Terça-feira, Março 31, 2009

NA MÍDIA> A HISTÓRIA DO INTER!

Pessoal,

a parte final da pesquisa com os detalhes completos sobre a "Trajetória de Henrique Poppe Leão" será publicada no dia da fundação. Dia 04 de Abril, próximo Sábado (o Dia "D") de manhã bem cedo! Para conferir o que já foi escrito sobre a pesquisa... clique no link "especial" na barra lateral.

Dia 04 de Abril!

O Especial do Centenário! Completo! Com mais novidades...

Confiram aqui! No Supremacia Colorada!

UPDATE:
Enquanto isso. Vou registrando aqui o que esta saindo na mídia sobre a nova pesquisa!

Campeão de todos
por Ibsen Pinheiro *

Eu até gostava da versão do Inter dissidente, apesar da sua historicidade zero. Produto puro da rivalidade moderna, a tese se insinuou, sem autores, com base no mais frequente dos equívocos históricos, o anacronismo que avalia fatos passados com as sensações atuais, como se os fundadores germânicos do Grêmio e do seu rival gêmeo, o Fussball Club Porto Alegre nascido no mesmo dia e ano e extinto em 1940 (Wikipédia) , adivinhassem uma ameaça no futuro Colorado e o rejeitassem. Mas eu já estava gostando, talvez porque sempre apreciei as dissidências, desde os PCs da minha juventude (que, aliás, inventaram a dissidência recíproca).

As dissidências no geral são progressistas, às vezes revolucionárias, sempre inovadoras. Júlio César foi o patrício dissidente que liderou a plebe romana e mudou o mundo para sempre. Robespierre dissentiu da pequena nobreza do interior da França para dominar a Paris do Terror e tornar irreversíveis os ideais da Revolução Francesa, ainda que a um caro preço de sangue, inclusive o seu. Entre nós, quem mais dissidente que Getúlio Vargas? Da aristocracia rural, partiu para uma chefia popular que mudou o Brasil e moldou definitivamente o verdadeiro Estado nacional brasileiro, completando a obra de Pedro II – outro dissidente, este de nascença.

Uma característica invariável das dissidências transformadoras é que elas vingam e se fazem majoritárias. Não é uma questão de número, é um traço de sua vocação. Nascem como minorias a favor da História, logo empolgam e depois crescem infinitamente. Já as forças estabelecidas, alvo das cisões, são sempre minoritárias, mesmo quando mais numerosas, pois aqui, também, não é uma questão de quantidade, é questão de estilo, espécie de udenismo, que, por se achar superior, sempre foi minoria exaltada mesmo quando em maioria.

Uma consistente pesquisa do conselheiro colorado Tiago Vaz, publicada domingo em Zero Hora, derrubou minha mais recente preferência, e até lamento que a história do Inter não possa ser como a do Flamengo, que nasceu de uma costela do Fluminense para tornar-se o clube mais popular do país. Como também nunca consegui confirmar minha teoria preferida, a de que o Internacional nasceu subversivo e revolucionário em 1909 para reviver o fantasma sessentão de Karl Marx e novamente assombrar a Europa e o Mundo. Nunca achei nenhuma prova e por isso nunca publiquei como tese acadêmica, embora mais consistente do que a falecida dissidência. Afinal, a minha hipótese tinha a seu favor ao menos dois fortes indícios: o nome e a cor do indigitado.

Graças ao brilhante trabalho de Tiago Vaz, tenho que ficar com a lógica histórica, a de que a cidade de 1909 já não se satisfazia com dois clubes étnicos, surgidos fortes e lindos no mesmo dia para ocupar em dupla os aprazíveis grounds do Moinhos de Vento até os anos 40 (parece que esses dois, sim, já nasceram dissidentes). Em 1909, Porto Alegre já queria mais. Era preciso dar voz à Ilhota, à Cidade Baixa, à Várzea, à periferia, ao pequeno comércio, aos empregadinhos e, logo em seguida, aos escravos recém libertos e seus descendentes, que se livravam dos grilhões mas não da discriminação. Era indispensável que surgisse a instituição que teria por símbolo e mascote o mitológico Saci, depois modernizado pelo negrinho urbano criado e consagrado por Sampaulo e Marco Aurélio.

