Feliz 2010 - Colorados !!!
Everton Rocha
Conselheiro do Sport Club Internacional
Supremacia Vermelha é o documentário longa-metragem que fala da relação com o adversário contra o qual o Inter mais gosta de jogar. Alguns falam em rivalidade, mas é um exagero. Que rival é esse que perde em todos os quesitos? Até o fim de 2009, ano do centenário do confronto, eram 142 vitórias do lado colorado – 23 a mais que os azuis. 540 gols marcados contra 501 sofridos. Ganhamos 39 Gauchões – quatro a mais do que eles.
Sem falar nos Gre-Nais históricos: o Gre-Nal do século, o Gre-Nal dos 7 a 0, o Gre-Nal em que estragamos a festa da inauguração da casa deles, o Gre-Nal do “cinco muito”, o Gre-Nal do Gol 1.000. A lista é longa, e talvez seja mais apropriada para uma mini-série do que para um filme.
Feito por uma equipe de colorados para a torcida colorada, Supremacia Vermelha nasce para celebrar o domínio do Inter em seus pagos. E já vem com uma missão: estender para as salas de cinema a liderança dos gramados.
Só nos faltava o título de campeão de bilheteria. Com Supremacia Vermelha, a conquista se aproxima.
Para saber mais.
Divisões de base do Inter garantiram um ano positivo
Por Marcos Bertoncello
Juniores comemoram dois títulos
Gauchão
O time júnior do Inter conquistou o bicampeonato gaúcho ao vencer o Cerâmica, de Gravataí, por 4 a 1 na final disputada em julho, no Beira-Rio. Leandro Damião (2), Wagner Libano e Agenor, de pênalti, marcam os gols da vitória. Na soma dos placares da decisão, o time colorado venceu por 8 a 1, já que havia goleado por 4 a 0 no jogo de ida. Foi uma grande campanha do Inter, comandado pelo técnico Osmar Loss, no estadual: em 24 jogos, foram 20 vitórias, três empates e uma derrota; 66 gols marcados e 11 sofridos.
Torneio Città Di Torino
O time Sub-20, formado por atletas da equipe júnior e do Inter B, trouxe mais uma taça da Europa para o Beira-Rio. A equipe aplicou uma goleada de 4 a 0 no Olympiacos, da Grécia, e ficou com o título invicto do Torneio Città di Torino, na Itália, disputado em agosto. Marinho (2), Alex e Kaoê marcaram os gols na decisão. O atacante Marinho fez cinco gols e foi o artilheiro do torneio.
A equipe júnior ainda ficou com os vices da Taça BH, realizada em agosto, e da Copa Alceo Bordignon Sub-19, cuja final foi em novembro.
Time juvenil também levantou duas taças
Copa do Brasil Sub-17
A equipe Sub-17 do Inter venceu a final contra o Fluminense por 4 a 0, no Espírito Santo. A conquista dos juvenis foi transmitida ao vivo pela Record Internacional direto de Vitória-ES. Assim o sucesso das categorias de base do Internacional foi visto em todo o Brasil e até mesmo no exterior. Na final da Copa do Brasil Sub-17, no Estádio Ass. Laranjeiras, em julho, a equipe treinada por André Prodes venceu por 4 a 0 com gols de Leonardo, D'Agostin, Diego e Giovani, sendo campeã invicta e com 100% de aproveitamento na competição. Em seis jogos, foram seis vitórias, com 24 gols marcados e quatro sofridos.
Copa Santiago
O time juvenil do Internacional conquistou o título da 21ª Copa Santiago ao vencer o América-MG por 1 a 0, no Estádio Alceu Carvalho. O zagueiro Léo marcou o gol que garantiu o oitavo título da tradicional competição disputada em Santiago-RS. Na semifinal, o Inter havia eliminado o Grêmio. Foi uma campanha invicta do time treinado por André Prodes, com 100% de aproveitamento. O Inter venceu oito jogos, marcou 21 gols e sofreu apenas dois. Além da edição deste ano, o time colorado foi campeão em 1989, 1992, 1993, 2001, 2003, 2005 e 2007.
Equipe ainda foi vice-campeã na SC Cup Sub-16.
Infantis seguem o baile e conquistam dois títulos
Efipan
A equipe infantil do Internacional foi tricampeã invicta do 29º edição do Encontro de Futebol Infantil Pan-Americano (Efipan). O time colorado venceu o River Plate, da Argentina, por 2 a 0, na final realizada em janeiro, em Alegrete. Thiago e Renato marcaram os gols. Foi o 11º título conquistado pelo Inter, o maior vencedor do tradicional torneio: 1986, 1987, 1994, 1997, 1999, 2002, 2003, 2004, 2007, 2008 e 2009. Na semifinal, a equipe treinada por Deive Bandeira havia eliminado o Corinthians.
Copa do Brasil Sub-15
Invicto e com 100% de aproveitamento, o time infantil venceu a 8ª Copa do Brasil Sub-15, em julho, contra o Cruzeiro por 2 a 0. Os gols foram de Renato e Magno. O Inter marcou 13 gols e sofreu apenas um em sete jogos. O zagueiro Glênio foi um dos artilheiros do torneio, com 5 gols. Esta é a terceira vez que os juvenis vencem o torneio. As outras duas conquistas foram em 2003 e 2005.
O time infantil do Internacional ainda conquistou o vice-campeonato da 12ª Copa da Amizade Brasil/Japão, no Rio de Janeiro.
Mirins levam três canecos
Copa Votorantim
O Internacional conquistou o inédito título da 14ª Copa do Brasil de Futebol Infantil, também conhecida como Copa Votorantim, ao vencer o Fluminense por 2 a 1 na final disputada em janeiro. Marlon e Nathan marcaram os gols na partida realizada no Estádio Domenico Paolo Mitidieri, em Votorantim-SP. O Inter teve também a defesa menos vazada, com três gols sofridos em seis jogos. Este era o único título de expressão que ainda faltava para as categorias de base do Clube. O Inter conquistou o título atuando com sua equipe mirim, treinada por André Jardine.
