Sábado, Novembro 28, 2009

Jantar & Bailes Consulares pelo INTERior

Por: Everton Rocha

Jantar-Baile Vermelho e Branco Consulado de Maquiné-RS

Data: 04/12/2009 Horario: 20:00hs
Local: Salão Paroquial de Maquiné-RS
Motivo: Comemoração do Centenário do Inter
Atrações: comitiva do beira rio com ex-atletas, o ônibus campeão de tudo, as taças de campeão de tudo, venda de produtos licenciados, ex jogadores, inscrição de novos sócios, brindes, prêmios.
Valor: R$12,00 (individua).
Cardápio: Churrasco e Buffet.
O BAILE SERÁ ANIMADO POR DOIS CONJUNTOS (UM VANERA E OUTRO DE PAGODE).
INGRESSO LIMITADOS: Escritório Rech - Maquiné , Imobiliaria André Rosito - Capão da Canoa ou também com Everton Garcia, também em maquiné, através do fone 9714-3514.

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1°Jantar Baile da Regional Intergrande de Porto Alegre & 7° Jantar Baile do Consulado de Nova Santa Rita

Vai ser a melhor baile de comemoração ao centenário do INTER da região

Quando:05/12/09
Local: Clube Kayser – Rua Bloedow, 504 – Bairro: Morretes (próximo a cimbagé) – Nova Santa Rita – RS
Animação: Banda Donos da Noite
Cardápio: Variedades de carnes com buffet de saladas e sobremesas.
Valor:R$25,00 (individual)
Atrações: Taças das últimas conquistas COLORADAS, diretoria, ex atletas e sorteios de brindes.

Informações:
51-96951486 – José Henrique
51-96310950 – Geovani
51-98445650 – Rafael Chulé
51-34190079 – Kaiser

Fórmula made in Paraguay

por Gerson Sicca
http://limponolance.blogspot.com

Ano passado o Sport foi campeão da Copa do Brasil e recebeu a quarta vaga do país na Libertadores de 2009.Acabou no grupo da morte.
Este ano o Corinthians foi campeão e recebeu a primeira vaga do país na competição americana.
Qual a razão pra isso não consegui descobrir. Foi a CBF que escolheu a vaga?
Além disso, Chivas Guadalajar e San Luis do México entraram direto nas oitavas-de-final, para compensar o fato de terem ficado de fora da disputa em 2009, devido à gripe A. Com isso, retiram-se duas vagas dos melhores segundos colocados. Quem entrar em grupo difícil vai ficar pendurado no pincel.
No caso do Inter, se terminar o Brasileirão na posição de hoje ficaria em um grupo com a segunda vaga do Paraguai, Once Caldas da Colômbia e a segunda vaga do México.
Para ver o resultado do sorteio clique aqui.

DO JEITO QUE EU IMAGINAVA!

Por: Luciano Emiliano

Penúltima rodada do Brasileirão 2009, o INTER jogando aqui em Pernambuco na capital Recife à cerca de 230 km de distância da minha cidade Garanhuns que fica no agreste do estado, com chances de poder carimbar o Passaporte Colorado para Libertadores 2010 com uma vitória simples sobre o lanterna e já rebaixado Sport e ainda por cima cheio de desfalques, domingo ás 16:00 hs (horário local) na ilha do Retiro e ainda deixar vivo o sonho do Tetra para ser decidido na última rodada aí no Gigante contra o Santo André, na torcida que São Paulo e Flamengo possam tropeçar também nesse domingo contra Goiás e Corinthians respectivamente, e com isso as chances Coloradas possam aumentar ainda mais nesse sonho de poder soltar o Grito de É Campeão!!! Brasileiro... que está intalado na garganta do torcedor Campeão de Tudo desde o ano do meu nascimento 1979, ano do inédito Tri Invicto, mesmo sabendo que em 2005 nos tiraram esse direito na marra...


Eu estarei lá na capital com meu filho Fábio Lucas para darmos nosso apoio e incentivo ao grupo Colorado nesse jogo que tornou-se uma verdadeira decisão no ano do nosso centenário.

APOIO NO RECIFE, VEJAM ABAIXO AS PALAVRAS DO CÕNSUL COLORADO NO RECIFE ANTES DA CHEGADA DA DELEGAÇÃO COLORADA À CAPITAL PERNAMBUCANA:

"Prezados Colorados: A Torcida Colorada de RECIFE sempre prestigia a delegação colorada no aeroporto. Informo que este ano o INTER está com 100% de aproveitamento em RECIFE com duas vitórias!! A Delegação colorada com força máxima irá chegar próximo da meia-noite. Esse é um horário um tanto desconfortável para quem tem criança , mas estaremos convocando todos os colorados a irem com bandeira , camisa , etc, pois é importante a equipe sentir o calor e a força da torcida desde o aeroporto!!! Estarei confirmando horário do vôo , hotel de hospedagem e treinos ainda hoje e informo para todos!!! Estou disponível para auxiliar os colorados que com muita honra virão de outros rincões e nos ajudarão nesse jogo fundamental para a LIBERTADORES e para o possível TETRA!!! Saudações Coloradas"

Fabiano Pires Morais Consul Inter Recife 81-88510052

" A PAIXÃO COLORADA NÃO CONHECE DISTÂNCIA"












Quarta-feira, Novembro 25, 2009

HISTÓRIA SOBRENATURAL

por Daniel Haigert

Inspirado pelo tango de Pablo Guiñazu e Andrés D´Alessandro, o nosso selecionável Alan Kardec resolveu alçar voo no mundo da literatura, e lançou uma lenda, uma história sobrenatural, que transcende o mundo que conhecemos. Conto-lhes:

Chovia naquela tarde de Goiânia. Fernandão e Pedro Iarley entraram em campo carregando o time esmeraldino com toda força contra os arcos de Rogério Ceni. Na raça, na coloradice marcada na alma de cada um daqueles antigos heróis rubros, Fernandão, de cabeça, alcançou um cruzamento da direita feito por Pedro Iarley, marcando Goiás 1 a 0. Pedro Iarley, numa escapada dentro da área, após cortar o zagueiro, fuzilou Rogério Ceni, Goiás 2 a 0. Fim de jogo. Viva o punk dos anos 90: Pânico em SP. Estagnado, São Paulo com 62 pontos.

Em Campinas (porque lá?), longe de sua Fiel, o Corinthians entrou em campo para cumprir tabela, de sangue doce, de corpo mole, dizendo aos quatro cantos: "- Dane-se o eterno rival São Paulo. Dane-se o Inter, que nos ferrou em 2007 ao perder pro Goiás, em Goiânia" (mesmo tendo Clemer pegado dois penalties, e não termos ganho do Grêmio). Adriano, 1 a 0. Petkovich, candidato a craque do Brasileirão, segundo tendencias das redes de TV, de falta, 2 a 0. Foi decretado Carnaval antecipado no Rio. Foi imposto feriado Municipal, Estadual, a contragosto de um louco toque de recolher. "Vai dizer pra ela, que o Rio de Janeiro é uma favela". Rajadas de fuzis de alegria. Mais de mil balões no ar. Flamengo, 64 pontos.

Em Recife, um esforçado e embaralhado Inter arrancou uma suada vitória sobre o Caza Caza Caza Sport, na Ilha do Retiro. Sustos como nunca, loucura como sempre. Alecsandro, de cabeça, 1 a 0. Nego Taison, rasteirinho, no canto, desempatou, 2 a 1. Inter, 62 pontos.

Chegou o dia 06 de dezembro. Seis de doze. Seis mais doze, dezoito, divide por dois, nove, nove de mil novecentos e nove. Data do ano de fundação do Inter. Isso obviamente queria dizer alguma coisa. O sol brilhou amarelado na tarde portoalegrense. Uma luminosidade estranha. Murmurinhos pela cidade. Zumbidos. Muitos zumbidos, nenhum alarde.

O São Paulo, dando tchau pro título, arrasou o Sport. Fim de jogo e um esperado 4 a 0, e 65 pontos.

O Inter superlotou seu estádio. Beira-Rio, 40ºC, 57 mil pessoas aglomeradas, ansiosas e esperançosas, fardadas de vermelho e branco, jogaram 90 minutos com o time Colorado. E deu no que deu: Inter 3 a 0 no rebaixado Santo André. Fim de jogo, líder provisório, com 65 pontos, mas com uma vitória a mais que os outros concorrentes, o Colorado Internacional era o virtual candidato ao título.

Mas, naquele momento, ainda faltava um jogo a terminar: No festivo Rio de Janeiro, onde todos os focos miravam os seres fantasiados das arquibancadas, o Flamengo, com 89 mil torcedores no Maracanã, enfrentou o arquirival eterno do Inter, o 'imortal' Grêmio.

Eu, Alan, presenciei o ato na mini tv de um jornalista na beira do gramado do Beira-Rio. Me arrepio somente de lembrar.

Eram 46 minutos do segundo tempo. O imortal tricolor dos pampas estava ferido de morte. Agonizava em campo com seu futebol medíocre, o mesmo que havia apresentado no decorrer do campeonato inteiro nos jogos fora de casa. Segurava-se como um bêbado num poste em um terremoto para não levar o segundo gol, sofrido ainda na primeira etapa. Petkovich alçou bola na área gremista - mais uma das 522 que havia feito no decorrer do jogo. Réver, afastou de cabeça. Souza bicou pra cima. A bola quicou no centro do campo.