Minha alma dissidente (desde o Julinho) lamenta mas precisa conformar-se com a verdade histórica: o Internacional ecumênico nasceu com a vocação universal do Clube do Povo e sabe que o Colorado, por ser igualitário, não é melhor do que os outros. Só é maior.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2459477.xml&template=3898.dwt&edition=12010&section=1012




A moda era criar um clube
Jornalista que serviu de consultor a livro sobre 100 anos do clube dá sua versão sobre o nascimento do Inter.

Nota do Blog: O autor confirma detalhes revelados em nossa pesquisa.

POR: CLÁUDIO DIENSTMANN(*)

Os primeiros clubes do futebol brasileiro, no início do Século 20, foram todos fundados num mesmo modelo: por jovens que apenas queriam jogar futebol. Na verdade, já jogavam, e a criação de um clube era apenas o modo de organizar e oficializar essa atividade.

Não é por acaso que o primeiro do país, o Rio Grande, teve exatos 22 fundadores, em 1900 – isto é, dois times, para “partidas internas”, “matchs-trainings”. No Grêmio, em 1903, foram 33. No Inter, 40, em 1909. Os fundadores-sócios eram também dirigentes, jogadores, limpadores do campo. Ninguém pensava em campeonatos (que não existiam), em títulos, em estádios, rivalidades. A garotada só queria correr atrás da bola.

Com a entrada de novos sócios-jogadores, porém, os antigos fundadores podiam perder lugar na equipe.

Em Porto Alegre só existiam dois clubes de futebol em 1909: o Fuss Ball (dos ciclistas da Blitz) e o Grêmio. Se aceitassem novos sócios-jogadores, alguém perderia lugar no time. A renovação se dava com a aposentadoria futebolística, geralmente ao final dos estudos e começo de um emprego. Tentar sustentar que o Inter foi fundado por rapazes recusados pelo Grêmio é uma meia-verdade, e afirmar que o Inter é dissidência do Grêmio chega a ser besteira.

Da indumentária ao vocabulário, passando pelo material de jogo, tudo era importado da Europa. Com pouco mais de uma década do fim da escravatura no país, seria absurdo pensar que, criado meio século antes nas melhores escolas da Inglaterra, o futebol fosse esporte “popular” no Brasil.

Os fundadores do Inter eram pequenos comerciantes, comerciários, funcionários públicos, intelectuais, estudantes, como Napoleão Gonçalves de Oliveira, funcionário do Arquivo Público; Miguel Ballvê, da firma Oppenheim & Cia.; Alfredo Wetternich, do Tribunal de Contas; Luiz Portella, do Banco da Província; Horácio Carvalho, da companhia de energia, e Tertuliano Gonçalves, redator do jornal “O Elmo”.

O Grêmio teve a mesma origem, seis anos antes, em 1903, criado por jovens de origem alemã, portuguesa, italiana, empregados especialmente das casas comerciais Pimenta, Pavão e Tigre, e da Farmácia Caleya.

A diferença é que o Inter se acostumou logo cedo a conviver com crises desde a reunião de fundação, dia 4 de abril de 1909, na casa de João Leopoldo Seferin, o primeiro presidente. Apareceram 40 jovens, o dobro do esperado, obrigando a busca de cadeiras pela vizinhança.

Na segunda reunião, dia 11, uma semana depois, os Poppe ganharam na escolha do nome do clube, Internacional, mas perderam nas cores: eles queriam o vermelho, preto e branco de São Paulo e Inter paulista, mas deu vermelho e branco, do grupo carnavalesco “Venezianos”. A turma do grupo “Esmeralda” abandonou a reunião. Infelizmente, para historiadores e curiosos, as atas das reuniões dos primeiros três anos do Inter desapareceram, como já reconhece em sua abertura o livro 2, de 1912.