Copa Roca Sales
A equipe mirim do Internacional conquistou o título da 5ª Copa Roca Sales, em maio, ao golear o São José-POA por 4 a 0. Tiago, Andrigo, Guilherme e Renato marcaram os gols na decisão do torneio disputado em Roca Sales-RS. Na semifinal, a equipe colorada havia eliminado o Grêmio. Após empatar em 1 a 1, no tempo normal, venceu por 4 a 2 nas cobranças de pênaltis. Destaque para o fato do Inter ter atuado com atletas de 14 anos na competição disputada por equipes da categoria infantil (15 anos). O time treinado por Deive Bandeira teve o goleiro Taylon como jogador revelação do torneio. Andrigo foi o goleador, com quatro gols.
Copa Macaé
A equipe mirim (Sub-13) do Internacional conquistou o título da Copa Macaé, no Rio de Janeiro, promovida em julho. O time colorado venceu o Profute-RJ por 1 a 0, com gol de Eriks, na final. A campanha colorada foi invicta no torneio: seis vitórias em seis jogos. Foi o segundo ano consecutivo que o Inter ficou com o título.
O time mirim do Inter ainda foi vice-campeão da XIII Copa do Brasil de Futebol Infantil (Sub-15), em Laranjal Paulista.
*Matéria reproduzida da Revista do Inter nº 46
Por Gerson Sicca
Noite de celebração homenageia ex-presidentes do Inter
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Evento realizado no centro de eventos Pres. Arthur Dallegrave nesta terça-feira marcou ainda a entrega de certificados aos participantes do planejamento estratégico do Clube, que o rege desde 2004
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Vitorio Piffero (E) ao lado de Pedro Paulo Zachia, José Asmuz, Eraldo Hermann, Roberto Borba e Fernando Carvalho
Foi um momento para saudar a história administrativa do Sport Club Internacional. Em um centro de eventos Pres. Arthur Dallegrave lotado, o Clube fez justas homenagens a ex-presidentes ainda vivos do Inter e também a esposas de ex-presidentes já falecidos. Para tal, foram entregues medalhas e relógios comemorativos ao Centenário. Marcaram presença o presidente Vitorio Piffero, vice-presidentes, conselheiros, diretores e funcionários colorados.

Participantes do planejamento estratétigo 2010 - 2019 receberam certificados nesta terça
Antes da homenagem, o coordenador do planejamento estratégico, e também assessor da presidência do Inter, Marcelo Ludwig Otton, fez a entrega do CD do projeto ao presidente Vitorio Piffero, que prevê as tendências em todas as áreas do Clube para os próximos dez anos, como futebol profissional, categorias de base, finanças, marketing, comunicação, departamento jurídico e outros.
Os trabalhos também estão sendo coordenados em conjunto a uma empresa de consultoria. Esta prática adotada nas principais empresas foi adotada também pelo Internacional em 2004. O sucesso pode ser verificado pelo grande crescimento do Clube nos últimos anos, com várias conquistas dentro de campo, além de uma série de grandes iniciativas como o salto para mais de 100 mil sócios, as reformas do Beira-Rio, entre tantas outras.
Após a solenidade, o apresentador da TV Inter, Rogério Amaral, deu início à celebração aos ex-presidentes do Internacional. Primeiro foi a vez das esposas de ex-presidentes já falecidos serem saudadas com a medalha comemorativa ao Centenário. Depois coube aos ex-presidentes receberem, além da medalha, um relógio alusivo aos 100 anos do Inter, no qual consta um número referente ao seu mandato. Além deles, três membros do Conselho Deliberativo do Clube foram presenteados; são eles: Oswaldo de Lia Pires, Luis Carlos de Ávila Carvalho Leite e Claudio Bonatto.

Presidente Vitorio Piffero fazendo o discurso de encerramento da solenidade
Ao final do evento, Vitorio Piffero proferiu um discurso ao público presente enfatizando o trabalho árduo de todos no Internacional e a grande perspectiva para os próximos anos. "É muito emocionante estar aqui e prestar esta singela e justa homenagem a quem fez história no Inter. A participação de cada um revela o amor ao Clube e o constante empenho para melhorar ainda mais. De fato, somos uma grande família colorada", enalteceu o presidente.
> Confira os agraciados da noite
Esposas dos ex-presidentes falecidos
- Sra. Zareda Cabral – Ephraim Cabral (1951-52)
- Sra. Antonieta Maria de Lourdes Salvadori Zachia - José Alexandre Zachia (1968)
- Sra. Clara Dallegrave – Arthur Dallegrave (1982-83)
- Sra. Dulce Balvé – Frederico Arnaldo Balvé (1976-77)
- Sra. Lídia Feijó – Marcelo Feijó (1978-79)
- Sra. Alzira Medeiros – Gilberto Medeiros (1986-87)
- Sra. Carmen Dora Amoretty Souza – Paulo Rogério Amoretty Souza (1998-99)
Ex-presidentes*
- Eraldo Hermann – relógio de número 75 que relembra o heptacampeonato gaúcho e o primeiro título do Campeonato Brasileiro
- José Asmuz – relógio de número 92 que relembra o bicampeonato gaúcho e o título da Copa do Brasil
- Roberto Borba – relógio de número 84 que relembra o tetracampeonato gaúcho, o vice-campeonato olímpico, representando a Seleção Brasileira, e o título da Copa Kirin, no Japão
- Pedro Paulo Zachia – relógio de número 97 que relembra o título gaúcho e a memorável goleada de 5 a 2 no Gre-Nal do Estádio Olímpico
- Fernando Carvalho – relógio de número 06 que representa os títulos da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes FIFA.
*Os ex-presidentes Jarbas Lima e Fernando Miranda, que também seriam homenageados, acabaram se ausentando no evento
Fonte: www.internacional.com.br

Fonte: www.internacional.com.br
Mais de 45 mil pessoas estiveram no Beira-Rio para assistir ao Show do Centenário, na noite desta quinta-feira. As arquibancadas e o gramado do Gigante foram tomados pela torcida colorada nesta histórica celebração aos 100 anos do Sport Club Internacional.

