Quinta-feira, Janeiro 26, 2012

INTER 1 x 0 Once Caldas


Por: Bruno Rodrigues

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Em tom de despedida e atuação de luxo, D'Alessandro dá as cartas e o Inter vence os Colombianos do Once Caldas pelo placar mínimo.

O primeiro tempo foi primoroso, sem nada a ser questionado - apenas a bola poderia ter entrado no gol adversário no mínimo mais umas duas vezes. D'Alessandro criou boas jogadas ofensivas, ditou o ritmo do jogo e deu um passe magistral para Leandro Damião marcar o gol Colorado. Não querendo ser puxa saco, mas fazia tempo que não via um primeiro tempo como este. Não tem um torcedor sequer que não tenha pensado que se no inicio da temporada o time já está jogando isso tudo, imagina quando estiverem bem entrosados ? ? ?

Infelizmente o Show foi só na primeira etapa. Todavia, o segundo tempo não foi tão ruim assim. Jogamos o suficiente para manter a vantagem, garantir a vitória e não tomar gol. Mas o cansaço que tomou conta do time, isso sim, é, no mínimo, preocupante. Sabemos que é início de temporada, etc, mas a maior preocupação é com o jogo de volta que será na altitude de 2200 metros de Manizales, Colômbia.

Como sempre, devemos destacar o empenho da torcida. Foram quase 40 mil Colorados que compareceram ao Beira Rio - mesmo com a transmissão da tv aberta. Os gritos de "Fica D'Alessandro" ecoavam pelo Gigante antes mesmo do inicio da partida. Quando o time entrou em campo, sendo conduzido pelo capitão D'Alessandro a agitação no estádio foi geral. Toda torcida queria demostrar ao craque argentino seu amor e sua importância ao Internacional. Simplesmente de arrepiar.

Não sei se alguém notou isso também, ou é coisa minha. Mas Leandro Damião depois que voltou de lesão tem cada vez mais enfeitado as jogadas. Só quer fazer gols de Bicicleta, Voleio, Lambreta, etc. Em outras ocasiões nosso matador teria simplesmente dominado, mandado pro gol e corrido pro abraço - como ocorreu no jogo de hoje. O voleio foi bonito, a bola quase entrou, mas ficou no quase e o placar não se alterou.

Até o jogo de volta temos apenas uma semana. Repito: Estou muito preocupado com com a tal da altitude. O lado bom da história é que não tomamos gol em casa e se marcarmos um gol na Colômbia o Once Caldas terá que marcar 3. Temos que jogar com garra e sabedoria. O time Colombiano vai vir pra cima pois precisa do resultado. Nosso jogo será nos contra ataques fulminantes com Oscar, Dagoberto e D'Alessandro - caso o Argentino tome a decisão correta e permaneça no Inter.

Quanto ao desempenho individual dos jogadores, o maior destaque, e que dispensa comentários, foi D'Alessandro. Índio também foi muito bem, usando sua experiência a favor do time, da coletividade. Marcos Aurélio não foi bem. Talvez tenha sentido o peso da camisa ou a pressão de estar jogando uma Libertadores da América.

Que no jogo de volta o Inter organizado, guerreiro, ofensivo e destemido do primeiro tempo do jogo de hoje esteja presente durante toda a partida e que a atitude e o cansaço do time no segundo fique pra trás.

Saudações Coloradas.

Terça-feira, Janeiro 17, 2012

Em campo com a Academia do Povo

Por Luciano Bonfoco Patussi
17 de janeiro de 2012
Postado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

O ano de 2012 do futebol no Brasil iniciou e, recém finalizada a pré temporada, é hora de finalmente vermos o Internacional no gramado. Este ano reserva grandes emoções e competitividade. Sabemos que este mês é atípico, sendo uma ocasião de suma importância, pois o Internacional poderá jogar até quatro competições oficiais neste ano, isso se vencer a Libertadores. Por outro lado, o time pode disputar apenas dois campeonatos, caso não obtenha a vaga na principal competição do futebol sul americano.

Chegou o momento de o torcedor colorado entrar junto em campo e ajudar nessa empreitada. No campeonato gaúcho, o Internacional, clube que ostenta a tradição da camisa vermelha do Rolo Compressor hexacampeão em 1945 e também do Time da Década octacampeão em 1976, disputará sua 41º taça de campeão. Já no campeonato brasileiro, estará em jogo o tão sonhado título de tetracampeão, taça esta que bateu na trave por motivos diversos, várias vezes, desde o distante e memorável 1979. Haverá muita disputa pelos títulos estadual e brasileiro. O Internacional entrará forte nessas disputas e necessitará do torcedor ao seu lado – como, aliás, sempre esteve!