Porto Alegre em 1909 tinha 120 mil moradores, em 15 mil casas: 6 mil de alvenaria, 5 mil de madeira, 3 mil mistas e mil “diversas”. As principais ruas eram a Azenha, Caldwell, Redenção (João Pessoa), 13 de Maio (Getúlio Vargas), onde terminava a cidade, na José de Alencar. Era por ali que moravam José Poppe, Luiz Madeira Poppe e Henrique Poppe Leão, o grande mentor da fundação do Inter.

Aos 27 anos, Henrique era o mais idoso entre os fundadores, e nunca jogou pelo Inter, considerava-se velho demais. José, capitão da primeira diretoria, jogou sete partidas como atacante e zagueiro. Luiz, da primeira “comissão de campo”, jogou seis vezes pelo Inter: foi o goleiro no Gre-Nal dos 10 a 0 na estreia, e em outras cinco preferiu a ponta direita e esquerda.

Seferin relatou que os Poppe contavam que tinham jogado no Internacional, de São Paulo, fundado dia 19 de agosto de 1899 por Antônio Casimiro da Costa, daí o nome do Inter de Porto Alegre. Ainda em 1909, o novo clube gaúcho foi invadido pelos “acadêmicos da fronteira”, filhos dos estancieiros ricos de Rosário, Dom Pedrito e especialmente de Bagé e Livramento (onde já tinham jogado respectivamente no Guarany e 14 de Julho, o terceiro clube do Brasil, de 1902), e também de Pelotas, Santa Maria, Rio Grande, Cachoeira, Rio Pardo. Aí surgiram Ernesto Médici, Carlos e Ricardo Kluwe, Antenor Lemos, Edelberto Mendonça, Nilo Gafrée, Benjamim e Rodolfo Vignoles, Simão “Índio” Alves, Thomaz, Belarmino e Felizardo Leal D’Ávila, Guilherme e João Flores da Cunha, e uruguaios como Florêncio Ygartua, Thomas Scabelon, Henrique Lay.

Henrique continuou no clube como orador da primeira diretoria e presidente da segunda, em 1910. Sua casa, na Caldwell 103, foi a primeira sede do Inter.

O jornal “O Diario”, de Porto Alegre, registra o falecimento de Henrique Poppe Leão em sua coluna de necrologia na edição de 16 de agosto de 1916. Morreu em sua nova casa, na Azenha 205. A certidão de óbito de Henrique Poppe Leão, “filho de Henrique Poppe da Silva e Leonilla Madeira Poppe”, está no Registro Civil da 4ª Zona, na Osvaldo Aranha.

“O Diario”, que na ocasião apresenta Henrique Poppe Leão como “um dos moços que fundou o Sport Internacional, repórter de vários jornais, atual diretor do semanário ‘A Rua’, volta a mencioná-lo a 19 de agosto, por ter “deixado a viúva Maria da Conceição Ortiz Poppe, filha do major Graciliano de Faria Ortiz, chefe do asseio público”.

A atividade jornalística do mentor do Inter – que viveu primeiro do comércio e depois como funcionário público – tinha caráter político, sem remuneração financeira, como era comum na época.

(*) Jornalista, autor e consultor do livro sobre o centenário do Inter, em parceria com o fotógrafo Leonid Streliaev e o cronista Luis Fernando Verissimo

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2459416.xml&template=3898.dwt&edition=12010&section=1010


A NOVA HISTÓRIA DO INTER



Entrevista com o Conselheiro e Blogueiro Tiago Vaz - Supremacia Colorada escrita pelo Reporter Leandro Behs e publicada no jornal Zero Hora dominical em 29/03/2009. Link para a Versão on-line do Jornal.