Foi, então, que ouviu-se uma estrondo forte. Tão forte que deu interferência nas transmissões, como se fosse uma mão batendo contra uma mesa, com fúria, com vigor. E um clarão surgiu sobre o Maracanã, como se o Sol estivesse a pino. A bola bicada por Souza e que quicou no campo agora estava, inacreditavelmente, saindo do pé direito de Herrera, o reserva de luxo, do Grêmio e iniciava uma viagem de 30 jardas em direção ao gol de Bruno, do Flamengo, que, acreditem, estava parado no limite da grande área. Todos no Maracanã pararam de respirar naquele exato momento, incrédulos no traçado que a bola de Herrera fazia lá no alto, leve, como se carregada por anjos rubros, e que objetivamente, caia sob os arcos da goleira falmenguista, mortal. Naquele extao momento, o Grêmio, quem diria, empatava o jogo com Herrera e dava o título ao Sport Club Internacional.

O Beira-Rio foi tomado de um grito único, ensurdecedor, um 'uuuuaaaaa' animalesco. Não dava tempo para mais nada. O Flamengo, desesperado, agonizava, vendo incrédulo a imortalidade tricolor se materilizar em um novo Maracanaço. Um complô gaúcho que deixou o Flamengo com 65 pontos e vitórias a menos, e que consagrou o Internacional tetra campeão brasileiro.

Eu, Alan Kardec, vi isso.

Fonte: Blog Bicho no Bolso

VERMELHOS - IMPERDÍVEL


O maior espetáculo da Terra para o Campeão do Mundo FIFA, Campeão de Tudo!


Seleção de atores e músicos de ponta para encantar com a história centenária do Inter


Momentos importantes e gloriosos dos cem anos do Inter emocionaram na estreia de Vermelhos

Fotos: Alexandre Lops



Ontem fui assistir ao Vermelhos, no Teatro São Pedro.


Vale MUITO ver o Vermelhos;

Lágrimas e sorrisos eternizados na memória.

Imperdível!

Saiba mais sobre a peça:

VERMELHOS - HISTÓRIA E PAIXÃO

Sinopse

São Paulo, no início do século: a família Poppe agita-se ante a inauguração da rede elétrica. Porto Alegre, dezembro de 2006: na redação de um jornal, o faxineiro Vito e o jornalista Chico Bola disputam um radinho de pilhas, para acompanhar a final do Mundial de Clubes.

O surgimento do Internacional acontece pela ousadia e idealismo de Henrique Poppe. Na redação do jornal, em 2006, Chico Bola, inconformado por ter sido preterido da equipe de cobertura do Mundial, é acolhido pelo velho colorado. São dois homens experientes, revivendo os sonhos gloriosos de um passado, sempre presente.

Vermelhos mostra o outro lado de uma vitória, no presente, e outra no passado. Henrique Poppe se mantém a frente do seu sonho, até a vitória do primeiro Gre-Nal. Chico Bola descobre o sentido da paixão e Vito dribla as peripécias de seu coração e se enche de vida, por não ter caído, diante de um fulminante estado de felicidade.

Preço dos ingressos
Plateia: R$ 40,00
Camarote Central: R$ 35,00
Camarote Lateral: R$ 30,00
Galeria Central: R$ 20,00
Galeria Lateral: R$ 20,00
Cadeira Extra: R$ 35,00

Descontos: 50% para sócios AATSP na estreia; 20%titular e acompanhante do clube do assinante ZH; 20% para sócios do Inter (somente titular).

Espaço: Palco

Temporada
24 a 29 de Novembro (De terça a domingo, às 21h)

Ficha Técnica
Elenco: Álvaro Rosacosta, Gustavo Razzera, Oscar Simch, Rogério Beretta, Simone Rasslan, Sofia Schul, Suzete Castro Martinez, Vinicius Cáurio, Williams Martins e Zé Victor Castiel.
Direção: Néstor Monastério
Autor: Artur José Pinto
Figurinos: Daniel Lion
Preparação musical e arranjos: Simone Rasslan

Domingo, Novembro 22, 2009

Um Gigante sobre as águas!

Por Luciano Bonfoco Patussi
22 de Novembro de 2009
www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Com o passar dos anos, aprendemos muito. Na vida. Na profissão. Nos esportes. No futebol, cada um tem seu time do coração. Sua crença. Sua paixão! É importante acreditar. É importante também ter senso crítico e saber analisar. Entretanto, para toda a pessoa que é apaixonada por um time de futebol, as análises coerentes e imparciais se encerram no instante em que sua equipe do coração entra em campo. É, torcedor colorado! O mar vermelho do Beira-Rio acaba com qualquer estatística e destroi toda a teoria do que deveria, por amostragem, acontecer! Percentuais não mais existem! Números viram poeira! "Levantou poeira!".

Ainda é muito difícil! Mas poder enxergar onze camisas vermelhas perfiladas em campo, lutando por todos nós, é a melhor coisa que existe! Nos faz ter a sensação de hibernar! É como se morrêssemos. Mas ao mesmo tempo, é possível viver novamente! Ver o mar vermelho vibrante e vestir a camisa colorada nos trás o sentimento de que entre erros, equívocos e eventuais acertos, o rubro manto que você enverga toma forma de vida própria e o conduz para mais uma etapa decisiva e emocionante de sua vida! Da vida de todos nós! Eu sou um apaixonado por análises táticas, sou louco por futebol e não somente por jogos do Inter. Amo esse esporte! Mas um jogo do Inter é diferente! É chegado o momento em que é preciso dar uma trégua! É necessário esquecer, enquanto torcedor colorado, troca de comando técnico, venda de jogadores e quaisquer outros fatores que possam tornar uma conquista mais difícil ainda do que já é. Qualquer coisa, que se analise depois! Assim é um torcedor! Assim é um apaixonado! Assim é um colorado!

É chegado o momento de olhar para o lado e ver: diante de todos os fatos ocorridos, qualquer um pode ser campeão! Assim sendo, que este seja o Clube do Povo! Por este motivo, vamos todos entrar com o Inter em campo, juntos, de corpo, alma e coração, contra o Sport Recife no próximo final de semana. O Colorado precisa vencer esse jogo a qualquer custo, para garantir sua classificação para a Copa Libertadores de 2010. Será uma importante classificação, devido a realidade que foi criada no decorrer do campeonato. Mas se o Inter vencer o Sport - e deve lutar muito por isso - e outros dois times ajudarem... meus amigos... aí eu prefiro nem pensar nessa possibilidade, pelo menos por enquanto... talvez meu coração não resista a mais uma semana de pura emoção!

Por atuações medíocres e por entregadas de jogos teoricamente fáceis em momentos decisivos, nenhum clube mereceria vencer o campeonato. Inter e Palmeiras seriam os campeões das grandes chances desperdiçadas, seguidos de pertinho por São Paulo, Atlético Mineiro, Flamengo e Cruzeiro. Diante deste equilíbrio, levaremos nossa camisa vermelha, e tudo o mais que for preciso, para onde for necessário. Para onde nosso coração mandar! E de onde estivermos, vamos acreditar! A Ilha do Retiro pode ser o carimbo do passaporte para a América Vermelha em 2010. Mas pode ser, ainda, muito mais do que isso! É difícil! Mas nada é impossível! Para quem ergueu um Gigante sobre as águas, nada é impossível!

Força! Muita força, Colorado!

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Só no Pay-per-View

Site do SPORTV confirma que Domingo (22/11) vai transmitir às 19:30 o jogo Flamengo x Goiás

Atlético MG x Internacional terá transmissão pelo pay-per-view :-((

Ps> A dica foi do Sandro Bernardes

Ps2> No jogo contra o Barueri o Pay-per-View da NET ficou sem sinal metade do jogo, pra metade da cidade!!! Espero que não tenhamos o mesmo problema ...



VAMO VAMO INTER!!!!
Cheiro de Libertadores 2010 no ar...

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

SOBRE AS OBRAS DO GIGANTE

POR: TIAGO VAZ

Como conselheiro do Sport Club Internacional eu tenho participado de todas as reuniões ordinárias do conselho deliberativo, onde são tratados todos estes temas que urgem dentro do clube, incluindo o projeto Gigante para Sempre e as obras para a Copa do Mundo. Então, me proponho a responder nesta postagem algumas questões que o João Munari levantou e que são dúvidas de muitos torcedores. Vou me valer deste espaço, mas por favor, entendam que eu também não entendo nada de engenharia :-) ... minha formação é em informática e administração.

O que os conselheiros sabem a respeito


O Presidente Píffero se pronunciou na última reunião do conselho e deu as devidas explicações sobre as obras.

Na reunião, todas as perguntas sobre as obras foram respondidas a contento dos conselheiros.

Explicações que já são de conhecimento público: O Eucaliptos ainda aguarda pela conclusão de processos na justiça para poder ser vendido. O governo federal não está liberando verbas diretamente para o clube, e a linha de financiamento oferecida parece pouco atraente (além de arriscada). Incentivos fiscais ainda são aguardados.

As obras vão sair. Isso é fato. Pois independente dos incentivos e financiamentos, o clube tem uma alternativa para realizar as obras com suas próprias pernas.

A estratégia

A estratégia do presidente Píffero para viabilizar a cobertura e as demais obras necessárias para a Copa do Mundo, é uma estratégia muito familiar para os colorados. Foi assim que construímos o Beira-Rio. A verba ao invés de sair da venda de cadeiras perpétuas e locadas como foi feito a 40 anos atrás, desta vez será alavancada pela venda de camarotes. Pelo o que eu entendi, será possível comprar um "lugar" em um camarote e eles não serão vendidos todos como "suites", aqueles camarotes com diversos lugares reservados (uma solução que se aplica muito bem quando uma empresa compra os espaços). Assim os novos camarotes poderão ser adquiridos por abnegados e mortais torcedores colorados, independente de terem ou trabalharem em grandes empresas.