Para vislumbrar uma terceira competição em 2012, o torcedor rubro já tem dia marcado em sua agenda, para iniciar esta difícil jornada ao lado da equipe. No dia 25 de janeiro, o Internacional enfrentará, no estádio Beira Rio, a equipe do Once Caldas, time que já saboreou a conquista da América, em 2004. A partida de volta será no dia 01º de fevereiro, em Manizales, na Colômbia. Se passar por esta eliminatória, que promete ser equilibrada, o Internacional estará classificado para disputar a Copa Libertadores da América em 2012.

Não alcançando a classificação, mudariam totalmente o planejamento e o foco, e a equipe vermelha necessitaria entrar mais forte ainda nos campeonatos gaúcho e brasileiro. Agora, obtendo a vaga e eliminando o time colombiano, o que também é plenamente possível, vivo permaneceria o sonho de mais uma conquista internacional consecutiva. As noites não mais findariam e a competição colocaria à flor da pele a paixão de todo o torcedor colorado. Os fogos explodiriam, a nebulosa cobriria as ruas e o gramado; as onze camisas vermelhas, por sua vez, entrariam no gramado, perfiladas, com o torcedor ao fundo, em uma só voz, transbordando emoção.

Colorados e coloradas, estejam ao lado do Clube do Povo, como sempre estiveram! Torçam, vibrem e cantem junto, seja nas arquibancadas, em frente à TV ou com o radinho colado ao ouvido! Se associem. Sejam decisivos e façam parte de mais esse capítulo de nossa história! Um ótimo 2012 para todos! Saudações coloradas!

Quinta-feira, Janeiro 12, 2012

SEGUE A CAMPANHA PELO ESTÁDIO VERMELHO

Por: João Munari

Neste inicio de 2012 andei olhando no site do Internacional os novos vídeos sobre a remodelação do Gigante.
Após bater muito na tecla de que devemos ter um estádio inteiramente vermelho,como o Estádio da Luz do Benfica,eis que surge uma esperança... na explicação sobre o espaço entre as cadeiras no estádio, o vídeo oficial mostra as arquibancadas com cadeiras vermelhas!
O vermelho é a nossa cor e representa a intensidade da nossa paixao. O vermelho representa o espirito de guerra e tende a intimidar os adversários com sua cor viva.
Sei da explicação oficial de que o mosaico atual aparenta mais gente no estádio,mas parece-me um argumento fraco. O que parece sim, é que não conseguiram organizar as cadeiras e as colocaram de qualquer jeito..
O fundamental é que as obras finalmente serão retomadas nos proximos dias,mas que tome corpo a idéia de um ESTADIO INTEIRAMENTE VERMELHO, esta sim,é a cor do orgulho de ser colorado!
O branco? O complemento com toque de classe na vida alvi rubra.

Quarta-feira, Dezembro 28, 2011

501 Coloradas

Compartilho uma novidade da Blogosfera Colorada. O Tumblr chamado "501 Coloradas para Admirar".


Foto 39. Marjorie Leite, fardada para arrasar o coração dos colorados.


38. Uma bela e anônima morena colorada. ps: sabe o nome da menina? Manda pra nós!

28. Bruna Zanata, uma morena colorada que tirar o fôlego!



Foto 25. Luize Altenhofen, a verdadeira eterna musa colorada.


vai chegar na 501 rapidinho ...



Terça-feira, Dezembro 20, 2011

Fabiano Eller, 2006: "nós vamos lutar por isso"


Por Luciano Bonfoco Patussi
20 de dezembro de 2011
Publicado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

O clima era descontraído na churrascaria do Parque Gigante. Junto a um grupo de amigos que trabalhavam na mesma empresa, havia presenciado uma grande vitória do Internacional. No Beira-Rio, o “Clube do Povo” acabara de vencer o tradicional Nacional de Montevidéu, pelo placar de 3 a 0. A partida foi válida pela Copa Libertadores da América. Estávamos em 2006. Naquela noite, entre conversa jogada fora, piadas e recordações sobre os lendários “Rolo Compressor” dos anos 40 e sobre o magnífico time tricampeão brasileiro nos anos 70, sugeri o seguinte jargão ao meu amigo, Scapini: “faltam doze jogos!” Todos que estavam na mesa “compraram” e adotaram a brincadeira. Faltavam doze jogos para a inédita conquista da América.