Show trepidante no Beira-Rio entrou para a história dos 100 anos
Uma verdadeira maratona de espetáculos com grandes artistas da música brasileira agitou a galera colorada no histórico show. Os três anos da conquista do Mundial Fifa no Japão e o Centenário do Inter foram celebrados em alto e bom som no moderno palco erguido no centro do gramado.

Renata Fan e Teddy Corrêa apresentaram o espetáculo
O evento começou com a apresentação da banda Ataque Colorado, que aqueceu a galera com os tradicionais cânticos entoados nos dias de jogos no Beira-Rio. Entre uma apresentação e outra, os mestres de cerimônia Renata Fan e Teddy Corrêa mantinham a massa no pique. O DJ Finna também ficou encarregado de manter o alto astral com remixes de músicas da torcida. A banda gaúcha Nenhum de Nós foi a segunda atração da noite, embalando o público com um repertório repleto de clássicos.

Apresentação da cantora baiana Ivete Sangalo foi o ponto alto do Show do Centenário
Mais tarde, Fafá de Belém subiu ao palco para interpretar a tradicional 'Vermelho' entre outras canções que marcaram época. Na sequência, Zeca Pagodinho levou os colorados ao delírio com o puro samba carioca. O ponto alto da noite foi a performance da baiana Ivete Sangalo, que balançou a massa colorada com um show eletrizante. Torcedores foram convidados para subir no palco para cantar o hino do Clube. Ivete também interagiu muito com o público durante o espetáculo. Com um boné do Inter na cabeça e um casaco vermelho enrolado ao corpo, a baiana mostrou porquê é uma das principais artistas do Brasil na atualidade.
Para fechar o Show do centenário, a big band carioca Monobloco comandou um verdadeiro carnaval no Beira-Rio. Quando os espectadores já estavam em estado de êxtase, um foguetório sensacional iluminou a noite no Gigante, emocionando todos os presentes. Era o desfecho de uma noite que entrou para a história centenária do Internacional.

Show pirotécnico encerrou em grande estilo a noite de celebração no Gigante
Fotos: Roberto Vinícius
É bem possível que em 2010 falar o espanhol seja requisito dispensável para levar Libertadores. Com cinco grandes brasileiros na competição e o Boca, o River e a LDU em casa, o caminho até a taça parece pavimentado em verde e amarelo.
Nem mesmo os hermanos apostam que algum argentino possa fazer frente a Inter, Flamengo, Corinthians, São Paulo e, possivelmente, o Cruzeiro, que encara o Real Potosi na Pré-Libertadores. Pela primeira vez em 51 edições, a competição será disputada sem a presença de um dos ditos grandes da terra de Maradona (Boca, River, San Lorenzo, Racing e Independiente).
– É um reflexo da atualidade do futebol argentino. A "esperança argentina", em condições normais, estarão postas em Estudiantes e Vélez, por experiência e pelo grupo de jogadores. Por aqui, se supões que o ano da Copa do Mundo será o ano dos brasileiros na Libertadores – conta o jornalista Adrián Piedrabuena, editor assistente do diário Olé, de Buenos Aires.
O vice de futebol do Inter, Fernando Carvalho, mantém o tom do argentino Piedrabuena. Lembra da força do Estudiantes, de Verón, e do bem organizado Vélez – cuja regularidade vem desde 2007, quando eliminou o Inter na primeira fase.
O time, comandado pelo ex-atacante Ricardo Gareca, tem o lateral-esquerdo da seleção, Emiliano Papa, e emprestou sua dupla de zaga, Sebá e Otamendi, para encarar o Brasil em Rosário.
– Os argentinos são sempre imprevisíveis, e os mexicanos ainda não mostraram sua força na Libertadores. Mas acredito que a disputa ficará mesmo entre os brasileiros – aposta Carvalho, escorado em seu largo conhecimento sobre o futebol sul-americano.
É bom mesmo Carvalho tomar cuidado com quem fala português. O meia Tcheco passou menos de 24 horas no ambiente do Corinthians na semana passada. Fez exames, foi apresentado oficialmente e levou para casa a certeza de que a Libertadores norteará casa segundo no ano do centenário do clube. Seria o presente perfeito para a torcida. A taça que Santos, São Paulo e Palmeiras exibem em seus museus jamais chegou perto do Parque São Jorge.
– A direção montou uma logística para a competição de impressionar. Os mínimos detalhes são percebidos, como os roteiros de viagens, hotéis adequados. Tudo será feito para que entremos em campo só pensando em jogar – conta o meia.
É bem possível que a dobradinha Tcheco/Mano Menezes tenha que repetir um trajeto feito com o Grêmio. O Grupo 1, o do Corinthians, conta com o Cerro Porteño e pode ter dois colombianos. Em 2007, eles encararam Cerro, Cucuta e Tolima.
– Classificamos na última rodada, 1 a 0 no Cerro, com gol aos 36 do segundo tempo. É preciso ficar alerta sempre – afirma Tcheco.
Instalado na esquina da Libertadores, o técnico Adílson Batista apenas espia os vizinhos brasileiros. Sua preocupação no momento é subir os 3.967 metros até Potosi, onde faz escala pela Pré-Libertadores. Eliminado pelo Boca em 2008, nas quartas-de-final, ele saúda a ausência da Bombonera na rota do título.
– É um time que impõe respeito.
O grupo do Inter
O Inter enfrenta Deportivo Quito, Cerro, do Uruguai, e um terceiro adversário que será definido no confronto entre Newell's e Emelec. A Conmebol ainda não oficializou a tabela. Inicialmente, o clube recebe na primeira rodada o time saído da Pré-Libertadores. Depois sai para dois jogos fora, contra Cerro e Deportivo Quito.