O início da cobertura


As vigas para sustentação da nova cobertura já começaram a ser colocadas. As primeiras vigas já estão de pé e elas vão suportar a primeira parte da cobertura, uma espécie de piloto para a cobertura total do estádio. Na frente da loja, em frente ao novo Museu Colorado, já podemos ver com ares de "Robocop" as estruturas metálicas que vão ajudar as vigas de concreto a sustentar o peso da cobertura.

No final deste mês, conforme publicado na imprensa, Pedro Affatato, VP de Finanças do clube irá apresentar o projeto de viabilidade. Ao que tudo indica, cronograma, prazos e metas para o projeto Gigante para Sempre se tornarão públicos!!!

João Munari!!! Apesar de nós dois não entendermos nada de engenharia, acho que temos a obrigação de ficar de olho nesse assunto!!! O futuro dos colorados passa por esse projeto. Uma casa toda reformada, para receber toda a nossa familia com o maior conforto e segurança possível. Levando vantagem competitiva para o time dentro de campo!

Além de ficar de olho... temos de andar sempre juntos e comprometidos, com o sucesso do projeto Gigante para Sempre e com o futuro do nosso Colorado!!!!

Dale Inter!

GIGANTE PARA SEMPRE!

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

AS OBRAS DO GIGANTE.AONDE?


Por:João Munari

Amigos,
não tenho conhecimento técnico na área de engenharia. Não sei fazer profundos cálculos estruturais. Mas uma coisa está me intrigando: você escuta o marketing e o presidente falar e nota que a sintonia é estranha. O mkt relata que equipes de engenharia traçaram os cálculos de vento, que as empresas de mão de obra estão confirmadas ,que mesmo que não ocorra a venda dos Eucaliptos a obra seguirá a todo vapor.
Aí eu passo pelo Gigante todos os dias e não vejo um único operário trabalhando! Um mínimo sinal de obra em andamento.Uma retroescavadeira,um caminhão,nada!
Havia um andaime (sempre parado e vazio). Até este não está mais por lá.
O presidente Vitorio Pífero em entrevista disse claramente que as obras seguirão a todo vapor,palavras textuais.
Espero que não seja uma jogada política para em 2010 vermos o estádio apinhado de operários mostrando serviço na proximidade das eleições no clube.

Por outro lado,como eu queria entender mais de engenharia.
Um abraço

Comemorações do centenário rendem prêmio de marketing ao Inter

Clube venceu concurso da ADVB na categoria Esportes

O Inter venceu o 27º Top de Marketing, promovido pela sucursal gaúcha da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-RS). Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta, em Porto Alegre, o Case do Centenário — conjunto de ações criadas pelo marketing do clube para celebrar os cem anos de existência do clube — foi qualificado pelo presidente da instituição, Cláudio Goldsztein, como o melhor da categoria Esportes. O prêmio será entregue no dia 26 de novembro, em cerimônia no Teatro Bourbon Country.

— Estamos honrados com este reconhecimento. É mais uma grande recompensa pelo árduo trabalho desenvolvido por todos nós, colorados, neste ano tão especial — comemora o diretor executivo de Marketing do Inter, Jorge Avancini.

Este é o segundo prêmio que o clube conquista nesta semana. Na última segunda-feira, o Instituto Brasileiro de Verificação de Gestão (IBVG) anunciou que o Inter é o melhor clube de futebol do Brasil em termos de administração, organização e gestão. A honraria será concedida no dia 5 de dezembro, no Hotel Sheraton, no Rio de Janeiro.

Fonte: ClicRBS

Domingo, Novembro 15, 2009

Jantar Consular de Viamão



POR: Everton Rocha

Venham comemorar a grande festa do Centenário do Sport Club Internacional na cidade de Viamão .Dia 20/11 SEXTA às 20:30min no Centro de Eventos Cultural Maristas Graças. Com super Show da banda ATAQUE COLORADO, Taças das Grandes Conquistas, mais presença da diretoria e de ex atletas do Sport Club Internacional.

Quando: 20/11/2009 - Sexta - Feira
Valor: R$25,00
Haverá sorteio de brindes

Pontos de venda de ingressos:

Cantinho da Sorte : Av. Cel. Marcos de Andrade 200
Cia dos Lanches : Av. Cel. Marcos de Andrade 100
RC Tek Informática : Av. Cel. Marcos de Andrade 403
Tabacaria Saraiva: Av. Liberdade 2282 - Shopping Sta. Isabel
Sorveteria Supimpa: Av. Sen Salgado Filho, 3850
Loja Liberdade: Sta Isabel - Av. Walter Jobin, 50; Vila Augusta - Av. Costa Gama, 292

Informações: www.inter-viamao.com.br


Consulado Sport Club Internacional - Viamão - RS

Sexta-feira, Novembro 13, 2009

Vermelhos – História e Paixão

POR: TIAGO VAZ

Eu tive a honra de colaborar (mesmo que modestamente) com o Néstor Monastério e o Artur José Pinto na concepção da peça.
Nossa.. fico até arrepiado em pensar que a pesquisa sobre a "Trajetória de Henrique Poppe Leão" tenha sido uma das sementes desse projeto maravilhoso e que agora estará sendo encenada no Teatro São Pedro.

Estarei na primeira fila.

Segue nota oficial publicada no site do Inter.


Peça 'Vermelhos – História e Paixão' contempla o Centenário Colorado

Escrito por José Arthur Pinto, o espetáculo estreia no próximo dia 24 de novembro no Theatro São Pedro

Por Marcos Bertoncello

Vermelhos – História e Paixão é a peça de teatro que conta a trajetória gloriosa do Sport Club Internacional, incluindo atrações especiais como hinos, cenas de torcida, carnaval, serenata e festas, que ilustram o Centenário Colorado. Sua grande estreia será no dia 24 de novembro deste ano, no Theatro São Pedro. Escrito e produzido por atores consagrados no Rio Grande do Sul, o espetáculo promete atrair uma multidão de apaixonados pelo Internacional.

O roteiro, escrito por José Arthur Pinto e dirigido por Néstor Monastério, recorda a história do Inter, na fusão do presente e o passado de um dos maiores clubes do mundo. A peça transcorre numa partida de futebol, mostrando o outro lado de uma vitória, ao som vibrante de músicas e trilhas que acendem a paixão colorada. No surgimento do Clube, pela ousadia e idealismo de Henrique Poppe, até as peripécias do torcedor Chico Bola e do faxineiro Vito, o sentimento de lembrança e felicidade passará por todos os colorados presentes.

O Sport Club Internacional em 'Vermelhos - História e Paixão'. Entre junto neste projeto vitorioso. Do dia 24 a 29 de novembro, no Theatro São Pedro, a peça fica à disposição para o público. O sócio colorado tem desconto de 20% na compra do ingresso.

Clique para ampliar esta imagem
Grupo se apresenta no próximo dia 24 de novembro no Theatro São Pedro - Clique e amplie a imagem.
Grupo se apresenta no próximo dia 24 de novembro no Theatro São Pedro

Saiba mais sobre a peça:

VERMELHOS - HISTÓRIA E PAIXÃO

Sinopse

São Paulo, no início do século: a família Poppe agita-se ante a inauguração da rede elétrica. Porto Alegre, dezembro de 2006: na redação de um jornal, o faxineiro Vito e o jornalista Chico Bola disputam um radinho de pilhas, para acompanhar a final do Mundial de Clubes.

O presente e o passado se fundem na paixão. O surgimento do Internacional acontece pela ousadia e idealismo de Henrique Poppe. Na redação do jornal, em 2006, Chico Bola, inconformado por ter sido preterido da equipe de cobertura do Mundial, é acolhido pelo velho colorado. São dois homens experientes, revivendo os sonhos gloriosos de um passado, sempre presente.

A pulsação do espetáculo vem da música. Hinos e outras trilhas temperam a emoção das cenas da torcida, do carnaval, da serenata e das festas, com marchas, serestas e samba.

Vermelhos acontece durante uma partida de futebol. Mostra o outro lado de uma vitória, no presente, e outra no passado. Henrique Poppe se mantém a frente do seu sonho, até a vitória do primeiro Gre-Nal. Chico Bola descobre o sentido da paixão e Vito dribla as peripécias de seu coração e se enche de vida, por não ter caído, diante de um fulminante estado de felicidade.

Preço dos ingressos
Plateia: R$ 40,00
Camarote Central: R$ 35,00
Camarote Lateral: R$ 30,00
Galeria Central: R$ 20,00
Galeria Lateral: R$ 20,00
Cadeira Extra: R$ 35,00

Descontos: 50% para sócios AATSP na estreia; 20%titular e acompanhante do clube do assinante ZH; 20% para sócios do Inter (somente titular).

Espaço: Palco

Temporada
24 a 29 de Novembro (De terça a sábado, às 21h, e domingo, às 18h)

Ficha Técnica
Elenco: Álvaro Rosacosta, Gustavo Razzera, Oscar Simch, Rogério Beretta, Simone Rasslan, Sofia Schul, Suzete Castro Martinez, Vinicius Cáurio, Williams Martins e Zé Victor Castiel.
Direção: Néstor Monastério
Autor: Artur José Pinto
Figurinos: Daniel Lion
Preparação musical e arranjos: Simone Rasslan


imagens


Quinta-feira, Novembro 12, 2009

Grande Jantar Consular do Consulado de Santa Cruz





Após 3 anos, Santa Cruz do Sul recebe toda a comitiva colorada para uma grande noite vermelha e branca. Colorado, faça parte desta história !!!

