campo vastíssimo de receita a ser auferida, com uma fiscalização mais rigorosa", afirma.Para tentar reorganizar a gestão do clube e propor soluções, dirigentes e conselheiros vão se reunir nos dias 14 e 15 deste mês no seminário "Profissionalização, sim ou não?", no complexo Beira-Rio, estádio do clube.
Atualmente, a gestão do Inter é dividida entre presidência, 11 vice-presidências e quase 30 outros cargos diretivos. Para Piffero, a grande quantidade de cargos e pessoas na administração do clube torna o trabalho mais lento e burocrático.
Por isso, a primeira sugestão de mudança de gestão deve ser o enxugamento administrativo. "Muitos assuntos se interrelacionam e as coisas acabam se embromando quando dependem de muitas vice-presidências, o que resulta em perda de tempo", justifica.
A segunda proposta é a criação de uma empresa própria para usufruir melhor o poder da marca do clube, ganhar ainda mais e, assim, sair da vice-liderança entre os mais ricos.Segue o incansável texto do Conselheiro Emanuel Neves, que é uma prova viva de apoio incondicional e estímulo ao nosso Inter!
Ele já circula na Internet a bastante tempo, mas ainda desperta em todos que o lêem os mais nobres sentimentos Coloradísticos.
Que mais uma vez, venha o Estudiantes, e te garanto que nós torcedores Colorados vamos lotar o Gigante para pelear como nunca!
Pelear Contigo
Por Emanuel Neves
Pouco mais de três anos após sua aprovação, a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE – 11.438/06) começa a entrar numa nova fase. A preocupação inicial com a formatação dos projetos e suas respectivas aprovações junto ao Ministério do Esporte vão dando lugar a outro aspecto: como executar, controlar e prestar contas do que foi captado?
O momento da aprovação, repleto de alegria e comemoração, pode transformar-se numa bomba-relógio prestes a explodir no instante da prestação de contas e consequente análise pelo Tribunal de Contas da União.
Nunca é demais lembrar que o projeto surge da necessidade de resolver algum problema identificado ou incrementar ações que já são praticadas, mas que precisam de melhorias para atingir os objetivos desejados. Por isso, o orçamento previsto deve ser compatível com a realidade financeira do proponente. Uma instituição cujo orçamento anual seja próximo de R$ 1.000.000, poderá ter problemas para comprovar, por exemplo, um projeto da ordem de R$ 10.000.000.
É fato que determinadas áreas administrativas, de alguma forma, farão parte da realidade do projeto, entre as principais: finanças, contabilidade, suprimentos, recursos humanos, jurídico, comunicação e marketing. Por isso, a recomendação aos dirigentes das instituições proponentes é que, antes de optarem pela LIE, realizem um diagnóstico de viabilidade, levando em conta que o projeto deve adequar-se à estrutura existente, e não o contrário.
Mais do que o preenchimento dos formulários, a LIE exigirá dos responsáveis a aplicação dos conceitos de gestão e planejamento estratégico. Visando contribuir com a discussão, o quadro abaixo apresenta um resumo de todas as etapas que farão parte do processo.

Quadro 1: Sistema de Gestão de Projetos – LIE
Fonte: www.incentiveprojetos.com.br
O modelo proposto combina as funções da Teoria Clássica da Administração (planejamento, organização, direção e controle) com o conceito do Ciclo de Vida do Produto utilizado pelo marketing. Para o nosso caso, dividimos o ciclo em cinco fases: concepção, formatação, execução, controle e prestação de contas, assim detalhados:
1. Concepção – arte de pensar (planejamento)
Processo de criação e idealização do que se pretende realizar; diz respeito ao momento inicial, o brainstorming do projeto, devendo apresentar respostas para quatro questões:
* O que desejamos (o que será desenvolvido);
* Para quem (qual o público beneficiado, quantidade e faixa etária);
* Como (de que forma será executado – estratégias de ação);
* Quanto (qual o valor previsto para captação).
Uma sugestão é pensar no projeto do fim para o começo, ou seja, da prestação de contas para a concepção. Desta forma, quando surgir uma dúvida de como comprovar uma ação ou despesa, ficará mais fácil respondê-la.
2. Formatação – momento de estruturar (organização)
Definir a disposição e o aspecto de texto e imagens; depois de discutidas todas as possibilidades e necessidades, as ideias deverão ser redigidas conforme formulários disponibilizados pelo Ministério do Esporte, observando atentamente as instruções contidas em seus enunciados. Não se esquecer de anexar declarações e/ou informações que comprovem e justifiquem sua solicitação.
3. Execução – hora de realizar (direção)
Essa fase requer muita atenção e cuidado, pois deverá seguir exatamente os cronogramas – físico e financeiro – aprovados. Vale ressaltar que nenhum item poderá se modificado (incluído ou retirado) após sua aprovação. Portanto, antes de protocolar o projeto, tenha certeza de que todas as demandas foram atendidas.
4. Controle – atenção para acompanhar (controle)
Caberá ao proponente ter o domínio completo de todas as informações e documentos, incluindo extratos bancários, cadastro dos beneficiários diretos, clipagem (fotos e reportagens), notas fiscais, relação de pagamentos, relatório de receitas e despesas, processo de compras e contratação de bens e serviços.
5. Prestação de contas – transparência para comprovar (responsabilidade)
Ao final do prazo estipulado no termo de compromisso, o proponente deverá comprovar que todas as ações previstas foram cumpridas de acordo com a legislação. Por isso, a fase de controle é tão importante, pois, quando realizada de forma correta e organizada, não acarretará atrasos na entrega da documentação.
Convém citar que, obrigatoriamente, todos os projetos deverão passar por esse ciclo e para que isso ocorra da melhor maneira possível, faz-se mais do que necessária a presença de um profissional capacitado: o gestor de projetos. Além de zelar por todas as fases descritas, terá como outras atribuições o contato com técnicos do Ministério do Esporte (quando for o caso) e atualização constante com relação à legislação vigente.
Como pré-requisitos, além de uma formação específica e complementar (graduação, especialização), destacam-se a capacidade de planejamento (curto, médio e longo prazo), disciplina e organização, responsabilidade e transparência – sem contar que a paixão pelo esporte pode ser um grande diferencial.
Um aspecto que deve ser destacado é que esse profissional pode ser pago pelos recursos captados pelo próprio projeto, dentro do limite dos 15% estipulados para as despesas administrativas. Portanto, não há mais desculpas e nem motivos para reclamações. As regras são claras, porém, poucas instituições estão sabendo utilizá-las corretamente.
Durante muitos anos aguardamos por uma legislação que contemplasse o esporte não-profissional – e ela chegou. O momento é mais do que favorável, e o esporte, literalmente, é a "bola da vez" pelo menos até 2016. Por isso, cabe a todos nós, profissionais e apaixonados pelo esporte, zelarmos pelo bom uso dos recursos.
Os beneficiados? Crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, portadores de necessidades especiais, estudantes, atletas, brancos, pardos, afro-descendentes, índios, ONGs, escolas, prefeituras, clubes, federações, confederações, enfim, quem ganha somos todos nós. Amantes do esporte. Amantes do Brasil.
*Ricardo Paolucci é consultor da Incentive Projetos. Graduado em Administração de Empresas e Negócios, profissional de Educação Física, pós-graduado em Administração e Marketing Esportivo, mestre em Administração, Consultor e Gestor de Esportes e Entretenimento, foi também supervisor dos Projetos Incentivados do E. C. Pinheiros e premiado como "Gestor Esportivo de 2009" pela Confederação Brasileira de Clubes
Contato: paolucci@incentiveprojetos.com.br
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