DEPORTIVO QUITO
Bicampeão equatoriano, o Deportivo Quito poderia estar em festa. Está em guerra. O comando do clube virou caso de tribunal depois que conselheiros o repassaram à universidade espanhola SEK, que já é dona do Unión Española, do Chile. Desde a conquista do título, há duas semanas, os jogadores esperam pela solução do impasse. A SEK já acertou a contratação do volante Juan Carlos Paredes, do Deportivo Cuenca. Outros três reforços são analisados. Mas tudo depende da Federação Equatoriana, que dá seu veredicto sobre a transação com a universidade na terça-feira.
CERRO
É a terceira maior torcida de Montevidéu, só perde para Nacional e Peñarol. O Cerro é de um bairro homônimo e operário, e tradicional formador de jogadores de origem humilde. O time campeão da Liguilla no meio do ano foi desmontado. O técnico Eduardo Acevedo foi para o Nacional, assim como o meia Cabrera, o craque. O clube conta com a boa relação com o empresário Juan Figger para conseguir alguns reforços, mas a folha chegará, no máximo, a US$ 70 mil (R$ 124 mil). Para comparar, o Novo Hamburgo investirá R$ 150 mil mensais para o Gauchão.
EMELEC
A classificação à Pré-Libertadores graças à terceira colocação no Clausura foi insuficiente para a permanência do técnico Gabriel Perrone. Alegando "falta de gana", ele deixou o cargo. O argentino Jorge Sampaoli, com boa passagem pelo futebol peruano, foi contratado para substituí-lo. O grupo de jogadores é pouco conhecido, mas a conquista da vaga na Libertadores eliminando a forte LDU, campeã da Sul-Americana deste ano, o credencia à vaga no grupo do Inter.
NEWELLS OLD BOYS
O time argentino é favorito contra o Emelec. No primeiro semestre, no Clausura, fez uma péssima campanha, terminando na 15ª colocação. Na segunda metade do ano, o time do coração de Messi se recuperou e deixou o título do Apertura escapar por pouco – ficou dois pontos atrás do Banfield. O capitão do time é o zagueiro Schiavi, mas o uruguaio Boghossian é o destaque. Com 1m94cm, o atacante é perigoso nas jogadas aéreas.
Um dos maiores jogadores da história do Internacional, o volante Paulo Roberto Falcão lança no final da tarde desta segunda-feira o livro "O Time que Nunca Perdeu". Ele conta a história da equipe que, em 1979, conquistou o Campeonato Brasileiro de forma invicta, feito jamais igualado.
"Até porque a forma de disputa mudou – hoje é o sistema de pontos corridos -, acho muito difícil que algum clube consiga repetir aquela conquista", afirmou Falcão nesta segunda-feira. Ele disse que fazer o livro foi uma tarefa que o emocionou muito, pois teve a oportunidade de rever os companheiros da equipe de 30 anos atrás.
"Com o Silvinho – ponteiro-esquerdo que era reserva de Mário Sérgio em 1979 – eu não falava desde aquela época, três décadas atrás, pois ele foi embora do País e mora na Inglaterra", explicou Falcão.
Dos campeões de 1979, o único já falecido é o atacante Adilson, que um ano depois daquele tricampeonato nacional foi vítima de um acidente de carro. Todos os demais foram reunidos para a elaboração do livro. "O Time que Nunca Perdeu" tem 117 páginas e será vendido por R$ 29,00.
O lançamento está marcado para as 19 horas e será feito no velho estádio dos Eucaliptos, o que antecedeu o Beira-Rio, e onde Paulo Roberto Facção fez seus primeiros treinamentos quando começou carreira no Colorado. "Será o último evento da história dos Eucaliptos", explicou Falcão. Isso porque o velho estádio está sendo vendido, será demolido, e o dinheiro será utilizado para as reformas do Beira-Rio visando a Copa do Mundo de 2014.Por: Luiz Caldas Milano Junior
Conselheiro do Movimento INTERnet/BV
Há exatos 365 dias, entramos para a história política do Sport Club Internacional. Com exatos 1.142 votos – 15,36% do total – superamos a cláusula de barreira e ocupamos mais 23 cadeiras no Conselho Deliberativo, totalizando 25 conselheiros do Movimento INTERnet/BV.
A então "Chapa 3" superou a cláusula de barreira de 15% por menos de 30 votos, de forma independente, e conseguiu algo impensável em pleno 2008: fazer parte do Conselho Deliberativo do Clube com pessoas "comuns".
Hoje, dia 13 de dezembro de 2009, passado um ano, muita coisa mudou. Conhecemos o Clube em todas as esferas, crescemos como Movimento político e notamos que efetivamente saímos da arquibancada ao conselho.
Fazer parte deste Movimento me dá muito orgulho, pois estou ao lado de pessoas com uma capacidade incrível e dispostas a fazer o melhor para o Clube do Povo. Tivemos o privilégio de poder "entender" o Clube como um todo e com isso planejar os próximos anos. Garanto que não foi uma tarefa fácil, muito pelo contrário. O envolvimento com o clube que tanto amamos demanda tempo, dedicação, paciência, política e claro, paixão.
Mas nisso afirmo que meus colegas de Movimento estão de parabéns. Tiveram, ao longo de todo 2009, tudo isso e muito mais: tiveram competência. Chegar a um objetivo é difícil sim, mas conseguir se manter na condição alcançada é tão ou mais complicado.
Foi sim um ano de aprendizado. Mas acima de tudo, foi um ano de conquistas. A começar pela fabulosa votação alcançada. A terminar por conseguir com que um de nossos conselheiros fizesse parte do Planejamento Estratégico do Inter para os próximos 10 anos.
Enquanto Movimento, crescemos muito, muito mesmo. Debatemos as questões do Clube internamente em todas as nossas reuniões e acreditem, chegar a um consenso em alguns pontos não foi tarefa fácil. Só que somos um GRUPO. E como grupo, ficamos mais unidos ainda. Chegamos aonde chegamos exatamente por isso e disso não abrimos mão. Ao falar em INTERnet/BV, está se falando em unidade.