As atrações da noite serão o Ônibus do INTER – Campeão de Tudo, todas as taças das grandes conquistas do INTERNACIONAL, o Torcedor Fanático, a Banda Ataque Colorado, a Loja Oficial do INTER, ex-jogadores, dirigentes, sorteio de brindes, camisetas autografadas e muito mais.

Dia: 17 de novembro de 2009.
Hora: 20:30hs
Local: Sede da Aliança (centro)
Ingressos Limitados: R$ 25,00 adulto
R$ 15,00 menores de 12 anos.
Pontos de Vendas:
Loja do Esportista
MD Pneus
Restaurante Coma-Bem

Consulado Sport Club Internacional

Site: www.intersantacruz.com.br
MSN: consulado_santacruz@hotmail.com
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=93259707
Santa Cruz do Sul – RS

SUGESTÃO - Escolha do treinador colorado para 2010: por onde "não" começar

Por Luciano Bonfoco Patussi
12 de novembro de 2009
www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Torcedor colorado! Estamos no final de 2009, onde o Internacional ainda busca uma vaga na Copa Libertadores da América de 2010. Todos devem torcer como nunca para que o time conquiste, pelo menos, esta vaga. Entretanto, estamos na metade de novembro e, com ou sem classificação à Libertadores, é impossível não começar a, pelo menos, projetar o time e as preferências para 2010. Estive lendo algumas notícias que deixaram-me com um certo receio do que possa acontecer no comando da equipe. Não que isso esteja sendo especulado no momento pelo clube. Não é - assim espero! Divulgo isso apenas como uma "lembrança", uma sugestão para que o clube não transforme em realidade o desejo de um treinador que recentemente venceu uma Copa do Brasil e que já passou, sem sucesso e com muitas lembranças amargas, pelo Beira-Rio.

Paulo Vinícius Coelho, o PVC da ESPN Brasil, divulgou no seu blog, dia 10 de novembro, uma entrevista feita com o treinador do Kashiwa Reysol, quase rebaixado no campeonato japonês. O brasileiro Nelsinho Batista falou sobre o difícil momento vivido pelo Sport Recife, seu ex time, mas falou também sobre a atual situação que vive com o Reysol no Japão. Disse ainda que assiste aos jogos do campeonato brasileiro no Japão. O treinador tem mais um ano de contrato com o clube japonês. Entretanto, se voltar a treinar no Brasil, revelou que tem um clube em especial que deseja dirigir. Abaixo descrevo o último trecho da entrevista de Nelsinho:

"Paulo Vinícius Coelho (PVC) - Quando for o caso de voltar ao Brasil, há algum clube que você ainda gostaria de trabalhar?

Nelsinho Batista - Acho que deixei um trabalho pela metade no Internacional. Em 1996, saí do Inter para ir ao Corinthians e até hoje ficou um mal-entendido. Houve quem afirmasse que eu disse que saía para ir para um clube grande. Eu nunca disse isso, nunca diria isso. O Inter é um clube de enorme tradição. Hoje tem um técnico, o Mário Sérgio. Trabalhei em muitos lugares importantes, mas acho que deixei um trabalho pela metade no Inter. Um dia, gostaria de voltar para lá."

Devido ao momento vivido pelo Internacional, já que é de conhecimento de todos que Direção de Futebol deverá definir em breve um nome qualificado para comandar o time colorado em 2010, é importante lembrar que Nelsinho Batista foi muito especulado nos bastidores do clube para assumir o cargo de treinador recentemente, segundo a imprensa.

Aos poucos, com a experiência de vida que adquirimos com o passar dos anos, é importante sabermos que o rancor guardado no peito não leva a nada. Esse sentimento só trás coisas ruins. É ruim para a mente, para o coração, para o dia-a-dia. Entretanto, e aqui destaco minha opinião, vivi intensamente o ano de 1996 e "se" eu fosse integrante da Direção de Futebol do Internacional, a partir deste momento, jamais voltaria a cogitar a volta de Nelsinho Batista para o Beira-Rio. Questão de opinião. Desejo tudo de bom para Nelsinho Batista, mas que isso aconteça longe do Beira-Rio. Ele não faz falta ao Inter, assim como o Inter também não deve fazer à ele. Confesso, entretanto, que essa entrevista do atual comandante do Kashiwa Reysol deixou-me com umas quantas "pulgas atrás da orelha".

Enquanto colorado, jamais esquecendo 1996, e enquanto analista, em uma breve análise da carreira do técnico em questão, espero sinceramente que em qualquer lista onde conste os nomes dos próximos possíveis pretendentes ao cargo de treinador do Inter, não apareça o nome de Nelsinho Batista. Nem no início da lista. Nem no meio. Nem no final.

A entrevista completa de Nelsinho Batista concedida ao PVC pode ser conferida através do link abaixo:

http://espnbrasil.terra.com.br/pauloviniciuscoelho/post/85819_NO+JAPAO+NELSINHO+BAPTISTA+ASSISTE+AO+BRASILEIRAO+E+A+CRISE+DO+SPORT

Em tempo: eu não poderia fazer toda uma análise de quem não contratar, sem pelo menos deixar pistas dos nomes que prefiro para o cargo de treinador do Inter. Tempos atrás, minha preferência seria para Vanderlei Luxemburgo, sem sombra de dúvidas e sem restrições. Hoje, entretanto, há alguns treinadores promissores no mercado, que merecem uma chance em um grande clube. É uma nova safra de técnicos sendo formada e que conta com nomes como os de Silas, Dorival Júnior - que já está em um grande clube, entre outros. Há ainda o experiente Muricy Ramalho, que já passou pelo Beira-Rio e que agrada muitos e desagrada tantos outros. Ainda estou formando minha opinião sobre o nome que acredito ser o ideal para o comando do time em 2010. E devo divulgar isso após o final do campeonato brasileiro. Mas já sei por qual nome a lista de possíveis treinadores do Inter não deve começar: Nelsinho Batista.

Uma grande saudação esportiva e colorada à todos!

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

Leituras Coloradas

POR: RAUL PONS



Nos últimos dois meses, adquiri três livros sobre o Internacional, lançados recentemente. Esperava que o ano do Centenário provocasse um "boom" de publicações sobre o clube, mas o mercado editorial não nos presenteou com muitas opções, predominando as edições especiais de revistas.

Mas vamos aos livros: vou fazer um rápido comentário, para que colorados e admiradores do futebol que ainda não conhecem as obras possam ter mais informações para decidirem se vale a pena o investimento.

BRAGA, Kenny. Rolo Compressor: memória de um time fabuloso. Porto Alegre, JÁ Editores, 2008, 2ª ed, 198 p.

Kenny, neste livro, buscou traçar um relato do Rolo Compressor, analisando a vida do clube entre 1939, ano da estréia de Tesourinha, e 1949, sua última temporada pelo clube. Alguns pesquisadores limitam a existência do Rolo Compressor entre 1940 e 1945, os anos do hexacampeão, mas eu, pessoalmente, prefiro a delimitação proposta pelo Kenny.

O livro tem interessantes informações sobre esse período vitorioso da história do clube, especialmente em relação aos técnicos do Rolo, e situações de vestiário, que levaram à demissão ou contratação de novos comandantes. Muitas destas informações foram novidades para mim. Também há detalhes sobre algumas partidas, havendo aí algumas incorreções quanto a datas, escalações e artilheiros, mas que em nada comprometem a qualidade da obra. Também destaco as excelentes biografias de 25 personalidades coloradas, incluindo jogadores, técnicos, os torcedores Vicente Rao e Charuto, e a cabrita Chica. Vale a pena mencionar também as dezenas de fotos, em sua maioria diversas daquelas imagens mais comuns do Rolo Compressor.

FISCHER, Luís Augusto. Dicionário Colorado: 100 anos em 100 verbetes. Caxias do Sul, Belas Letras, 2009, 224 p.

Este é um autêntico livro de torcedor. Fischer formou seus verbetes com jogadores, dirigentes, títulos, equipes históricas, gols marcantes, curiosidades, partidas inesquecíveis, etc. Não é um livro que busque um rigor histórico nas informações (alguns dados apresentam equívocos), nem foi fruto de longa pesquisa em fontes primárias, mas tem um texto leve e agradável.

Provavelmente, alguém que conheça um pouco mais que a média sobre a história do clube, não encontre novidades, mas para aqueles torcedores que conhecem pouco da nossa história, ou mesmo torcedores de outras equipes, vão encontrar uma ótima fonte de informações, mesmo que resumidas, que poderão despertar maiores curiosidades, levando o leitor a buscar fontes mais aprofundadas.

BESTETTI, Ricardo Luís. O Internacional e suas conquistas pelo mundo: o almanaque dos jogos internacionais. Porto Alegre, Ideograf, 2009, 104 p.

Esta é uma obra interessante para torcedores, pesquisadores e admiradores da história do futebol, sejam colorados ou não. O livro dedica-se aos jogos internacionais do Colorado, sejam amistoso, válidos por torneios extra-oficiais ou competições oficiais. Nos campeonatos, oficiais ou não, estão relacionadas também as partidas contra adversários brasileiros. São 337 partidas, atualizadas até agosto de 2009. Apenas as duas partidas contra o Universidad de Chile, pela Copa Sulamericana deste ano, não estão ali.