A conversa rolava e, aproximadamente uma hora após o final da goleada, todos os colorados que estavam presentes no restaurante posicionaram-se em pé. Aplausos tomaram conta do ambiente, seguidos por gritos de “Inter, Inter, Inter”. Adentraram o recinto os atletas Léo, Márcio Mossoró, Rubens Cardoso e Fabiano Eller. Entre um queijo assado, uma cerveja bem gelada e uma picanha bastante suculenta, surgiu o desafio:

“- Vamos falar com nossos craques?”.

Prontamente alguém respondeu:

“- Vamos!”.

Fomos. Rubens Cardoso e Léo eram os mais reservados. Já Márcio Mossoró era uma “figuraça”. Ao se retirar do local, antes de se despedir de todos, foi de encontro a um pote, daqueles que ficam junto ao caixa, e que servem para disponibilizar balas aos clientes. Encheu uma mão de doces e levou consigo. Gente fina e de bom papo, ele gargalhava. Ríamos junto. Mal sabíamos que cada bala de Mossoró poderia ser a viva representação de cada um dos títulos que o Internacional obteria dentro de campo nos meses subseqüentes.

Fabiano Eller chegou ao Internacional, como sendo um reforço de confiança de Abel Braga, que estava assumindo o cargo de treinador do Internacional em 2006, e que já havia trabalhado com o atleta em anos anteriores, no Flamengo e também no Fluminense. Fabiano Eller era a peça que faltava para fechar o elenco colorado em busca da conquista da Libertadores. Como popularmente se diz, Eller era a “cereja do bolo”. Chegou ao Internacional, vestiu a camisa número 4 e tomou conta da grande área.

Naquela noite, Fabiano Eller era um dos atletas mais descontraídos. Tirou foto com os fãs, distribuiu autógrafo e conversou com todos. Eu disse a ele que acreditava muito naquela equipe, pois o Inter tinha um elenco muito qualificado. Para finalizar, pedi para Fabiano Eller ir com força na Libertadores. Eu não estava acostumado com atletas do meu time falando em títulos. Em anos anteriores a 2006, havia certo “conformismo” entranhado no vestiário, e isso contagiava negativamente uma parcela dos jogadores que chegavam para jogar no Internacional.

Para minha surpresa, a resposta de Fabiano Eller foi sucinta, breve e alentadora: “podes ficar tranqüilo, vim para o Inter para ganhar a Libertadores, nosso grupo é muito forte e nós vamos lutar por isso”. Essa frase serviu de combustível e esperança nas noites em claro que antecederam decisivos confrontos contra a LDU, o Libertad e o São Paulo. Noites inigualáveis foram aquelas vividas em 2006!

O zagueiro Eller, aquele que dava carrinho certeiro quando necessário e que saía jogando com técnica apurada como poucos, não só venceu a Libertadores em 2006, cumprindo a sua “promessa”, como também foi peça fundamental na conquista do Mundial de Clubes no mesmo ano, ajudando o grupo colorado a fazer frente à “seleção” do Barcelona. Eller saiu do Internacional sendo campeão mundial e, após alguns anos, retornou ao Beira Rio, onde foi importante peça no elenco bicampeão da América em 2010.

Atualmente, Fabiano Eller assinou contrato com o São José. Na capital do Rio Grande, vai disputar o campeonato gaúcho de 2012 comandando a grande área do “Zequinha”. Provavelmente terá a camisa número 4 às costas. Com quase 35 anos de idade, desfilará sua técnica no gramado do estádio Passo d’Areia. Isso para a infelicidade dos seus adversários!

Domingo, Dezembro 18, 2011

Vai!


Por Luciano Bonfoco Patussi
18 de dezembro de 2011
Postado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Dentro de mais alguns minutos, Santos e Barcelona estarão perfilados, lado a lado, adentrando o gramado. O estádio estará completamente lotado de torcedores enlouquecidos para ver a partida mais esperada da temporada. De um lado, Neymar. De outro, Messi. O Santos estará todo de branco. O Barça terá seu elenco recheado de estrelas. Ouve-se o hino da FIFA, marejam-se os olhos dos apaixonados torcedores e entram em campo as equipes, perfiladas, em busca da conquista do Mundial de Clubes. Da mesma forma que fizeram Ronaldinho, Deco, Fernandão e Iarley em 2006.

O tempo passa muito depressa e, às vezes, parece que insistimos em não acordar de um belo sonho. Houve uma época em que torcedores fardados de vermelho representavam uma religião que poucos entendiam qual era a sua crença. Mas eles acreditavam e isso era suficiente. Alguns entraram em profundo sono em uma certa data de agosto, dia em que o Inter desvendou os mistérios de uma noite, deixando para trás uma época de “quases” e de mediocridade futebolística, cravando no pico mais alto da América a bandeira colorada. Foi uma noite de sonho. Quatro longos meses.