Por isso muito me orgulha estar participando desse momento de aprendizado, de conquistas e planejando o futuro do Sport Club Internacional. Acho que só teremos noção do que conseguimos no dia 13 de dezembro de 2008 daqui a alguns anos. Um ano ainda é muito pouco e não viemos para brincar. Entramos nessa partida para vencer e para fazer o nosso Clube tão ou mais vencedor do que atualmente. Não sei se conseguiremos, esse será nosso maior desafio. Mas não duvido de mais nada nessa vida. Há exatamente um ano, cometemos a "loucura" de concorrer de forma independente nas eleições do Conselho Deliberativo do Inter, e superamos todas as expectativas.
Sabemos o porquê superamos a cláusula de barreira. Sabemos aonde queremos chegar. Sabemos o caminho e temos as ferramentas na mão. Sabemos que nada nessa vida é fácil. Mas sabemos do nosso potencial, dos nossos valores e de onde viemos. Por isso, acredito que iremos longe, pois um GRUPO não se faz do dia para a noite. Um grupo se constrói aos poucos e com pessoas de bem. Por isso meus amigos, essa é nossa maior arma. Em grupo chegamos ao Conselho. Em grupo fizemos história. Em grupo iremos ao topo.
O primeiro ano do resto de nossas vidas foi um tanto quanto especial. Temos tudo para fazer com que os próximos sejam ainda melhores.

Por Luciano Bonfoco Patussi
13 de dezembro de 2009
www.inter-clubedopovo.blogspot.com
O dia 13 de dezembro leva o torcedor colorado para uma aventura no túnel do tempo. Ao final da temporada, sem nada mais ter a jogar e somente com especulações sobre a próxima temporada, é importante e saboroso recordar grandes momentos. É como se aventurar pelo passado - como diria Nélson Silva - "trazendo à torcida alegres emoções".
Há exatos três anos no Japão, o garoto Alexandre Pato, 17 anos de idade, "SCI" bordado no peito e o número 11 gravado às costas, marcava o primeiro gol do Internacional na Copa do Mundo Interclubes. Seu gol abriu caminho para a vitória por 2x1 sobre o egípcio Al-Ahly. Esta partida classificou o Colorado para decidir o campeonato mundial, dias depois, contra o poderoso Barcelona da Espanha. O resto da história, todos conhecem: Internacional, campeão mundial interclubes em 2006.
Há mais tempo ainda, para ser mais exato, há quinze anos, o Inter faturou pela 32ª vez na sua história o campeonato gaúcho. Em um campeonato longo, onde cada equipe jogou mais de quarenta partidas durante toda a temporada, o Colorado sagrou-se campeão estadual em 1994 ao vencer o Veranópolis no Beira-Rio, por 1x0, gol do atacante Dinei. O campeonato daquele ano foi muito longo e por pontos corridos, o que acabou por desmotivar grande parte das equipes. Mas o Inter perdeu apenas três jogos naquele certame. Foi merecedor. Foi um grande e importante momento, por se tratar de um título, de fato. Este título representou uma das tantas importantes taças que ajudaram, ao longo da história, a cravar o nome do Internacional como o maior campeão gaúcho de todos os tempos.
Recuando mais no tempo, chegamos ao ano de 1992. Após tornar-se o maior campeão do futebol brasileiro nos anos 70, o Inter ficou um bom tempo sem dar uma volta olímpica nacional. Pois a Copa do Brasil de 1992 foi a volta por cima de uma equipe que necessitava, novamente, ser campeã do país. A vitória sobre o Fluminense há 17 anos atrás, com gol de pênalti marcado por Célio Silva nos minutos finais da partida, fez a felicidade e a emoção tomarem conta do Beira-Rio, do Rio Grande e do Brasil. Internacional, campeão da Copa do Brasil de 1992.
Seguindo um pouco mais neste túnel do tempo, chegamos a uma das maiores partidas de futebol de toda a história desse esporte. Fazem exatamente 30 anos que o Estádio do Morumbi foi tomado pelo torcedor do Palmeiras. O Inter, seu adversário, saiu perdendo. O palco estava armado. A festa seria paulista. Seria. Era apenas o início de mais um momento de provação, rubor e paixão. Tudo misturado. Pura emoção. A equipe comandada pelo maestro Falcão, camisa 5 às costas, virou a partida de forma fantástica. Jogou um futebol audacioso, de pegada e marcação. Tudo isso aliado a uma objetiva técnica. Com o mestre Ênio Andrade no comando da equipe, o Internacional derrotou o Palmeiras por 3x2. Calou o Morumbi. Assombrou o Brasil. A Academia do Povo fez história. Poucos dias após derrotar de forma magnífica o Alviverde do Parque Antártica, o Inter tornaria-se tricampeão brasileiro. Invicto. O maior campeão brasileiro. Simplesmente e sem sobra de dúvidas, o time da década.
POR: Everton Rocha
Na próxima quinta-feira (17), a partir das 18h, na livraria Fnac do Barra Shopping, será realizado o coquetel de lançamento da revista "Invicto 79", que comemora os 30 anos desta conquista única do Internacional.
Trata-se de iniciativa independente dos jornalistas Felipe Prestes e Luís Eduardo Gomes. Entre agosto e novembro, os dois profissionais de imprensa entrevistaram dez jogadores do grupo vencedor, como Falcão, Batista, Benitez, Mauro Galvão e Chico Espina. O lado derrotado da história também foi ouvido, como os ex-jogadores Roberto Dinamite e Mococa.
A publicação de 44 páginas, e preço de R$ 10,00 nas bancas e livrarias, traz ainda um raio-x completo da equipe, remontando, inclusive, o esquema tático utilizado pelo grande Ênio Andrade. Conta também com a participação do cronista Juremir Machado da Silva.