Pesquisa indica uma nova história da fundação do Inter
Conselheiro descobre detalhes que alteram a versão conhecida até as vésperas do centenário

Leandro behs | leandro.behs@zerohora.com.br

Correção: Diferentemente do que informou zerohora.com na reportagem "Pesquisa indica uma nova história da fundação do Inter" (28/03/2009 - 21h06min), a Praça Sport Club Internacional, fica no bairro Azenha, e não no bairro Cidade Baixa. O texto original já foi corrigido.

Às vésperas dos cem anos do Inter, a história oficial da fundação do clube é reescrita. Contrariando a versão atual, Henrique Poppe Leão teria sido o grande idealizador do clube criado na Porto Alegre de 4 de abril de 1909. E mais: ele não seria um comerciante paulista.

Por meio de aprofundada pesquisa, o conselheiro Tiago Vaz revela, por exemplo, que o Inter não nasceu da costela do Grêmio, mas foi gerado do idealismo contrário à elitização do esporte e de um romance que se iniciava. Fundamentado em jornais do período, o trabalho de Vaz foi acolhido pela direção. A pesquisa será publicada na edição de abril da Revista do Inter.

Ao contrário da história corrente, Henrique não era paulista, mas fluminense — e transfere-se ainda jovem para São Paulo, onde seu irmãos nasceram. E não era comerciante, mas, sim, jornalista ligado ao Partido Revolucionário Riograndense (PRR). Prova disso é seu obituário, escrito por colegas do jornal A Rua, de Porto Alegre, em homenagem a seu diretor de redação, morto em 16 de agosto de 1916.

Em 1901, a família mudou-se para Porto Alegre, possivelmente porque o pai morrera em São Paulo. A mãe, Leonilda, e os filhos, Henrique, o mais velhos dos irmãos Poppe, então com 20 anos, José, Carlos, Adelaide e Luiz, vieram a convite de Thomé Castro Madeira, irmão de Leonilda, que residia na cidade e trabalhava no cartório do Supremo Tribunal — com trânsito nos principais círculos sociais.

Fundação num porão e o primeiro campo

Em Porto Alegre, Henrique Poppe trabalhou na loja Ao Preço Fixo, precursora da Lojas Americanas. Em seguida, por influência do tio Thomé Castro Madeira, filiou-se ao PRR, tornou-se funcionário da Secretaria do Conselho da Intendência (prefeitura), além de escrever para A Federação (jornal do PRR). Ainda trabalharia nos jornais Echo do Povo, O Diário, Gazeta do Povo, O Exemplo, e foi diretor de redação de A Rua.

O Estado vivia sob o positivismo. Um dos dogmas da doutrina é que o indivíduo pode eternizar-se enquanto for lembrado por sua criação. O governo havia determinado a criação de novos espaços públicos para práticas esportivas, a fim de formar jovens para o Exército. É nesse contexto que as bases para a fundação do Inter começaram a ser definidas.

Henrique articulou a criação do clube, algo comum no período, no qual diversos grupos sociais passaram a se reunir e a fundar agremiações. Aos 18 anos, João Leopoldo Seferin, que emprestou o porão da casa do pai para a reunião de fundação do Inter, na Rua da Redenção, 141 — atual Avenida João Pessoa, na altura do número 1.025 —, foi eleito presidente.

Para dar credibilidade ao clube, o capitão do Exército Graciliano Ortiz é escolhido presidente de honra do Inter. Além de militar, Ortiz também era o diretor do Asseio Público — e homem de prestígio junto a José Montaury, intendente de Porto Alegre. Foi através de Ortiz que o Inter, recém-fundado, obteve junto à Intendência o seu primeiro campo: a Ilhota — atual Praça Sport Club Internacional, ao lado do Hospital Porto Alegre, no bairro Azenha.

Não teria havido rejeição do Grêmio

É possível que Ortiz não tenha sido convidado por Henrique apenas para emprestar prestígio à entidade. Por trás deste convite havia um romance. Sete meses após a fundação, Henrique casou-se com Maria Conceição Ortiz, filha de Graciliano. Henrique sempre foi o homem por trás do clube. Jamais jogou pelo Inter, presidiu a entidade em 1910, enquanto seus irmãos, José e Luiz, foram os primeiros titulares.