Destaco no livro dois pontos:
1) um breve histórico de cada competição, seja ela oficial ou extra-oficial, onde consta quantas edições foram disputadas, que outros clubes brasileiros foram vitoriosos, etc. Perfeito para quem quer saber um pouco mais sobre o Torneio de Inauguração do Olímpico, Copa Confraternidad, Torneio Villa de Madrid ou Copa Wako Denki, por exemplo.
2) 54 páginas com as fichas completas das 337 partidas disputadas pelo Internacional: resultado, escalação, estádio, juiz, artilheiros, enfim, todas as informações relativas aos confrontos.
Além disso, o livro ainda apresenta fotos de todos os troféus conquistados pelo clube em torneios internacionais, oficiais ou não. Vários destes troféus provavelmente são desconhecidos da imensa maioria da torcida (eu mesmo só conhecia os troféus das competições mais badaladas, como Libertadores, Mundial, Joan Gamper, etc.).

Enfim, em tempo de Feira do Livro em Porto Alegre, espero ter colaborado para sugerir leituras coloradas ao leitores do Blog Vermelho. Afinal, se é bom ler sobre o nosso Internacional na internet, também é muito bom ler sobre o clube em momentos de lazer, longe do computador.

Fonte: Blog Vermelho

Para haver punição a vítima tem que ser medalhão

por Gerson Sicca

http://limponolance.blogspot.com

Há muitas mentiras sobre o Brasil. Afinal, só um universo de mentiras pode manter uma sociedade tão desigual.
Uma mentira muito difundida é a de que o povo brasileiro é bom e solidário.
Uma ficção. Os brasileiros são humanos, com qualidades e defeitos, parecidos e diferentes entre si, como todos os povos, e criados em uma sociedade que aceita a crueldade alheia com imensa naturalidade.
É certo que relações de solidariedade são fortes no âmbito familiar e em grupos mais próximos(vizinhos, turma do futebol, etc), além das situações extremas de intenso sofrimento, como nas catástrofes. No entanto, no geral, quando se trata de avaliar o significado do que ocorre no seio da sociedade, o brasileiro raramente consegue pensar para além da sua esfera privada. Aliás, isso é comum no homem médio.
Pessoas morrem de fome, corruptos deitam e rolam no Poder Público, violência para todos os lados, contra a mulher, pobres, negros, homossexuais, trabalhadores, sistema prisional grotesco, e a maioria do povo nem está para tudo isso. Escandaliza-se com um fato aqui e ali, mas logo volta para a sua novela. Reclama do político e segue votando em quem compra voto, e por aí vai.
E nessa terra de "se a farinha é pouca, meu pirão primeiro", o povo costuma gritar mais alto sempre quando o andar superior sente-se lesado. Aí todo mundo fala e até o oprimido quer defender o opressor, ainda que muitas vezes por falta de informação. Por outras vezes, defende mesmo por ter uma visão de que a estrutura desigual deve mesmo ser mantida.
Por que falo de tudo isso? Por causa de Carlos Simon.
Já vi erros grosseiros de Simon. Erros mesmo, o roubo clássico. Erros sem explicação. O maior deles na final da Copa do Brasil de 2002, entre Corinthians e Braziliense, quando ele não deu um pênalti claro para o time de Brasília e ignorou uma falta absurda no lance de um dos gols do time paulista, tudo isso na primeira partida da final. Mas nenhum de seus "apitaços" deu tanta repercussão quanto o lance de domingo, no jogo entre Flu e Palmeiras.
Até pode ser que Simon tenha errado. Mas vendo com atenção percebe-se que Obina joga o braço para trás para impedir a antecipação do zagueiro tricolor. Logo, perfeitamente poderia ser marcada a falta, ainda mais no Brasil, onde os árbitros marcam qualquer coisa.
Mas o Palmeiras berrou e a Comissão de Arbitragem correu para socorrer o alviverde. Afastou Simon.
Estranho que os erros crassos de Héber Roberto Lopes na primeira partida da final da Copa do Brasil deste ano não tenham obtido a mesma repercussão. Um pênalti claro em Alecsandro aos 7 do primeiro tempo, quando o placar de Corinthians e Inter estava 0 a 0, e o segundo gol dos paulistas feito depois do jogador cobrar a falta com a bola rolando, bem na frente do árbitro.
Agora todo mundo fala, o Presidente do Palmeiras, imprensa, jogadores e quem mais tiver cordas vocais. Repercussão nacional.
E fica assim. O brasileiro não se irrita com o roubo, com a violência, com a falta de caráter. Ele foi criado na desigualdade e treinado para reproduzi-la. O brasileiro irrita-se quando os efeitos negativos da bizarrice nacional atingem o piso superior. Ninguém se indigna pelo ato em si, mas por quem foi afetado.
E assim continuamos. Julgamos conforme a vítima e o réu, e não pelo significado dos atos. O que nos interessa é manter a desigualdade e evitar que os afortunados sofram com as consequências nefastas, decorrentes do país cruel que nossos ancestrais criaram e que mantemos todos os dias com nosso comportamento na rua, na política, no trabalho e nas relações afetivas.
O Brasil tem uma sociedade civil que não se funda na igualdade, na liberdade e na ética.É o salve-se quem puder. E seguimos defendendo a desigualdade.
Por isso, se o Palmeiras berrar todo mundo vai acudir. Agora, se o reclamante tiver menos prestígio, será apedrejado e ridicularizado, embora vergonhosamente roubado.
Em suma, a Comissão de Arbitragem é Brasil!

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Cotações dos adversários: O caminho do Inter nas rodadas finais

Time do técnico Mário Sérgio segue na luta para conquistar uma vaga no G-4

Depois do empate de 1 a 1 com o Barueri, nesse domingo, a equipe do técnico Mário Sérgio ficou a três pontos do G-4, grupo que se classifica à Copa Libertadores. Mas nesse curto caminho até o fim do campeonato há confronto direto com Atlético-MG.

Confira abaixo as cotações dos adversários:


15/11/2009 - Domingo
Inter x Santos - Beira-Rio - Porto Alegre

Fora de casa, o aproveitamento do Santos do técnico Wanderley Luxemburgo tem sido fraco. E o jogo é no Beira-Rio. Adversário está na 12ª posição busca pelo menos uma vaga na Sul-Americana para não ficar no "limbo" do Brasileirão – sem Sul-Americana e livre do rebaixamento. Para seguir pensando em G-4 uma vitória é extremamente necessária.

22/11/2009 - Domingo
Atlético-MG x Inter - Mineirão - Belo Horizonte
Briga quente por posição que pode valer o reingresso ao G-4. Galo tropeçou na rodada deste fim de semana e perdeu para o Flamengo, adversário direto. Vai ser peleia braba no Mineirão.

29/11/2009 - Domingo
Sport x Inter - Ilha do Retiro - Recife

Lanterna e já rebaixado. O Sport Recife não tem mais ambição alguma nesse Brasileirão, ainda mais na penúltima rodada do ano. Time pernambucano aguarda 2010 para se reformular, mas a dispensa de jogadores já se iniciou. É jogo para o Inter faturar três pontos fora de casa.

06/12/2009 - Domingo
Inter x Santo André - Beira-Rio - Porto Alegre

Só não dá pra dizer que vai ser um jogo tranquilo se chegar na última rodada e o Inter estiver brigando por vaga no G-4. Se já tiver garantido matematicamente, confronto mais que tranquilo. Mas pode ficar tenso se time de Mário Sérgio precisar vencer para se classificar à Libertadores.

Fonte: CLICESPORTES

Sábado, Novembro 07, 2009

ANÁLISE - Venda de jogadores: motivos e avaliação da reposição

Por Luciano Bonfoco Patussi
06 de novembro de 2009
www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Recebi apenas nesta quinta-feira, dia 5 de novembro, a Revista do Inter do mês de "outubro", destinada à mais de cem mil sócios do Sport Club Internacional. Nesta edição, há uma carta aberta do Sr. Vitório Píffero, atual Presidente do Clube do Povo, direcionada à todo o associado. Esta breve divulgação, exposta em um momento de turbulências e críticas, foi uma verdadeira prestação de contas à toda a torcida, no que se refere às negociações de jogadores em meio ao campeonato brasileiro. Com o que foi escrito pelo Sr. Vitório Píffero, é possível entender as negociações feitas, bem como analisar os equívocos cometidos, visando melhorar cada vez mais os procedimentos internos para fazer o Internacional ser cada vez mais forte, dentro e fora de campo. Como o Internacional é um clube de dimensões imensuráveis e que possui milhões de seguidores além dos seus associados, tomo a liberdade de divulgar as ideias centrais desta manifestação feita pelo Presidente. Entitulado "Assim é que Prosperamos", o texto redigido por Píffero explica ao torcedor cada uma das negociações de jogadores realizadas nos últimos meses. Nos casos de Fernandão, Alex e Magrão, os atletas chegaram em determinado momento a pedir a liberação. Particularmente, admito que poderia ter feito o mesmo, pois não se segura profissional em nenhum lugar do mundo, sendo que o mesmo deseja mudanças. Ainda mais em se falando de cifras milionárias.