Por Luciano Bonfoco Patussi
08 de Dezembro de 2009
www.inter-clubedopovo.blogspot.com
Após o vice-campeonato nacional obtido pelo Inter em 2009, o clube deverá, a partir deste momento, passar a planejar a temporada 2010, onde a equipe disputará a Copa Libertadores da América, o campeonato gaúcho e também o campeonato brasileiro. Há ainda a possibilidade de o time jogar o campeonato mundial interclubes. Mas isso só será destinado à equipe que triunfar na disputa da Libertadores. Na verdade, a temporada 2010 já começou. Só que, a partir deste instante, acredito que as atitudes passarão a ser mais explícitas, visto que o ano do futebol dentro de campo se encerrou para todas as equipes do Brasil.
COMANDO TÉCNICO: é preciso definir quem será o treinador do time colorado com prioridade máxima, mas com convicção. Em minha modesta opinião - e posso estar equivocado, mas respeito à todas as colocações - Vanderlei Luxemburgo seria o nome do momento. Ele foi cotado para assumir, foi contatado pela direção de futebol mas acabou acertando com o Atlético Mineiro, para fazer um trabalho de longo prazo em Belo Horizonte. Só o fato de tentar contratar Luxemburgo já mostra que o pensamento é grande. Muito o Internacional se equivocou nos últimos anos ao trazer treinadores que não tinham currículo e capacidade diferenciados e que acabaram comprovando, com a média abaixo do esperado das atuações do time em campo, que não eram a melhor opção para comandar o time. A possibilidade de "errar" trazendo Luxemburgo poderia ser tratada como um "erro" com boas e reais chances de acerto. Isso é minha opinião. Mas clube e treinador não se acertaram por motivos que no momento não cabem avaliação. Interessa é que não houve acerto. O fato, divulgado pela imprensa, é que o Inter tentou. Se não houve acordo, é porque algo na proposta (ou contra-proposta) de Luxemburgo não interessava ao Inter. Portanto, encerra-se aqui o assunto Luxemburgo. O problema a partir de agora é o "vão" existente entre Luxemburgo e as demais opções do mercado nacional.
MURICY RAMALHO: poderá vir. É especulado. É respeitado no cenário nacional. É bom técnico. No ano de 2009 não teve bom desempenho, primeiramente no São Paulo. Posteriormente, no Palmeiras. Com o alviverde do Parque Antártica, chegou a liderar o campeonato brasileiro com uma larga vantagem sobre o segundo colocado. Porém, acabou ficando fora até mesmo da zona de classificação para a Copa Libertadores da América de 2010. Além dos três títulos nacionais que ganhou com o São Paulo entre 2006 e 2008, fatos que cravaram de vez seu nome entre os principais treinadores do Brasil, Muricy foi campeão da Copa Conmebol com o próprio São Paulo em 1994 e da Copa da China em 1998 com o time do Shanghai Shenhua. E a partir de 2001 obteve um título estadual por ano, até 2005. Foi bi-campeão pernambucano no Náutico em 2001 e 2002, campeão gaúcho no Inter em 2003 e 2005 e venceu o paulistão com o São Caetano em 2004. A partir daí, vieram as conquistas nacionais. Muricy Ramalho é uma das opções aceitáveis para comandar o Inter no atual momento.
DORIVAL JÚNIOR: vejo Dorival com potencial para ser um dos grandes treinadores do futebol brasileiro nos próximos anos. Acho isso desde antes de ele ter assumido o comando do Vasco da Gama. Dorival montou boas equipes por onde passou. É treinador desde 2003. Em seu primeiro time, o Figueirense, foi campeão catarinense em 2004. Em 2005 venceu o campeonato estadual pelo Fortaleza. Em 2006 foi campeão pernambucano com o Sport. Em 2007 obteve destaque com o São Caetano, onde foi vice-campeão paulista. Em 2008 venceu o campeonato paranaense com o Coritiba. Para finalizar, em 2009, fez parte da campanha de reestruturação do Vasco da Gama, que faturou o campeonato brasileiro da série B, obtendo acesso para voltar à primeira divisão nacional. Teve também momentos difíceis na carreira, como o rebaixamento sofrido com o São Caetano no campeonato brasileiro de 2006. Porém, um ano depois, foi vice estadual com o próprio São Caetano. Depois assumiu o Cruzeiro, fazendo uma campanha de altos e baixos no brasileirão de 2007. Obteve a vaga para a Libertadores da América do ano seguinte. O "empecilho" do momento é que o próprio Dorival Júnior acabou de divulgar, no programa Arena Sportv, que está praticamente acertado com o Santos, para treinar o time da Vila Belmiro em 2010. É um dos bons nomes que poderiam assumir o comando técnico colorado no ano que vem.
OUTRAS OPÇÕES: acredito que o momento do Inter requer um treinador que tenha um nome afirmado no mercado, ou então que esteja em plena ascensão. Hoje, no futebol brasileiro, além dos nomes acima citados (Luxemburgo - que foi para o Atlético Mineiro, Muricy Ramalho e Dorival Júnior - que está próximo de acerto com o Santos), há outros nomes que poderiam ser cogitados, mas sem a mesma possibilidade ou sem a mesma repercussão positiva.
Um deles seria Mano Menezes, um ótimo treinador, mas sua contratação não passaria de cogitação, visto que ele está em meio a um trabalho muito bem executado e conceituado no Corinthians. É um grande treinador, mas não viria para o Inter. Não neste momento.
O outro nome que, particularmente, acredito ter potencial para vir a ser um técnico de destaque no futebol nacional, é Cuca. Isso é opinião pessoal e respeito todas as demais. O Cuca já tem uma longa carreira de treinador, treinou times pequenos, médios e grandes e nos últimos anos, após bater na trave algumas vezes, conseguiu suas primeiras taças. Conquistou a Taça Rio, duas vezes com o Botafogo e uma vez com o Flamengo, além do campeonato estadual do Rio com o Flamengo.