Todos acordaram desses quatro meses de sonho, lá no Japão. Foi a maior de todas as conquistas. Quando Adriano foi chamado por Abel para entrar no time, no lugar do lesionado capitão Fernandão, bateu o desespero em boa parte da nação colorada. Em casa, vi a fisionomia de desconsolo de meu pai. Eu disse para todos na sala: “vai dar certo”. Eu falei isso e mais parecia um senhor tentando consolar uma criança. Mas eu acreditava. Puro sentimento de torcedor. Ora, quem mais acreditaria?

Quando Iarley pegou a bola e partiu para cima de Puyol, levou consigo, de arrasto, na garra e na força, uma inteira nação apaixonada que acreditava que era possível. Todos foram juntos. Todos gritavam: “vai”! Iarley foi, seguiu, prosseguiu. Todos nós, torcedores, olhamos para trás e, em uma questão de segundos, lembramos de tudo o que passamos. Iarley não olhou para trás. Ergueu a cabeça. Foi. Seguiu. Driblou. Arrancou. Deu passe, perfeito. Concretizou. Realizou. Em minha visão, já era ídolo. Virou eterno!

Acordamos! Há cinco anos, o Inter conquistava o Mundial de Clubes da FIFA. Foi uma data histórica, uma manhã de domingo que deve ser lembrada, comemorada e consagrada para sempre. Afinal de contas, como canta o torcedor: “é colorada a cor do meu sentimento, minha alegria é o Internacional, e no Japão em 17 de dezembro, nós conquistamos a taça do mundial”.

Parabéns ao Internacional, e a toda a sua apaixonada nação de torcedores, por mais essa passagem histórica.

17 de dezembro de 2006: INTER, CAMPEÃO MUNDIAL DE CLUBES!

Sexta-feira, Dezembro 16, 2011

Debate: final de ano e expectativa para uma nova temporada

Por Luciano Bonfoco Patussi
16 de dezembro de 2011
Postado em: www.inter-clubedopovo.blogspot.com

Finalizada a temporada de futebol em 2011, é momento de fazer uma reflexão sobre os fatos que marcaram o ano, e também projetar as competições que se aproximam em 2012. No caso específico do Internacional, muito os torcedores tem a discutir, tanto no futebol, quanto fora das quatro linhas. Tudo isso visando o aperfeiçoamento do time e da gestão do clube como um todo. De forma sucinta, descrevo abaixo vários tópicos para reflexão e debate entre os torcedores do Internacional:

INTER 2011: a temporada que se encerra deixou para o Internacional o legado do 40º título gaúcho e também mais uma conquista internacional, a Recopa Sul Americana. Entretanto, em momentos decisivos de competições de nível técnico superior, como no campeonato brasileiro e na Copa Libertadores, o time sofreu certa instabilidade em algumas atuações, fato que comprova a necessidade de alguns pontuais reforços. Não é momento de uma “revolução” no elenco. Mas é preciso uma oxigenada. Isso é óbvio e os resultados das principais competições em 2011 comprovam isso. É preciso valorizar ainda mais a base e obter reforços pontuais para posições em que o grupo é carente.

ATAQUE VERMELHO 2012: muito a mídia e o próprio clube admitem a negociação em andamento com Dagoberto. O atacante tricolor é um jogador muito bom tecnicamente e, ao se adaptar ao Internacional, poderá ser um reforço decisivo. Só creio que o clube não deve ficar “preso” em apenas um nome. É preciso ter “cartas na manga”, ainda mais em um setor onde o time necessita reforçar o elenco. Vejo Éder Luis, do Vasco da Gama, que pertence ao Benfica de Portugal, como um jogador de boa qualidade. Seria uma opção.

DEFESA COLORADA 2012: vejo que o elenco colorado necessita de um reforço na defesa. Um jogador que chegue com condição técnica de ser titular do time. Pode ser um atleta já formado, caso de Victorino, jogador do Cruzeiro e também da qualificada seleção uruguaia, ou pode ser um jovem que busca alavancar sua carreira com um grande desafio, caso de Rafael Tolói, do Goiás. A mídia comenta a possibilidade de Manoel, do Atlético Paranaense. É um nome que pode ter condições de atuar na equipe e crescer como atleta.