Entretanto, e aqui descrevo minha opinião, estes atletas foram negociados em meio à importantes disputas. No caso de Fernandão, justificou-se a negociação com a vinda de D'Alessandro. O argentino é um jogador que, desenvolvendo todo o seu potencial, pode ser o melhor meia-atacante do futebol brasileiro. Acho que esta negociação foi bem justificada. Fernandão já havia feito o seu melhor à serviço do Internacional, quis sair para o futebol árabe e houve a vinda de um grande jogador, que é D'Alessandro. Se D'Alessandro está rendendo o esperado - ou não - deve ser cobrado. A Direção fez o que deveria ter feito: trouxe um grande jogador para a saída de Fernandão! Já a saída de Alex foi justificada pelo crescimento de Taison. Aqui houve um erro claro de avaliação. Alex era um jogador que crescia no Inter ano após ano e estava no seu auge. Já Taison é um jovem que fez meia temporada excelente. Tem potencial. Mas agora suas atuações despencaram inexplicavelmente. Ou seja, para a saída de Alex, não houve reposição à altura. É preciso a Direção de Futebol saber disso e reconhecer isso, tendo o fato como base para uma reavaliação. Ao meu ver, foi um erro - que qualquer ser humano pode cometer. Mas deve ser corrigido. Admito, não sou dono da verdade. Posso estar errado em minha avaliação sobre as explicações das negociações. Se estiver, se me provarem que estou errado, admitirei sem quaisquer problemas!

A venda de Magrão também era inevitável. O jogador pediu para sair. Pois este foi outro caso onde deveria haver reposição, para se manter a qualidade do grupo. Pois o Internacional avaliou que para substituir Magrão, haviam jogadores no grupo ao nível de Sandro, Guiñazú e do próprio Giuliano. Isso foi um erro de avaliação ou, até mesmo, uma grande contradição. Foi um erro de avaliação no momento em que o Inter vendeu um grande jogador e não teve reposição à altura. Ao justificar que a reposição estava no grupo e citar jogadores titulares como sendo os "reforços", deve-se admitir que está se enfraquecendo o grupo. O grupo ainda é forte! Mas ao se analisar estes fatos ocorridos, fica visível que há perda de qualidade. Isso é fato! E a queda do time colorado na tabela de classificação do campeonato brasileiro prova isso. O São Paulo, que no início do ano tinha, ao meu ver, o melhor elenco de jogadores do Brasil - junto com o Inter - segue razoável no equilibrado campeonato brasileiro. Mas ainda tem chances reais de título. O Inter no momento luta para chegar à Libertadores em 2010. O título é possível, mas 99% improvável, tanto matematicamente quanto tecnicamente - se levarmos em conta a bruta queda de rendimento e as últimas atuações do time.

Voltando à análise da saída de Magrão, vejo que justificar a falta de uma contratação à altura, pela simples presença de Sandro no elenco, pode ser vista também como uma grande contradição, visto que a saída de Edinho foi justificada exatamente pelo surgimento do jovem volante da seleção brasileira e capitão da seleção sub-20 nacional. Ou seja, em um pequeno resumo de minha explanação, Sandro "apareceu" para justificar a negociação de Edinho e, em parte, a de Magrão. Dois por um. Cai a qualidade e jogadores que antes nem eram relacionados para figurar no banco de reservas - devido a alta qualidade do elenco - começam a aparecer no time, como se fossem a solução para os problemas. Antes o meio-campo colorado tinha no elenco Edinho, Sandro, Magrão, Guinãzú, Alex, D'Alessandro e Giuliano. Isso não faz muito tempo! Hoje tem Sandro, Guiñazú, D'Alessandro e Giuliano. Aí começam a aparecer nomes como o de Glaydson - que acho um jogador mediano, que pode apenas compor o grupo - e de Maycon - que acredito ser insuficiente tecnicamente para ser volante do Inter.

A negociação de Nilmar foi explicada por Vitório Píffero, e acredito que foi bem justificada. Os valores foram realmente altos, o jogador também tinha desejo de sair. Além disso, se não aceitasse a proposta, o Inter teria de pagar, por contrato, mais seis milhões de Euros (além do que já havia pago para segurar o jogador em outra oportunidade passada). E ainda assim correria o risco de perder o jogador ao final do contrato. Haja responsabilidade para decidir! É importante reconhecer isso! Talvez tenha faltado - não conheço os fatos profundamente, mas é o que parece - conversar com o jogador, fazer ele perceber o importante momento que o Inter vivia na história, buscando um título memorável, motivá-lo com isso e tentar, assim, renovar seu contrato, por mais uns dois ou três anos, com a promessa de venda por qualquer proposta mínima aceitável que chegasse no final do ano. Se perderia a chance de ganhar boa parte do dinheiro que se ganhou com a negociação. Se teria, entretanto, a real possibilidade de alcançar uma conquista tão esperada e de proporções gigantescas! Se alcançaria ainda mais alguns milhares de sócios em um piscar de olhos!

Nilmar, na seleção brasileira e possivelmente campeão brasileiro com o Inter, teria o seu nome - mais ainda - cravado na história colorada e seria mais valorizado ainda. Talvez não fosse parar no Villareal. Talvez o Real Madrid ou o Manchester United fossem seu destino. Talvez o La Coruña. Mas não o Villareal, com todo o respeito a este pequeno e emergente clube espanhol! Acredito que faltou neste caso à Direção tentar ousar um pouco mais, tentando renovar com o jogador por mais umas duas temporadas, o vendendo ao final do ano - propostas não faltariam! Mas reconheço que posso estar sendo injusto em minha análise, pois uma coisa é analisar, de fora, algo já feito. Outra coisa é ter o papel e a caneta nas mãos e o poder - e acima de tudo a responsabilidade - de decidir pelo bem do clube! O peso de ter a responsabilidade é realmente outro! É justamente por isso temos que saber analisar, criticar de forma construtiva, mas também entender como tudo acontece! Uma coisa positiva no caso Nilmar: se neste momento realmente faltou ousar um pouquinho mais ao não tentar uma renovação - coligada com a promessa de venda ao final do ano, por outro lado a Direção ousou muito na primeira renovação de contrato de Nilmar, onde boa parte das opiniões da imprensa e da torcida davam conta de que a Direção havia errado ao pagar "alguns euros" pela renovação contratual. Ela - Direção - estava mais do que certa! Nilmar acabou dando ao Inter - juntamente com toda a equipe - o título da Copa Sul-Americana em 2008!

Vejo que o principal equívoco cometido na venda de Nilmar foi acreditar que o bom centroavante Alecsandro seria o substituto natural do selecionável garoto formado na base do Beira-Rio. Isso é um erro tremendo de avaliação técnica! O time perde qualidade na comparação Nilmar-Alecsandro, mesmo com o atual camisa nove sendo esforçado, goleador e tendo influência positiva no grupo. Isso é algo óbvio, pois antes o time colorado tinha um dos melhores atacantes do futebol brasileiro e mundial. Hoje tem Alecsandro como referência do ataque. Alecsandro é um dos goleadores do brasileirão. Assim como é Adriano, o Imperador. Mas assim como também é o razoável Jonas, do rival Grêmio. Ser um dos goleadores do campeonato brasileiro, apenas isso, não justifica que se diga que a reposição de Nilmar, através de Alecsandro, foi feita a altura!

Por qual motivo escrevi tudo isso? Escrevi tudo isso porque acho extremamente importante este manifesto do Presidente Píffero. Explicar os fatos ocorridos é o mínimo que se pode esperar de um clube que tem uma massa de seguidores fanática! Mas tem gente que não faz isso! Fazer isso já é positivo e mostra uma aproximação com o torcedor e, aparentemente, mostra que se está aberto às críticas construtivas. Seria muito mais confortável, em um momento difícil, não explicar nada do que aconteceu e deixar a poeira baixar. Mas em resumo, com tudo isso, acho que as negociações foram bem justificadas. As reposições é que não foram, em sua maioria, em mesmo nível. Negociar não é problema. Os clubes brasileiros vivem de negociações. Tenho em minha memória os anos da década de 1990. Um dos clubes mais estruturados do futebol brasileiro naquela época, junto com o São Paulo, era o Cruzeiro. O Cruzeiro, naquela época, vendeu muitos jogadores importantes, esteve sempre com as finanças em dia e venceu duas Supercopas da Libertadores, uma Libertadores e duas Copas do Brasil, entre outros títulos. Soube vender, mas soube repor, ao mesmo nível e no momento certo. Sempre qualificou o grupo.

Em minha visão e com base em avaliação feita sobre tudo o que foi explanado acima, o maior problema do Departamento de Futebol do Inter em 2009 foi o erro de avaliação na maior parte das reposições feitas para substituir peças importantes do time! Porém, a Direção do Sport Club Internacional - formada por gente competente, qualificada e vitoriosa - tem tudo para corrigir isso e fazer um time competitivo e forte para o ano de 2010 trazer à torcida colorada alegres emoções! Basta, ao meu ver, vender jogadores quando isso for inevitável, tentar a qualquer custo e com ousadia manter os jogadores extra-classe e, quando não for possível segurar os jogadores no elenco - o que é plenamente compreensível, deve-se sempre repor ao mesmo nível - ou em nível superior! É importante não deixar a qualidade cair! A qualificação técnica do time deve ser feita em uma curva ascendente, jamais descendente! Este texto do Presidente Píffero mostra, ao meu ver, que o clube está aberto aos torcedores. É importante se ouvir ideias, se debater e se analisar sugestões de melhoria! É importante essa transparência na divulgação dos fatos! Assim se cresce! Assim se debate e assim se prospera!