Porém, o treinador obteve a "fama" de montar bons times, mas sem conseguir dar maior sequência aos seus trabalhos. Faltam grandes títulos. Isso ocorre por motivos diversos. Acho que não seria o melhor momento de ele vir para o Inter. Porém, se analisarmos os nomes que estão com possibilidades de negociação dentro do futebol brasileiro, acabamos por chegar ao seu nome. Esta é a realidade. Acredito que sua contratação neste momento seria parecida com a de Abel Braga em 2006, embora admitindo que a carreira de Abel apresentava, já antes de vencer a Libertadores com o Inter, bem mais êxito que a carreira de Cuca, em se falando de títulos conquistados e até mesmo de experiência internacional.
Outros nomes poderiam ser cogitados, tais como o de Paulo César Carpeggiani, que tem vasta experiência internacional. Já montou bons times, tendo como exemplo maior o trabalho realizado no comando da seleção paraguaia em 1998. Aquele time do Paraguai era uma excelente seleção! Foi ainda comandante do Flamengo nas conquistas da Libertadores e da Taça Intercontinental em 1981 e do campeonato brasileiro em 1982. Tem experiência e alguns importantes títulos. Porém são poucos os seus troféus como técnico, se for considerado que é treinador de futebol desde o início da década de 1980.
Outros técnicos que poderiam ser cogitados e que pertencem a safra mais recente de treinadores brasileiros seriam os de Vágner Mancini e de Ney Franco. Estes, com bem menos "fama". Mas todos estes nomes que citei, desde Cuca até Ney Franco, seriam, neste instante, apostas. São treinadores que buscam afirmação em um grande clube, com regularidade e grandes títulos. E nesta mesma situação, enquadraria ainda o uruguaio Jorge Fossati, que é especulado pela imprensa para comandar o Inter. Fossati possui altos e baixos na carreira, mostrando certa irregularidade. Porém, tem muita experiência internacional e é um bom treinador. E no último ano, teve grande destaque na LDU do Equador. Esta é minha opinião.
Por tudo o que foi descrevi acima, particularmente, eu apostaria em uma negociação com Dorival Júnior neste momento. Vejo seu nome como o ideal para assumir o Internacional, visando trilhar um caminho de vitórias em 2010. É bem conceituado por onde passou e seus trabalhos tem, ano após ano, resultado em títulos. Muricy também é aceitável. E o trabalho dele já é mais conhecido pelo torcedor colorado. Já os outros nomes que destaquei, provavelmente, não teriam boa aceitação por parte do torcedor colorado. Isso porque a exigência do torcedor do Inter, nos últimos anos, aumentou demais - e com razão. Vejo que seria preciso, para 2010, um treinador afirmado no cenário nacional, ou então em visível crescimento. Um técnico que luta por afirmação, mas que vem de altos e baixos ao longo da carreira, seria visto com relativa desconfiança.
Fica exposta minha opinião para análise e, se for o caso, para debate. Fico aberto à críticas e sugestões sobre meu pensamento para o futebol colorado em 2010. Este momento é crucial para definir o futuro do time do Internacional e para encaminhar uma boa pré-temporada no início do próximo ano. Um começo ruim pode comprometer toda a temporada. Por isso, será importante definir logo quem será o comandante técnico. Mas também, e acima de tudo, é preciso convicção máxima nesta escolha.
Saudações coloradas.
A nossa musa colorada já está se preparando para a Libertadores 2010 !
Por:João Munari
Pois bem, o campeonato acabou e fomos vice campeões do Campeonato Nacional de Futebol(como se dizia antigamente). O lado bom disso é que nos acostumamos a levantar taças e não a festejar vagas.., por isso estamos um tanto apáticos neste fim de ano .
Não devemos fazer terra arrasada,senão o que sobra para quem não disputa títulos relevantes...Porém, algumas contratações pontuais precisam ser feitas. Acho que todos concordamos que precisamos de um goleiro confiável,um lateral direito pelo menos mediano,um armador que não foi D'Alessandro e um atacante diferenciado. Como conhecemos Fernando Carvalho sabemos que teremos surpresas nas contratações.Nomes como Fred do Flu e Kleber do Cruzeiro são apenas especulaçoes da imprensa(pra variar) e não fazem o perfil do nosso vice de futebol.
Vamos dar um voto de confiança ao dpto de futebol e apostar no Inter B para o Gauchão. Espero que o time principal jogue apenas partidas pontuais para ajustar o time para a Libertadores e que não precise apagar incêndios depois.
É complicado sugerir nomes, afinal Fernando Carvalho ,além de conhecer futebol, tem o privilégio de poder passar muito tempo do seu dia vendo vídeos e analisando jogadores.
Portanto, pelo cargo que exerce, cabe ao nosso vice presidente acertar nas contratações. Menos quantidade e mais jogadores pontuais que façam a diferença.
No mais, é pura emoçao, vem aí mais uma Libertadores da America. Oremos!
Joao Munari
POR: Everton Rocha
http://twitter.com/evertoncolorado
Neste domingo tivemos um fato lamentável, onde um clube centenário de Pijamas do bairro Azenha se candidatou ao prêmio nacional de teatro, assim como os seus 11 atores que todos foram indicados pelo prêmio de melhor ator, assistido por 80 mil pessoas no estádio Maracanã no Rio de Janeiro, e monitorada por um Juiz sem moral nenhuma, onde validou um gol que não existiu (foi falta), mas deixamos de lado os atores da Azenha.
O Internacional fez uma excelente partida e venceu o Santo André, com um bom público que apoiou o time do inicio ao fim, com a vitória confirmou a vaga na Copa Libertadores da América como cabeça de chave do Grupo 5, onde somos cabeças de chave e vamos lutar rumo ao Bi da América.
Minha entrevista:
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=89284&channel=45
Por Luciano Bonfoco Patussi
06 de Dezembro de 2009
www.inter-clubedopovo.blogspot.com
Sentimento de esperança. Impossibilidade. Raiva. Emoção. Tudo se mistura. Isso é a promessa do 6 de dezembro de 2009, a data que ficará marcada para sempre na história do futebol gaúcho e brasileiro. O Inter pode sair da fila e dar ao seu torcedor, novamente, o título do qual foi especialista nos anos 70. Campeão brasileiro. Bi. Tri. Tetra. Meu sonho! Sonho nosso! Por outro lado, independentemente da forma como o Flamengo venha a ser o campeão, todos sabem, se dirá pela eternidade que o Grêmio foi pequeno - como na verdade não é - e que entregou a partida. Não acredito que isso vá acontecer. Mas é o que se dirá para sempre. Vai virar uma lenda. Será uma data histórica.
