Rumo ao Beira-Rio
por Gerson Sicca
Não interessa que a seleção brasileira tenha apresentado um futebol de quinta categoria contra o Equador e escapado da goeada apenas porque Júlio César jogou demais. Amanhã é noite de estar no Beira-Rio, para ver aquela que talvez seja a última apresentação da seleção em Porto Alegre antes das eliminatórias para a Copa de 2018, já que para a de 2014 o Brasil já está classificado.
Não interessa que a seleção brasileira tenha apresentado um futebol de quinta categoria contra o Equador e escapado da goeada apenas porque Júlio César jogou demais. Amanhã é noite de estar no Beira-Rio, para ver aquela que talvez seja a última apresentação da seleção em Porto Alegre antes das eliminatórias para a Copa de 2018, já que para a de 2014 o Brasil já está classificado.
Depois de uma correria inicial pelos ingressos, muita falta de informação e incertezas sobre quando eles estariam disponíveis, o que causou transtornos aos torcedores e demonstrou que a Federação Gaúcha de Futebol pode melhorar a organização de jogos como esse, vejo a notícia de que há ingressos sobrando nos pontos de venda. O alto preço e a má fase da seleção devem estar espantando o torcedor.
A CBF já deveria saber que o Brasil não é a Europa. No ano passado em uma partida no Engenhão, no Rio de Janeiro, havia muitos lugares vazios no estádio, o que era impossível em outras épocas. No Beira-Rio a arquibancada inferior custa R$70,00 e a superior R$120,00. Os preços são excludentes.
A seleção é altamente rentável para a CBF. Empresas como Nyke, Banco Itaú e Antarctica pagam valores altíssimos para serem patrocinadores. Por isso a CBF deveria ter um pouco mais de sensibilidade para facilitar o contato do torcedor com a seleção, tornando os ingressos mais baratos. Não devemos nos esquecer que hoje há uma grande distância entre o torcedor e a seleção, principalmente porque quase todos os jogadores jogam na Europa.
De qualquer forma, estarei no Beira-Rio para assistir a seleção e, principalmente, para comemorar o centenário do Internacional. Brasil e Peru jogaram no Beira-Rio em 1969, durante a programação de inauguração do Beira-Rio e agora, 40 anos depois, voltam para os festejos do centenário.
Chegarei um pouco em cima do laço em Porto Alegre, mas conto com meu irmão Wagner e meu primo Roger para guardarem um lugar pra mim na inferior.
A CBF já deveria saber que o Brasil não é a Europa. No ano passado em uma partida no Engenhão, no Rio de Janeiro, havia muitos lugares vazios no estádio, o que era impossível em outras épocas. No Beira-Rio a arquibancada inferior custa R$70,00 e a superior R$120,00. Os preços são excludentes.
A seleção é altamente rentável para a CBF. Empresas como Nyke, Banco Itaú e Antarctica pagam valores altíssimos para serem patrocinadores. Por isso a CBF deveria ter um pouco mais de sensibilidade para facilitar o contato do torcedor com a seleção, tornando os ingressos mais baratos. Não devemos nos esquecer que hoje há uma grande distância entre o torcedor e a seleção, principalmente porque quase todos os jogadores jogam na Europa.
De qualquer forma, estarei no Beira-Rio para assistir a seleção e, principalmente, para comemorar o centenário do Internacional. Brasil e Peru jogaram no Beira-Rio em 1969, durante a programação de inauguração do Beira-Rio e agora, 40 anos depois, voltam para os festejos do centenário.
Chegarei um pouco em cima do laço em Porto Alegre, mas conto com meu irmão Wagner e meu primo Roger para guardarem um lugar pra mim na inferior.





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