Encerro por aqui esta análise! Eu tinha em mente, neste momento decisivo do time colorado no campeonato brasileiro, parar de debater e analisar fatos publicamente. Deixaria para fazer isso após o jogo do Internacional contra o Santo André, no fechamento do campeonato brasileiro. Mas achei extremamente importante destacar, em partes e com minhas palavras e críticas, as ideias centrais do texto divulgado pelo Presidente Vitório Píffero na Revista do Inter. Isso mostra que a Direção está mostrando e explicando os fatos. Isso é o primeiro passo para se corrigir eventuais equívocos e para se melhorar o que já é bom. Muita gente não tem conhecimento destas explicações e fatos. E ter conhecimento disso é o primeiro passo para se analisar os acontecimentos da forma mais clara possível e se tentar concluir a origem dos problemas, para se buscar soluções, bem como para não se fazer explanações injustas. Uma grande saudação à todos os leitores e em especial à toda a nação colorada! Fico, desde já, à disposição para críticas sobre minha análise e para debater sobre esta religião chamada Internacional!

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

PONTOS E CONTRA-PONTOS PARA O MACACO

POR: Amauri Knevitz Jr. * amauri.knevitz@zerohora.com.br

Fonte: ClicRBS

Adoção do macaco como símbolo de ação social do Inter gera polêmica

Alguns torcedores reclamam da origem racista do apelido

Uma ação aparentemente inofensiva do marketing do Inter está gerando reações controversas. A adoção de um macaco como mascote do Inter Social, iniciativa realizada pelo clube com crianças carentes, é vista por muitos colorados como um ato inadmissível. Para outros, é uma inovação bem-vinda.

A princípio, muitos torcedores se revoltaram com a possibilidade de que o clube estivesse começando a adotar um novo símbolo oficial, em substituição ao saci, tradicional representante do Inter. A possibilidade foi negada enfaticamente pelo diretor de marketing Jorge Avancini. Ele garante que o macaco foi escolhido pelas próprias crianças beneficiadas pelo projeto a partir de uma enquete e ficará restrito a esta ação. O dirigente considera que o animal é uma figura mais próxima ao dia a dia das crianças, e até divulgou uma nota sobre o assunto. O clube publicou em seu site uma charge em que o saci aparece ao lado do macaco, promovendo a enquete lançada para escolher o nome do novo personagem, símbolo do Inter Social.

Mesmo assim, muitos torcedores não se dão por satisfeitos. Para eles, adotar o macaco em qualquer iniciativa oficial do clube significa a legitimação do racismo que, segundo eles, originou o apelido. O animal começou a ser usado pela torcida gremista para se referir aos colorados como um xingamento. Orgulhosos de sua origem popular, os colorados adotaram o apelido de forma informal. No Gre-Nal dos 5 a 2, vencido pelo Inter no Olímpico em 1997, a torcida visitante gritou ironicamente: "Ah! Eu sou macaco!".

Torcedores famosos e especialista não veem problemas

A ala dos "defensores do macaco" tem representantes de peso. A Camisa 12, mais antiga torcida organizada do Inter, com 40 anos de fundação, tem até um macaco no símbolo, como se vê no site da torcida. O presidente da Camisa 12, Gilberto Camargo da Silva, gosta da ideia:

— Na minha opinião, o clube demorou a fazer isso. O macaco é nosso símbolo e para nós está tranquilo. Usamos ele há uns 10 anos.

Rafael Malenotti, vocalista da banda Acústicos e Valvulados e colorado fanático, aproveita para dar uma alfinetada nos rivais:

— Tem muita gente que aproveita essa situação para dar uma conotação racista. Mas pelo fato de eles serem a "Alma Castelhana", isso se entende, já que os argentinos chamam os brasileiros de "macaquitos". Por mim, não vejo problema. Assim como existem outros animais vinculados à imagem deles, não tem problema nenhum assumir que a coloradagem é a macacada.

Outro torcedor ilustre, o escritor Luiz Augusto Fischer, vai mais fundo na questão:

— Acho legal por um motivo histórico. É muito comum um grupo oprimido assumir as pechas que são jogadas contra si como fator de orgulho. O melhor exemplo disso no Ocidente é a cruz, que representa o local onde o maior líder dos cristãos foi morto, mas se tornou símbolo de vitória. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Estrela de Davi era um símbolo terrível, porque designava as pessoas perseguidas, mas depois foi restaurado e passou a representar o orgulho de uma nação.

Estudioso da teoria dos símbolos, o professor de Comunicação da PUCRS Jacques Wainberg não vê problemas, dependendo da forma como o personagem será construído.

— No passado, este termo era pejorativo, usado para designar de forma hostil o negro, o pobre. Hoje, não tenho certeza se as pessoas fazem esta relação entre o macaco e o marginal social. Uma criança, por exemplo, vai ter uma enorme simpatia pelo animal. Tudo depende de como se manipula o símbolo. A princípio, não vejo nada de errado. Poderá pegar bem se o macaco for pequeno, simpático, bem-humorado, brincalhão — opina.

Internautas ficam na bronca

O depoimento de Wainberg coincide com a ideia de Avancini, segundo qual o macaco do Inter Social ganhará a companhia de outros personagens e terá familiares e amigos. Tudo para aproximar o conceito das crianças, que são o público-alvo do projeto, mas também pode servir para aliviar o descontentamento da parte da torcida que está na bronca.

Quando o blog Clube da Bolinha, do clicEsportes, divulgou a enquete para escolher o nome do mascote, o campo de comentários sediou uma discussão ferrenha, assim como acontece nas comunidades coloradas do Orkut e em outros fóruns de torcedores pela internet. O Alexandre, de Porto Alegre, por exemplo, questionou: "Com isso agora a torcida do Grêmio poderá cantar 'olha a festa macaco' sem ser chamada de racista?".

Um internauta de Santa Maria disse: "Que mau gosto desse 'artista'. Será que ele não sabe a origem racial da pecha de macacos que os gremistas racistas colocaram nos colorados? O símbolo do Inter não é um macaco, é um saci. Eu não me aceito como macaco como querem os gremistas e muito me admiro a direção assumir essa condição". Ele não quis se identificar, e escreveu no lugar do nome apenas a mensagem "Fora com este personagem".

Por outro lado, a Débora Monteiro, de Viamão, pondera: "E desde quando um macaco representa racismo no Brasil, gente? Poxa, abram a cabeça, o macaco é um dos maiores animais na fauna brasileira, gente, acho que o preconceito está no comentário querendo um mascote de olhos azuis e loiro, isso sim é preconceito, porque não deixar um macaco como mascote?". O Carlos, de Porto Alegre, concorda: "Ótima idéia a de por um macaquinho como mascote, assim acaba de vez com essa palhaçada de 'discriminação'. Não há tom pejorativo em chamar torcedor de 'macaco', já que ele é um dos símbolos do Inter faz tempo, e só há maldade na cabeça de alguns! Há torcedores colorados que se vestem de macaco, então eles são preconceituosos com si próprios? Tenho certeza que não."

O macaco mais feliz

O macaco em questão é famoso no Beira-Rio. Sérgio Antônio da Silva Vanacor, 42 anos, encarna o personagem há cerca de 20, segundo ele. Natural de Porto Xavier, guardador de carros na rodoviária de Porto Alegre desde os 12 anos, Sérgio se orgulha da fantasia e do sucesso que faz com as crianças. Nunca vai ao Beira-Rio sem estar fantasiado dos pés à cabeça, mesmo que o calor em alguns jogos seja insuportável.

Obviamente, Sérgio é favorável à adoção do macaco. Segundo ele, o bicho deveria ser até o mascote do clube, mantendo o saci como símbolo.

— Não tem nada a ver. Senão eu não faria o macaco há 20 anos! Tem que ter orgulho. Macaco campeão do mundo não é para qualquer um. Vamos parar com esse negócio de racismo — pede.

De tanto comparecer aos jogos fantasiado de macaco dos pés à cabeça, ele acabou ganhando de presente do clube a condição de associado. Mas reclama de ter que pagar as mensalidades do próprio bolso. Conta que é chamado para fazer viagens ao Interior, visitando consulados do Inter. E garante:

— Sou o macaco mais feliz que existe.

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Nota Oficial do Movimento INTERnet/BV

POR: TIAGO VAZ

O Movimento político ao qual eu pertenço, o INTERnet/BV acaba de publicar uma nota oficial onde re-afirma a sua posição de independência, conquistada pela Chapa 3 nas eleições de 2008. Independência tanto em relação aos grupos que compõe a atual Situação, como em relação aos grupos que compões a atual Oposição.

Assim, as portas do clube ficam abertas para todos os integrantes do Movimento poderem colaborar com projetos e tarefas importantes dentro do clube, assim como as portas ficam abertas para que integrantes do movimento organizem e participem de palestras temáticas com João Patrício Hermann e o grupo que dirigiu o Inter durante a gestão Fernando Miranda, por exemplo.

Eu apoio esta decisão. Acho precipitado falar em eleições para presidente em 2010, enquanto ainda vivemos intensamente o ano de 2009.
Compactuo com aqueles que entendem que a melhor forma de ajudar o clube é dialogando, trabalhando em equipe com muita garra, com cordialidade e muito respeito.

Segue a nota oficial do movimento.


Comprometidos com resultados

Frente à preocupante situação do Internacional no Campeonato Brasileiro em relação às expectativas de todos seus torcedores ao longo desse histórico ano de 2009, bem como às reiteradas manifestações e cobranças dos torcedores por atitudes no âmbito do Conselho Deliberativo, o Movimento INTERnet/BV julga importante prestar alguns esclarecimentos.

O Movimento INTERnet/BV mantém sua posição de independência ... (continua)


Desde já, me coloco a disposição de todos os amigos e leitores do Supremacia Colorada para mais esclarecimentos.