Hoje somos escravos da esperança novamente, como certa vez disse Emanuel Neves, entitulando uma de suas tantas emocionantes e magníficas obras. A cor da esperança universal não mais é o verde. É o vermelho. Vivo. Forte. Apaixonante! Por mais que digamos e que tenhamos a convicção de que o rival não vai complicar a vida do Flamengo - por motivos técnicos e talvez outros mais - ao entrarmos no Beira-Rio e vermos aquele povo vermelho todo junto vibrando pelo Clube do Povo, tudo muda. A esperança vem à tona. Junto dela, a emoção. A camisa vermelha, a cachaça na mão! Uma inteira geração que segue esta centenária religião aonde ela for, precisa do Brasil novamente. O Inter tem sede de um campeonato brasileiro. Da mesma forma, o maior certame nacional precisa do Inter campeão, outra vez. Assim como nos anos 70. Esse é o Inter. Nosso Inter. Inter do Povo.
Hoje, ao pisarmos nas sagradas arquibancadas do Gigante da Beira-Rio, só importa Inter e Santo André. Esse é o jogo, essa é a final do campeonato. E que não se esperem facilidades. Vai ser difícil! Se tiver que ser, será nosso. Caso contrário, não será. Simples assim! Importa é o jogo do Inter e é nele que todos vão se emocionar. Todos sentirão de perto o cheiro do título. Ele estará escapando entre nossos dedos novamente, se dissipando no ar junto à névoa que o torcedor proporciona antes das partidas, em um belo espetáculo visual. Ou então, estará ficando mais próximo, tomando a forma real de uma taça linda e cheia de glórias que nos foge há trinta anos! Esse é o sentimento. Sempre. E isso, por sí só, torna-nos os mais felizes e realizados torcedores do planeta. Ser colorado é uma dávida reservada a alguns milhões de seguidores espalhados pelo mundo afora. Todos vivem de esperança e sonho. E também de realização! Isso é a melhor coisa que existe!
POR: TIAGO VAZ
O site oficial do Inter lançou a nova versão das páginas com o perfil dos atletas e comissão técnica do departamento de futebol profissional.
A iniciativa visa fornecer aos torcedores não só um novo conceito visual para facilitar a identificação dos jogadores, por exemplo, mas também prover um conteúdo cada vez mais elaborado e rico em informações sobre os profissionais do clube.
www.internacional.com.br/jogadorescolorados
Abaixo, uma breve reprodução do Perfil campeão em número de acessos.
Guiñazu
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Trinta anos depois da conquista do único título invicto do Campeonato Brasileiro, o ídolo eterno Paulo Roberto Falcão entrevistou seus 21 ex-companheiros da equipe do Internacional de 1979 e está recontando a história daquela façanha no livro 'O Time que Nunca Perdeu'. O relato recupera episódios de vestiário; destaca o trabalho do treinador Ênio Andrade e do preparador físico Gilberto Tim; e mostra como vivem hoje os campeões do passado.
Todos os jogadores que entraram em campo e participaram de pelo menos alguns minutos de jogo foram ouvidos novamente, com exceção de Adílson Miranda, falecido em 1980, num acidente automobilístico. O livro traz ainda a campanha da equipe, jogo por jogo, com comentários do autor – que, à época, era o capitão do time. Apresenta também a tabela de classificação dos 94 clubes que participaram do campeonato naquele ano, número recorde até hoje.
O 'Time que Nunca Perdeu' terá pré-lançamento no próximo dia 14 de dezembro, às 19 horas, no antigo Estádio dos Eucaliptos – onde Falcão e muitos de seus companheiros iniciaram a carreira profissional. A obra será lançado oficialmente no dia 17 de dezembro, no Beira-Rio, na festa popular pela celebração dos 100 anos do Internacional: o Show do Centenário Colorado.
Livro: 'O Time que Nunca Perdeu', de Paulo Roberto Falcão (Editora AGE, 117 páginas)
Pré-lançamento: segunda-feira, 14 de dezembro, a partir das 19h
Local: Estádio dos Eucaliptos – Rua Silveiro, 178 – Porto Alegre
Preço: R$ 29,00
POR: TIAGO VAZ
Segundo o site oficial colorado, nenhum time marcou mais gols no mundo que o Inter em 2009.
Até a vitória por 2 a 1 sobre o Sport, foram 152 vezes em que um jogador colorado balançou as redes, em 75 jogos, contra 73 gols sofridos.
Foram 44 vitórias, 14 empates e 17 derrotas – aproveitamento de 64,88%.
Aproveitamento de campeão Brasileiro.
Dirigente colorado foi nomeado Cidadão Emérito de Porto Alegre
O vice-presidente de futebol do Inter, Fernando Carvalho, recebeu nesta terça-feira o Título Honorífico de Cidadão Emérito de Porto Alegre. A convite do presidente da Câmara Municipal, Sebastião Melo, o dirigente foi agraciado em sessão solene no Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio Filho. A proposta da ação foi organizada pelo vereador Haroldo de Souza.
– O povo colorado certamente é muito grato e orgulhoso por ter Fernando Carvalho – ressaltou o vereador.
Estiveram presentes familiares de Fernando Carvalho, amigos, dirigentes e conselheiros do Clube. Carvalho foi presidente do Inter de 2002 a 2006. Neste período, o clube venceu três edições do Campeonato Gaúcho, uma Libertadores e um Mundial de Clubes.
– Prometo me fazer apto a este título, mas quero fazer justiça: tive e tenho companheiros fundamentais que me fizeram chegar até aqui – destacou o dirigente do Inter.
Fonte: ClicRBS
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