Além do Inter, Henrique fundou outras entidades: o Círculo de Imprensa, o Clube Dançante Caixeiral, o Sport Club Municipal, o Club Político 17 de Junho, o Filhos do Progresso e a Liga de Foot-Ball do Rio Grande do Sul.

— Entendo que eles sequer procuraram o Grêmio para jogar, pois sabiam tratar-se de um clube fechado. O Inter nasce com valores sólidos, é difícil acreditar que fosse criado por causa de uma rejeição — afirma Vaz.

A edição de A Rua confirma a obra de Henrique. Foi publicada três dias após a sua morte, aos 35 anos, por uremia (doença provocada pelo mau funcionamento dos rins, incapazes de filtrar as impurezas do sangue). Henrique não teve filhos. Foi enterrado no cemitério da Santa Casa, na sepultura número 68 do 3° quadro, conforme descrevem registros da época.

A vitória sobre o rival antes de morrer

A página do jornal é guardada até hoje por Carlos Bandeira Poppe, delegado aposentado, que, aos 73 anos, vive no Rio de Janeiro. É filho de Luiz e sobrinho de Henrique. No próximo dia 4, ele doará ao museu do Inter o original de A Rua e uma caixa contendo cartas da família, além de fotos dos Poppe. Logo após a morte de Henrique, José e Luiz deixaram Porto Alegre e o Inter. José foi para São Paulo, enquanto Luiz mudou-se para o Rio. Lá, casou-se e envolveu-se com a política. Trabalhou no Ministério da Agricultura, durante a presidência de Getúlio Vargas, e perdeu contato com o clube que ajudou a fundar. Luiz morreu no Rio, em 1960, aos 69 anos.

— Meu pai amava Porto Alegre. Não sei por que foi embora, nunca me disse. Tinha muitas saudades da cidade, do Inter e das conversas de bar sobre o clube. Eles eram muito novinhos quando fundaram o Inter, não sei como assumiram tamanha responsabilidade. Fizeram por amor ao esporte. Contava que a bandeira deles era acabar com o elitismo do futebol. Acho que os três morreram felizes — conta Carlos.

Antes da morte, Henrique viu o Inter crescer, ser campeão da cidade, em 1913, e derrotar pela primeira vez o Grêmio. Foi em 1915, 10 meses antes de morrer. O primeiro clube a ser desafiado pelo Inter, e que havia seis jogos mostrava-se imbatível, enfim, caía. Após seis jogos, com duas derrotas por 10 gols, o Inter goleava o Grêmio por 4 a 1, na Baixada, a casa do adversário, vencia o rival pela primeira vez e iniciava um novo ciclo na sua vida.

6 comentários:

badanha disse...

meus parabens Tiago. Sei de todo o teu esforço para resgatar esse pedaço importante de nossa história.

mas desta vez, teremos a presença do Poppe na festa?

um abraço

Ramon Dongo disse...

Parabéns pela matéria! Já conhecia parte da tua pesquisa por meio do supremacia colorada.

Fábio R. disse...

Para contribuir com o que têm saído na mídia, Tiago, segue abaixo os links para os arquivos em .pdf para quem quiser baixar, guardar e até imprimir para ter de recordação.

A Nova História do Inter

Campeão de Todos (Ibsen Pinheiro)

A Moda era Criar um Clube (Cláudio Dienstmann)

Criei o .pdf em tamanho A3, o que deixa a qualidade bem interessante para impressão.

Forte abraço Colorado!

Guilherme Mallet disse...

O Grêmio foi criado por "portugueses, italianos e alemães", segundo o Diestmann...

Mas só aceitavam alemães.

Abraços.

Marimon - arenavermelha.blogspot.com disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
El Pibe disse...

Muito bom.

Parabéns.

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