Dale Inter!
Tiago Vaz

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

GARRA, TRABALHO E MUITO RESPEITO

POR: TIAGO VAZ

Na última postagem aqui do blog o iluminado Fábio Urnau renasceu como a Phenix para ascender as lamparinas da cobrança que todo o torcedor tem o direito de fazer.

Pessoalmente acho que todas as críticas devem vir acompanhadas de propostas construtivas. E é sobre essa proposta construtiva, que eu senti falta na postagem do Fábio Urnau, que eu quero começar a escrever hoje.

Antes de começar, gostaria de deixar aqui registrado uma nota pública.
Este blog é um espaço que prima PRINCIPALMENTE pela cordialidade.

cordialidade
cor.di.a.li.da.de
sf (cordial+dade) 1 Afeição sincera. 2 Amenidade e franqueza de trato.

Nunca tivemos qualquer problema com relação aos termos utilizados aqui neste blog, então eu peço atenção aos sempre bem-vindos Fábio Urnau, Luciano Bonfoco Patussi, Gerson Sicca, Luciano Colorado de Garanhuns, Everton Rocha e a todos os sócios e torcedores que são amigos e leitores do Supremacia Colorada para que tenham especial atenção a este valor que foi plantado e regado pelos irmãos Poppe durante o nascimento do nosso amado Sport Club Internacional.

A Cordialidade está presente nas raízes do nosso clube e assim também se faz presente no DNA deste blog no cyberespaço chamado Supremacia Colorada.

Vamos encarar com sinceridade o momento que vivemos. Mas acima de tudo vamos respeitar o passado e preservar o futuro do nosso Colorado.

Em um momento de maus resultados e com uma jornada ainda em andamento, repleta de desafios dentro e fora de campo eu peço a confiança de quem esteja lendo este texto agora e faço um pedido. Vamos demonstrar:

- GARRA, TRABALHO E MUITO RESPEITO

De novo, é a nossa vez. A vez de todo Colorado.

Durante os próximos jogos vamos procurar ajudar o time ao máximo. Garra!

Durante as próximas semanas, vamos ir lá no clube. Vamos participar ativamente, se envolvendo nas questões do dia a dia do Beira-Rio.

Vamos apoiar irrestritamente o clube. E apoiar o clube significa também respeitar jogadores, comissão técnica, funcionários e dirigentes. Vamos ao Beira-Rio torcer como nunca.


Mas não vamos esquecer nunca o nosso compromisso de torcedor, adquirido no momento em que foi feito o pacto de sangue com o clube amado, que é criticar para ajudar.


Fazer a crítica geralmente é fácil. Basta se deparar com um problema, e relatar ele. Já a parte construtiva. Essa parte é a mais dura. Porque vamos precisa mostrar RAÇA, TRABALHO E MUITO RESPEITO para conseguir realizar. Em outras palavras. Construir.

Escrever sem antes buscar as informações certas nos lugares certos é perda de tempo. Eu como Conselheiro estou a disposição para conversar com quem tiver críticas junto ao clube. Temos acesso via e-mail a todos os movimentos políticos (na barra de link ao lado) que se envolvem ativamente em todas as coisas que estão "pegando" no clube, e a qualquer momento se pode ir no Beira-Rio obter informações relevantes para a formação de opinião.

Vamos manter a cordialidade especialmente com o presidente Campeão do Mundo, Fernando Carvalho. Se hoje as coisas não estão lá uma maravilha, imagina como elas não estariam se Fernando Carvalho não tivesse surgido como a verdadeira Phoenix. De uma década de derrotas para uma década campeã de tudo.

RAÇA, TRABALHO E MUITO RESPEITO


Vamos lá Colorados. Essa é a hora que o time precisa de seu torcedor.
Vamos cobrar com cordialidade. Vamos fazer pressão dentro do estádio. E vamos, nós torcedores, assumir juntos com jogadores, comissão técnica, funcionários e dirigentes a responsabilidade pelo que vem pela frente. A democracia é soberana no clube. Chegamos até aqui juntos. Se precisar, vamos morrer juntos... até o momento de ressuscitarmos juntos com o grito do próximo gol!

Estamos todos juntos.

SPORT CLUB INTERNACIONAL
O CLUBE CAMPEÃO DE TODOS

INTERNACIONAL: Entreposto Comercial


Não tenho postado muito ultimamente e as razões são várias. Mas no texto abaixo acho que conseguirei dizer o porquê de não estar postando muito ultimamente e o porquê de eu estar postando agora apenas.

Vi agora pouco uma notícia de que o Giuliano pode ser vendido, assim como o Sandro já foi falado também e hoje de manhã veio a notícia que o Alan Kardec (que não é do Inter) pode ir, pasmém, pra Juventus. Postei isso abaixo no tópico sobre a venda do Giuliano e agora posto aqui como minha opinião para discussão, para não se perder a idéia.

Sinceramente, nada disso me surpreende.

Eu participava mais ativamente das comunidades do Inter no orkut, fóruns, listas de e-mail e do Clube como um todo, mas estou muito decepcionado com os rumos que o Internacional tomou. Vejam bem, estou decepcionado única e exclusivamente com os rumos que o Sport Club Internacional tomou, antes que algum oportunista venha se aproveitar da declaração para outros fins nada elogiáveis.

E a minha decepção maior foi ver que o Inter virou um entreposto comercial, onde vender jogadores é mais importante que conquistar títulos, mesmo com as reiteradas e famosas promessas do Fernando Carvalho e do Vitório Píffero de que precisávamos vender apenas "um jogador por ano".


Eu escuto essa história de que teríamos que vender um jogador por ano para fechar as contas desde que o Inter tinha 30 mil sócios. Fernando Carvalho dizia na época, como então presidente, que quando o Inter chegasse aos 50 mil sócios não precisaríamos mais vender jogadores. Me lembro de uma entrevista dele na Rádio Gaúcha em 2006 dizendo isso, no programa do Lasier Martins (Gaúcha Atualidade), naquele dia comandado pelo grande colorado Cláudio Brito.

Depois, na gestao Vitório Píffero, com vários canecos no armário (incluindo Libertadores e Mundial), escuto o atual presidente falar que quando chegarmos aos 70 mil sócios, contando os sócios do plano antigo e do atual, estaríamos perfeitamente equilibrados e não precisaríamos vender mais jogadores. Isso foi na época da venda do Pato (venda não, da compra unilateral dos direitos federativos do Pato pelo Milan, que simplesmente pagou a multa contratual e levou o guri embora, deixemos claro). Tínhamos 54 mil sócios na época.

No começo do ano passado, em abril de 2008 para ser mais exato, o Inter chegava aos 70 mil sócios. Era final do Gauchão, um pandemônio em busca de ingressos para a final e foi lançado a campanha "100 anos, 100 mil sócios" para o ano do Centenário, 2009. Nessa época, a grande motivação da campanha era justamente fazer o clube auto-sustentável, não precisando mais depender tanto da venda de jogadores e da TV como dependia. Para isso, precisávamos chegar em 100 mil sócios.

Pois estamos com 102 mil sócios, pouco mais, pouco menos, alguns inadimplentes, normal. Nenhum clube do Brasil arrecada mais com sócios do que o Internacional. E nenhum clube do Brasil vende tantos jogadores como o Internacional, mesmo tendo 102 mil sócios para bancar aumentos de salários e propostas do exterior.

Por isso, me sinto enganado, me sinto iludido, porque me disseram que em 2009 venderiam um jogador apenas para dar espaço para outro da base que estava surgindo, não porque o Inter precisasse necessariamente. Venderam, mas não trouxeram ninguém e o pior: dizem que com o time que está aí, fazendo fiasco atrás de fiasco, temos chance de ganhar título Brasileiro ainda e disputar a Libertadores do ano que vêm; e pior ainda: disseram que tinham que vender porque tinha que vender, precisavam do DINHEIRO para pagar as contas.

Que contas?

Eu até entenderia, sério, entenderia mesmo, se o dinheiro dos jogadores vendidos fosse ser usado no financiamento da reforma do Beira Rio.

Se tornaria ao menos compreensível essa desculpa, não me oporia em nenhum momento.

Porém, a desculpa é de que dinheiro do futebol não vai ir pra obra alguma. E o pior: a diretoria acha que vai reformar o estádio inteiro com dinheiro das vendas de suítes e da venda (empacada) dos Eucaliptos.

Passe a me questionar: se o dinheiro do futebol ficaria, em tese, no futebol, onde está indo todo esse dinheiro? Porque a última coisa que o Inter fez com o dinheiro da venda do Nilmar, Magrão, Alex e Edinho (para ficar nos que se foram em 2009) foi investir no futebol.


E não foi pouco dinheiro que o Inter recebeu na venda de jogadores esse ano, mesmo com eventuais parceiros que fossem donos dos passes desses jogadores.

Seria mais fácil se viessem com uma desculpa mais real, mais plausível, mais justificável. Dizer que estão investindo no futebol beira à piada de mal gosto com o sócio e com o torcedor.


Do jeito que está, as contas não estão fechando.

Uma mudança de rumos no futebol do Internacional é urgente e necessária.

OXIGENAÇÃO deveria ser a palavra de ordem para 2010.

Mais do mesmo (leia-se Fernando Carvalho & Cia. Ltda.) não está rendendo NADA.

DESTAQUES

ESPECIAL DO CENTENÁRIO:
História Colorada e Fotos Antigas

ENTREVISTA: Delegado Poppe

O INTER NA REVISTA PLACAR

POESIAS COLORADAS

ALEXANDRE PATO NO INTER


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