SAÍDAS: há atletas que, apesar de todo o serviço prestado ao clube, eu consideraria negociáveis neste momento, casos principalmente de Bolívar, Andrezinho e do próprio Glaydson, até mesmo para dar uma oxigenada na carreira dos atletas citados e também para “abrir espaço” para jovens que estão surgindo da base. Havendo propostas, é importante considerá-las. Há outros jogadores que já foram liberados e que, em minha visão, a dispensa foi a decisão mais correta no momento, de modo geral. Quanto a Wilson Matias, não vejo esperança em uma crescente técnica deste atleta dentro do Internacional. O clube poderia aproveitar a aliança estratégica com o América do México e buscar uma negociação do volante, já que ele possui muita moral no futebol mexicano.

JOVENS: a temporada 2011 serviu para termos algumas boas afirmações de jovens que buscaram seu espaço dentro do elenco com muita competência, casos de Muriel, Juan, Rodrigo Moledo, Oscar, do próprio Leandro Damião, entre alguns outros. A temporada 2012 poderá servir para afirmar estes e ainda buscar novas alternativas “pratas da casa”, como os casos de Dalton, Romário, Élton, João Paulo, Dellatorre, e outros mais. Tem ainda o atacante Gilberto, contratado junto ao Santa Cruz de Recife. Gilberto é um jogador que, em minha visão, o Internacional deve cuidar com bastante atenção. Creio que ele tenha potencial para se tornar um grande jogador em médio prazo. Se não “estourar” no Inter, algum outro clube vai aproveitar e o jogador terá grande oportunidade de “deslanchar” fora do Beira Rio.

REEBOK: é importante ressaltar a relevância que teve a parceria entre Internacional e Reebok. Esta marca participou ativamente nos últimos anos do clube e ajudou no crescimento da entidade, tanto fornecendo material esportivo qualificado, como buscando sempre evoluir em diversos quesitos. Além disso, participou ativamente no processo de construção do Museu do Inter, sonho antigo e que há décadas o Internacional não só sonhava, mas precisava realizar. Foi uma grande e inadiável realização.

NIKE: como tudo na vida, nos negócios também é preciso estarmos sempre atentos a novas oportunidades. A Nike busca entrar forte no mercado nacional, já tendo fechado acordo com clubes populares de diversas capitais brasileiras, entre eles, o Internacional. A partir de 2012, o material esportivo do Internacional será da Nike, empresa que irá prestar forte apoio financeiro aos cofres do clube. Sobre o modelo dos uniformes, apenas deixo uma dica para a Nike: “simplicidade e objetividade”. O uniforme do Inter é marcante devido a sua simplicidade. O vermelho sem “frescuras”, modelo instituído pela Reebok nos últimos anos, deve ser mantido. Se assim for, será um sucesso!

GIGANTE PARA SEMPRE: o Conselho Deliberativo aprovou na noite de ontem a parceria com a Andrade Gutierrez. Primeiramente, vejo que um modelo de parceria deveria ser aprovado. Se não fosse com a Andrade Gutierrez, deveria ser com outra empresa. O problema maior é a “pressão” sofrida devido a Copa do Mundo. A FIFA quer a parceria com a Andrade Gutierrez. Caso contrário, a Copa não seria no Beira Rio. Acho que o Inter precisaria de um período maior para receber outras propostas, de outras construtoras, visando escolher a melhor alternativa para, em parceria, modernizar o Beira Rio. Neste caso, o clube poderia perder a disputa do mundial, mas isso não seria um grande problema.

Sou favorável ao fechamento de uma parceria para tocar este tipo de empreendimento, porém, há alguns pontos que eu acho que deveriam ser considerados: primeiramente, creio que 20 anos é muito tempo para “pagar” a obra. Isso deveria ser revisto; em segundo lugar, para finalizar, ouvi boatos de que a construção do CT seria um negócio à parte da negociação, o que não me agradaria, pois assim sendo, mesmo com a parceria sendo efetivada por 20 anos, o Internacional seguiria carente, por um bom tempo, de um Centro de Treinamentos. Gostaria que essa informação fosse confirmada, ou desmentida.

FUTSAL: há informações de que o Internacional estaria reativando o departamento de Futsal, modalidade que deu ao clube muitos títulos, entre estaduais, nacionais, continentais e o mundial interclubes de 1997, sendo obtido após uma vitória contra o Barcelona, no Gigantinho. Se confirmar, isso é um fato que muito me agradaria. Seria o Campeão de Tudo voltando também às quadras, para competir e tentar vencer tudo de novo!

DESTAQUES

ESPECIAL DO CENTENÁRIO:
História Colorada e Fotos Antigas

ENTREVISTA: Delegado Poppe

O INTER NA REVISTA PLACAR

POESIAS COLORADAS

ALEXANDRE PATO NO INTER


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